Thiago Cortês

@SouDescortes

São Paulo derrotou a Ideologia de Gênero

O dia de 25 de agosto de 2015 foi histórico. Foi o dia em que pais, mães, estudantes, professores, e cidadãos de todas as crenças ocuparam a Câmara Municipal de São Paulo para derrotar o lobby organizado da Ideologia de Gênero.

É claro que agora cabe ao prefeito Fernando Haddad (PT) aprovar ou vetar o texto do PME, mas (pelo que se ouve nos bastidores) é improvável que o faça. O ônus político seria enorme não só para ele, mas para seu fragilizado partido.

A última votação do Plano Municipal de Educação (PME) mobilizou centenas de paulistanos contrários à doutrinação ideológica travestida de combate ao preconceito que, se dependesse dos engenheiros sociais, militantes e ideólogos de esquerda, dominaria o ensino municipal pela próxima década.

Foto: Missão Tarso

Foto: Missão Tarso

Na Câmara Municipal foram 44 votos contra a doutrinação ideológica e apenas quatro favoráveis – dos vereadores Cláudio Fonseca (PPS), Juliana Cardoso (PT), Netinho de Paula (PDT) e Toninho Vespoli (PSOL). Venceu o PME sem doutrinação.

Juliana Cardoso e Toninho Vespoli tentaram, em seus discursos, associar a doutrinação ideológica ao combate ao preconceito. Sem sucesso. Os pais e mães que lá estavam já estavam vacinados contra este apelo infundado e mentiroso.

Quando alertados sobre o que é a Ideologia de Gênero – que consiste, basicamente, na desconstrução dos papéis masculino e feminino e, por extensão, da família – os pais e mães de alunos da educação fundamental rejeitam por completo tal proposta.

A Ideologia de Gênero tem objetivos políticos e sociais claros – começam com a desconstrução da normatividade sexual e terminam na tentativa de desconstrução da família – e todos eles passam longe do combate ao preconceito.

Aliás, nos países onde a Ideologia de Gênero já se configura como doutrina oficial do Estado os pais que discordam dela agora são presos como criminosos.

Não há nada que justifique moralmente, no sentido amplo, a Ideologia de Gênero. Ela é apenas produto de intelectuais que travam uma guerra ideológica contra a família.

Como vencemos?

A guerra não acabou. Mas na batalha de São Paulo eles foram derrotados. Não é uma batalha qualquer: São Paulo é a maior metrópole do Brasil e da América Latina, e sedia uma das maiores redes públicas de ensino do continente.

Vale acrescentar que, além da capital, a Ideologia de Gênero foi derrotada, de forma acachapante, na maioria das cidades do Estado de São Paulo.

É claro que partidos, entidades e sindicatos chapa-branca, aureolados pela imprensa como defensores da tolerância, vieram com força total e em muitos momentos demonstraram a certeza de que venceriam.

E aqui, no centro econômico do País, o lobby de Gênero fracassou. É interessante perguntar: como os engenheiros sociais foram derrotados de forma tão vigorosa?

Ao invés de milhares de hangouts com colegas do facebook, os homens e mulheres valorosos que combateram a Ideologia de Gênero se dispuseram a fazer o que, nas fileiras da esquerda, se costuma chamar de “trabalho de base”.

Foram às igrejas, às associações, às ruas, às pequenas cidades, nos grandes centros e nos bairros periféricos, em cada canto alcançável do Estado de São Paulo, para alertar as famílias sobre os riscos contidos na inserção da Ideologia de Gênero no ensino fundamental.

Trata-se, de certa maneira,  e em uma escala menor, mas igualmente importante, do trabalho artesanal de debelar o erro, julgar princípios e ordenar as coisas. Não é necessária nenhuma grande fundação para financiar nada disso.

Mesmo debaixo de chuva, o protesto popular contra a Ideologia de Gênero foi numeroso

Mesmo debaixo de chuva, o protesto popular contra a Ideologia de Gênero foi numeroso, alegre, e assim se manteve até o fim da sessão

Ora, foram as pessoas simples – munidas das verdades mais elementares sobre a natureza humana – que ocuparam as Câmaras da capital e do interior paulista para contestar as mentiras ideológicas do lobby de Gênero.

É possível desconstruir as teses mentirosas e perniciosas da Ideologia de Gênero apenas recorrendo às verdades básicas sobre a natureza humana. Saiba mais clicando aqui.

Ficou claro na votação do PME em São Paulo que os militantes e ideólogos de Gênero não têm qualquer legitimidade popular, isolados que estão das crenças e princípios da maioria.

A Ideologia de Gênero é uma rebelião contra a natureza humana, contra a realidade, contra a sabedoria acumulada sobre nossa natureza, contra nossos instintos básicos, e em última instância, para quem Nele acredita, contra Deus.

Como se pode ver, é uma rebelião condenada ao fracasso.

 

Elogiemos as pessoas decentes

 “Todo homem decente se envergonha do governo sob o qual vive” –  H.L. Mecken

Nunca antes na história deste País as pessoas decentes foram tão ultrajadas, depreciadas, caluniadas, desrespeitadas e atacadas justamente por causa do seu caráter.

O que explica os ataques verbais diários e as ameaças de violência física lançadas contra a parcela da população que protesta contra um governo corrupto que instrumentaliza o Estado em benefício de uma minoria de aliados e apadrinhados?

A Marcha das Margaridas foi financiada com dinheiro público, assim como o churrasco que reuniu meia dúzia de pelegos no Instituto Lula. Já os protestos dos “coxinhas” reuniram centenas de milhares de pessoas que protestaram de graça contra Dilma.

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Fotos: Silvio Medeiros

Detalhe: em São Paulo mais de 800 mil pessoas foram voluntariamente se manifestar contra o Dilma e o PT: não teve churrasco, pão com mortadela ou dinheiro público.

Penso que é justamente isso o que perturba os petistas: eles sempre usaram movimentos sociais, sindicatos e entidades compráveis e compradas para usar o povo mais pobre como gado, mas agora, visivelmente, perderam o controle das ruas.

Se o movimento contra Dilma fosse formado por sindicatos e entidades tradicionais, suas lideranças certamente estariam, neste momento, negociando benesses, verbas e cargos em Brasília em troca de mais flexibilidade e de um discurso moderado.

É este o modus operandis da vagabundagem sindical: atacar, negociar, assoprar.

Mas nem toda a mortadela ou dinheiro do mundo pode comprar quem não se vende. É o que tira o sono dos mandatários e seus aliados: gente na rua com quem não se negocia.

São trabalhadores, estudantes e profissionais liberais, jovens, adultos, idosos, de todas as camadas sociais, que não dependem de esmolas do governo para viver – ao contrário da pilantragem organizada dos sindicatos e entidades que vivem às nossas custas.

O governo Dilma planeja aumentar impostos, ameaça direitos previdenciários e trabalhistas, coloca seus papagaios no Senado para defender a proposta de uma “nova CPMF”.

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Fotos: Silvio Medeiros

Porém, para horror das pessoas que trabalham e pagam impostos, Dilma mantém os 39 ministérios que custam R$ 400 bilhões por ano, metade disso usado na folha de pagamento de cerca de 100 mil cargos de confiança – dos quais a gente sempre desconfia.

Tudo isso pago pelo povo e contra a vontade do povo. Apenas um mau caráter como o ministro Edinho Silva é capaz de afirmar publicamente que as pessoas que protestam contra toda essa podridão têm como objetivo defender o fim da democracia.

Apenas um governo flagrantemente indecente faz do seu porta-voz um deputado cujo assessor foi flagrado com dinheiro escondido na cueca (José Guimarães).

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Fotos: Silvio Medeiros

É hora de dizer claramente que o Brasil hoje se divide não entre tucanos e petistas, coxinhas e militantes, mas simplesmente entre pessoas decentes e aquelas sustentadas pelo governo.

Os que protestam nas ruas são atacados pela mídia, pelas autoridades públicas, sindicatos, artistas da TV e até por cardeais do PSDB. Mas não desanimam ou retrocedem da luta.

Não importa. A verdade é esta: as pessoas decentes sempre se envergonham do governo sob o qual vivem. E não há churrasco ideológico que dê jeito nisso.

 

 

Dia D contra a ideologia de gênero em SP

A sociedade civil se manifestou em peso contra a implantação da ideologia de gênero na rede municipal de ensino de São Paulo. Mas os vereadores de esquerda não respeitam a vontade do povo e pretendem reverter as vitórias da sociedade em votação na terça-feira, dia 11.

Em São Paulo as audiências públicas sobre o Plano Municipal de Educação (PME) atraíram centenas de pais, mães e cidadãos preocupados com o bem estar das crianças. Todos se expressaram claramente contra a ideologia de gênero.

É claro que as audiências também atraíram os militantes amestrados de sempre, mas em um número insignificante. Os ventríloquos lá compareceram para exigir que a educação infantil seja oficializada como campo fértil de doutrinação ideológica.

Os militantes, contudo, foram suplantados pela voz firme e vibrante da maioria que disse “Não!” ao plano de perversão da educação infantil.  A batalha pela opinião pública foi vencida pelos homens e mulheres de boa vontade e, acima de tudo, de bom senso.

Porém, outra batalha se avizinha e, desta vez, o confronto se dá estritamente no campo político. A Câmara Municipal de São Paulo vota em plenário na terça-feira, 11, às 15h00, o Plano Municipal de Educação. E, é claro, vereadores de esquerda querem dar o golpe.

O povo disse "Não!" ao PME com ideologia de gênero, mas há quem queira dar um golpe!

O povo disse “Não!” ao PME com ideologia de gênero, mas há quem queira dar um golpe!

O golpe consiste em reinserir a Ideologia de Gênero no texto do PME, ignorando solenemente a vontade da sociedade civil, atropelando as decisões anteriores do legislativo municipal sobre o tema e silenciando a voz dos pais que não querem tal ideologia no ensino dos filhos.

É de fundamental importância que aqueles que puderem ir compareçam na sessão de terça e reafirmem sua contrariedade diante de qualquer tentativa de manipulação da educação infantil.

A sessão de terça-feira, dia 11, começa às 15h00, mas é recomendável que se chegue muito antes, a partir de 12h00, para ocupar os espaços da Casa. Se você puder, chegue antes.

Esta é uma das batalhas mais importantes contra a Ideologia de Gênero no Brasil e na América Latina. Se a cidade de São Paulo cair sob as mãos dos engenheiros sociais do gênero, a porta será aberta para uma reversão brutal das vitórias das famílias contra a ideologia.

 

 

 

Jesus não é sua puta

“O falso cristo é o cristo dos padres de passeata. Há um cristo de passeata que é mais falso do que Judas. É a igreja dos padres de passeata. Eu sou cristão, mas não me venham falsificar Cristo como uísque nacional” – Nelson Rodrigues

Os padres de passeata se multiplicam como ratos. Agora também infestam as igrejas os pastores de abaixo-assinado que fazem de Cristo sua meretriz ideológica.

Leonardo Boff, Frei Betto, Ed Rene Kivitz, Ariovaldo Ramos: são muitos os “cristãos” que reduzem o Cristo ao papel de militante de esquerda incompreendido.

Para eles, Jesus era uma espécie de socialista primitivo que fazia milagres. (Spoiler: não era).

Querem encaixar Cristo – segundo a Bíblia, o filho de Deus e o próprio Deus encarnado – em uma categoria moderna (“comunista”, “esquerdista”, “socialista”) como se a natureza divina fosse passível de rotulação e facilmente conhecível pelos homens.

É absurdamente vulgar olhar para o Deus de Israel com os olhos da ideologia, os pés fincados na modernidade, e a alma corrompida pela superficialidade das “causas”, agendas e preconceitos seculares que inventamos há 10 minutos.

Deus não é socialista, conservador, católico ou protestante.

Deus é incognoscível. Sua natureza é um mistério. Logo, Ele não pode ser encaixado em categorias modernas ou que refletem determinada época, cultura ou ideologia.

O filósofo judeu Maimônides ensinava que nem sequer devemos atribuir características positivas a Deus, pois tal expediente conduz ao politeísmo e à idolatria.

Mas os padres de passeata e os pastores de abaixo-assinado não querem saber de questões teológicas profundas. Querem é instrumentalizar Cristo para sua agenda política.

Jesus no jogo de várzea

Progressistas querem que Cristo entre em campo para o Fla X Flu político de ocasião. Eles têm uma postura política progressista porque o deus deles é um militante progressista.

Os pastores de abaixo-assinado fazem de Cristo mascote de suas campanhas ideológicas nas redes sociais e infiltram conceitos marxistas como a mais-valia na teologia.

"Jesus era comunista. E ria das piadas do Duvivier".

“Jesus era comunista. E Ele até mesmo ria das piadas do Duvivier”.

Eles usam Cristo como uma prostituta que pode ser compartilhada para referendar causas seculares ideológicas que os fazem parecer politicamente corretos.

Não por acaso, Gregório Duvivier escreveu em um artigo risível que Cristo veio a Terra na forma de prostitua e não foi reconhecido. (Não vou linkar para não gerar mais buzz).

A ideologia tem esse imenso poder de reduzir todo o universo conhecido à lógica perversa do “nós contra eles”. E Duvivier convocou Cristo para jogar no seu time.

Não me ofendeu. O que me ofende é seu texto ser multiplicado por crentes inteligentinhos como Kivitz que, em seu twitter, vive acusando líderes evangélicos de usar a lógica do “nós contra eles”, mas replica e aprova um texto que parte da mesmíssima premissa.

O pastor da Igreja Batista de Água Branca – frequentada pela classe média alta – referendou a tática do ateu Duvivier que literalmente afirmou que Jesus é uma puta.

Nada contra prostitutas: elas são bem melhores do que as feministas.

Mas reduzir Cristo ao papel de militante de uma ideologia política – seja ela qual for – é como arrancar Deus das glórias dos céus e obrigá-Lo a tomar partido entre PT e PSDB, Flamengo e Fluminense, Corinthians e São Paulo, Boechat e Malafaia.

É uma forma muito simplista de pensar Deus. Espero isso de um moderninho como o Duvivier. O que me espanta é Kivitz pensar o mesmo. Mais um pastor de abaixo-assinado…

O deus de Kivitz reside em uma releitura politicamente correta da Bíblia. Nela, tudo o que contraria preconceitos seculares é eliminado. Basta higienizar a Bíblia, “politizar” Cristo, descartar o Antigo Testamento e, voilá, temos o deus de Kivtz.

Perversão da teologia

Nos anos 1960 o anjo pornográfico Nelson Rodrigues já alertava para a corrupção da teologia pela política e a ideologia. Os padres de passeata já haviam saído do esgoto.

Ele profetizou que Deus seria tratado como uma “mascote” de ideologias pelos supostos cristãos que confundem Cuba com o Reino de Deus e Jesus com Che Guevara.

"O padre de passeata traiu a Igreja, traiu Cristo, traiu Deus."

Nelson Rodrigues: “O padre de passeata traiu a Igreja, traiu Cristo, traiu Deus.”

O famigerado Dom Helder Câmara era a síntese da denúncia de Nelson. Um santinho como Kivitz que, do conforto de sua igreja e com cara de anjinho, afanava ideólogos e piscava para comunistas, mas sem nunca sujar o shortinho:

“D. Helder já esqueceu tanto a letra do Hino Nacional quanto a da Ave-Maria. Prega a luta armada, a aliança do marxismo e do cristianismo. Se ele pegasse uma carabina e fosse para o mato, ou para o terreno baldio, dando tiros em todas as direções, como um Tom Mix, estaria arriscando a pele, assumindo uma responsabilidade trágica e eu não diria nada. Mas não faz isso e se protege com a batina. Sabe que um D. Helder sem batina, não resistiria um segundo. Nem um cachorro vira-lata o seguiria”.

Em “Os Dez Mandamentos – Mais Um”, o filósofo ateu Luiz Felipe Pondé atesta que a teologia dos nossos dias é um combo de filosofias seculares e ideologias políticas:

“O mundo está repleto de descrentes que compreendem melhor a Bíblia do que os teólogos. Tanto mais que, atualmente, a teologia se tornou a ‘louca da casa’, envergonhada de sua própria fé. Transformou-se em lacaia das modas intelectuais, querendo ser aceita por marxistas, freudianos e foucaultianos”.

É por isso que padres de passeata e pastores de abaixo-assinado aderem tão facilmente às modas intelectuais: têm vergonha do cristianismo puro e simples.

 

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