Thiago Cortês

@SouDescortes

Share

Contra as palmadas e pelo infanticídio: eis a esquerda

Para a esquerda brasileira, um bebê vale menos do que uma tradição. A vida humana vale menos do que uma cultura. E comunidades têm o direito de exterminar crianças.

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite de quarta, 26, o Projeto de Lei 1057/07, também conhecido como Lei Muwaji, que coíbe a bárbara e sanguinária prática do infanticídio em comunidades indígenas.

Pelo texto aprovado, que altera o Estatuto do Índio, cabe ao Estado agir para proteger crianças, adolescentes, mulheres, deficientes e idosos de práticas que atentem contra a vida. O projeto segue agora para o Senado.

Explica-se: em certas culturas indígenas, crianças que nascem com deficiências são enterradas vivas. Em algumas culturas, quando nascem gêmeos (acredita-se que um deles é o demônio), os pais também são obrigados a se livrarem de um dos filhos.

Crianças deficientes são enterradas vivas com apoio do PT, PV, PCdoB e PSOL

Crianças deficientes são enterradas vivas com apoio do PT, PV, PCdoB e PSOL

Parece óbvio que todo ser humano em pleno uso das suas faculdades mentais e dotado de caráter deve se opor a esses atos bárbaros. Não é o caso dos deputados do PT, PSOL , PC do B e PV que votaram contra a Lei Muwaji e em defesa do barbarismo.

A proposta foi aprovada por 361 votos a favor, 84 contra e nove abstenções. Os que votaram contra, é claro, são todos das fileiras da esquerda, incluindo os verdes.

O projeto foi batizado de Lei Muwaji em homenagem a uma mãe indígena que se revoltou contra sua tribo e salvou a vida da filha, Rarani, que seria morta por ter nascido com deficiência física. Para os esquerdistas, Rarani deveria estar morta.

Muwaji e Rarani: para a esquerda, a menina deveria estar morta

Muwaji e Rarani: para a esquerda, a vida da menina nada vale

Vale aqui lembrar: são os mesmos esquerdistas patéticos que se apressaram em apoiar o horrendo projeto de lei que criminaliza a palmada.  São os mesmos partidos que acham que um pai não tem direito sobre a educação do próprio filho.

Na cabeça deles, índios têm o direito de matar seus filhos, mas nós não temos o direito de educar nossos filhos com aquelas palmadinhas pedagógicas…

Montagem encontrada no facebook

PSOL: contra as palmadas; em defesa do infanticídio. Montagem encontrada no facebook

A esquizofrenia moral da esquerda foi dissecada no breve, mas mordaz comentário de uma amiga, Talita Ferreira, que é mãe e não concebe como o “respeito à tolerância” pode justificar enterrar crianças vivas:

“Jean Wyllys acredita que devemos respeitar todas as culturas e aceitar práticas como o infanticídio em nome da tolerância. Sr. Deputado, devemos também respeitar culturas onde é crime ser homossexual e tolerar que gays sejam enforcados ou jogados do alto de prédios?”

A sua brilhante pergunta me lembra de algo que dizia Sir Karl Popper, um saudoso liberal para quem temos de proclamar, em nome da tolerância, o direito de não sermos tolerantes com os intolerantes. Jamais.

Devemos tolerar culturas que enforcam gays?

Devemos também “tolerar” as culturas que enforcam gays?

Os novos eugenistas

Os petistas, seus filhos e primos ideológicos estão dizendo que entendem que a vida de uma criança indígena vale menos do que a vida de uma criança brasileira. Em uma escala de direito à vida, as crianças indígenas estão abaixo de zero.

Os neo-eugenistas do PT, PV, PCdoB e PSOL partem de um relativismo moral selvagem – calcado no pior da antropologia – para dizer que não temos o direito de intervir em uma cultura já constituída – com seus ritos, hábitos e tradições – só para salvar algumas tantas crianças cujas vidas são desvalorizadas pelos seus próprios povos.

Alguém poderia ter dito que os Aliados não tinham o direito de intervir na cultura alemã – com seus ritos, hábitos e tradições – para salvar uns tantos judeus.

Eugenia é eugenia em qualquer lugar, na Alemanha nazista ou na tribo indígena

Eugenia é eugenia em qualquer lugar, na Alemanha nazista dos anos 1940 ou nas tribos indígenas do Brasil do século 21

Os defensores da eugenia em comunidades indígenas em nada diferem dos defensores da eugenia na Alemanha nazista. Ambos se baseiam em considerações filosóficas para defender que a vida de um indivíduo de determinado grupo vale menos.

É claro que PT, PV, PSOL e PCdoB farão pressão no Senado contra a Lei Muwaji. É imperativo que as pessoas mentalmente sãs, moralmente ativas, que acreditam que nenhuma tradição é mais importante do que a vida de uma criança fiquem alertas sobre os desdobramentos no Senado.

Os canalhas não tiram férias. Nós também não podemos.

São Paulo derrotou a Ideologia de Gênero

O dia de 25 de agosto de 2015 foi histórico. Foi o dia em que pais, mães, estudantes, professores, e cidadãos de todas as crenças ocuparam a Câmara Municipal de São Paulo para derrotar o lobby organizado da Ideologia de Gênero.

É claro que agora cabe ao prefeito Fernando Haddad (PT) aprovar ou vetar o texto do PME, mas (pelo que se ouve nos bastidores) é improvável que o faça. O ônus político seria enorme não só para ele, mas para seu fragilizado partido.

A última votação do Plano Municipal de Educação (PME) mobilizou centenas de paulistanos contrários à doutrinação ideológica travestida de combate ao preconceito que, se dependesse dos engenheiros sociais, militantes e ideólogos de esquerda, dominaria o ensino municipal pela próxima década.

Foto: Missão Tarso

Foto: Missão Tarso

Na Câmara Municipal foram 44 votos contra a doutrinação ideológica e apenas quatro favoráveis – dos vereadores Cláudio Fonseca (PPS), Juliana Cardoso (PT), Netinho de Paula (PDT) e Toninho Vespoli (PSOL). Venceu o PME sem doutrinação.

Juliana Cardoso e Toninho Vespoli tentaram, em seus discursos, associar a doutrinação ideológica ao combate ao preconceito. Sem sucesso. Os pais e mães que lá estavam já estavam vacinados contra este apelo infundado e mentiroso.

Quando alertados sobre o que é a Ideologia de Gênero – que consiste, basicamente, na desconstrução dos papéis masculino e feminino e, por extensão, da família – os pais e mães de alunos da educação fundamental rejeitam por completo tal proposta.

A Ideologia de Gênero tem objetivos políticos e sociais claros – começam com a desconstrução da normatividade sexual e terminam na tentativa de desconstrução da família – e todos eles passam longe do combate ao preconceito.

Aliás, nos países onde a Ideologia de Gênero já se configura como doutrina oficial do Estado os pais que discordam dela agora são presos como criminosos.

Não há nada que justifique moralmente, no sentido amplo, a Ideologia de Gênero. Ela é apenas produto de intelectuais que travam uma guerra ideológica contra a família.

Como vencemos?

A guerra não acabou. Mas na batalha de São Paulo eles foram derrotados. Não é uma batalha qualquer: São Paulo é a maior metrópole do Brasil e da América Latina, e sedia uma das maiores redes públicas de ensino do continente.

Vale acrescentar que, além da capital, a Ideologia de Gênero foi derrotada, de forma acachapante, na maioria das cidades do Estado de São Paulo.

É claro que partidos, entidades e sindicatos chapa-branca, aureolados pela imprensa como defensores da tolerância, vieram com força total e em muitos momentos demonstraram a certeza de que venceriam.

E aqui, no centro econômico do País, o lobby de Gênero fracassou. É interessante perguntar: como os engenheiros sociais foram derrotados de forma tão vigorosa?

Ao invés de milhares de hangouts com colegas do facebook, os homens e mulheres valorosos que combateram a Ideologia de Gênero se dispuseram a fazer o que, nas fileiras da esquerda, se costuma chamar de “trabalho de base”.

Foram às igrejas, às associações, às ruas, às pequenas cidades, nos grandes centros e nos bairros periféricos, em cada canto alcançável do Estado de São Paulo, para alertar as famílias sobre os riscos contidos na inserção da Ideologia de Gênero no ensino fundamental.

Trata-se, de certa maneira,  e em uma escala menor, mas igualmente importante, do trabalho artesanal de debelar o erro, julgar princípios e ordenar as coisas. Não é necessária nenhuma grande fundação para financiar nada disso.

Mesmo debaixo de chuva, o protesto popular contra a Ideologia de Gênero foi numeroso

Mesmo debaixo de chuva, o protesto popular contra a Ideologia de Gênero foi numeroso, alegre, e assim se manteve até o fim da sessão

Ora, foram as pessoas simples – munidas das verdades mais elementares sobre a natureza humana – que ocuparam as Câmaras da capital e do interior paulista para contestar as mentiras ideológicas do lobby de Gênero.

É possível desconstruir as teses mentirosas e perniciosas da Ideologia de Gênero apenas recorrendo às verdades básicas sobre a natureza humana. Saiba mais clicando aqui.

Ficou claro na votação do PME em São Paulo que os militantes e ideólogos de Gênero não têm qualquer legitimidade popular, isolados que estão das crenças e princípios da maioria.

A Ideologia de Gênero é uma rebelião contra a natureza humana, contra a realidade, contra a sabedoria acumulada sobre nossa natureza, contra nossos instintos básicos, e em última instância, para quem Nele acredita, contra Deus.

Como se pode ver, é uma rebelião condenada ao fracasso.

 

Elogiemos as pessoas decentes

 “Todo homem decente se envergonha do governo sob o qual vive” –  H.L. Mecken

Nunca antes na história deste País as pessoas decentes foram tão ultrajadas, depreciadas, caluniadas, desrespeitadas e atacadas justamente por causa do seu caráter.

O que explica os ataques verbais diários e as ameaças de violência física lançadas contra a parcela da população que protesta contra um governo corrupto que instrumentaliza o Estado em benefício de uma minoria de aliados e apadrinhados?

A Marcha das Margaridas foi financiada com dinheiro público, assim como o churrasco que reuniu meia dúzia de pelegos no Instituto Lula. Já os protestos dos “coxinhas” reuniram centenas de milhares de pessoas que protestaram de graça contra Dilma.

11891066_10206797761196509_2879196342339930579_n

Fotos: Silvio Medeiros

Detalhe: em São Paulo mais de 800 mil pessoas foram voluntariamente se manifestar contra o Dilma e o PT: não teve churrasco, pão com mortadela ou dinheiro público.

Penso que é justamente isso o que perturba os petistas: eles sempre usaram movimentos sociais, sindicatos e entidades compráveis e compradas para usar o povo mais pobre como gado, mas agora, visivelmente, perderam o controle das ruas.

Se o movimento contra Dilma fosse formado por sindicatos e entidades tradicionais, suas lideranças certamente estariam, neste momento, negociando benesses, verbas e cargos em Brasília em troca de mais flexibilidade e de um discurso moderado.

É este o modus operandis da vagabundagem sindical: atacar, negociar, assoprar.

Mas nem toda a mortadela ou dinheiro do mundo pode comprar quem não se vende. É o que tira o sono dos mandatários e seus aliados: gente na rua com quem não se negocia.

São trabalhadores, estudantes e profissionais liberais, jovens, adultos, idosos, de todas as camadas sociais, que não dependem de esmolas do governo para viver – ao contrário da pilantragem organizada dos sindicatos e entidades que vivem às nossas custas.

O governo Dilma planeja aumentar impostos, ameaça direitos previdenciários e trabalhistas, coloca seus papagaios no Senado para defender a proposta de uma “nova CPMF”.

11863380_10206797751596269_1554007208304484203_n

Fotos: Silvio Medeiros

Porém, para horror das pessoas que trabalham e pagam impostos, Dilma mantém os 39 ministérios que custam R$ 400 bilhões por ano, metade disso usado na folha de pagamento de cerca de 100 mil cargos de confiança – dos quais a gente sempre desconfia.

Tudo isso pago pelo povo e contra a vontade do povo. Apenas um mau caráter como o ministro Edinho Silva é capaz de afirmar publicamente que as pessoas que protestam contra toda essa podridão têm como objetivo defender o fim da democracia.

Apenas um governo flagrantemente indecente faz do seu porta-voz um deputado cujo assessor foi flagrado com dinheiro escondido na cueca (José Guimarães).

11898936_10206797735835875_1783528322749254192_n

Fotos: Silvio Medeiros

É hora de dizer claramente que o Brasil hoje se divide não entre tucanos e petistas, coxinhas e militantes, mas simplesmente entre pessoas decentes e aquelas sustentadas pelo governo.

Os que protestam nas ruas são atacados pela mídia, pelas autoridades públicas, sindicatos, artistas da TV e até por cardeais do PSDB. Mas não desanimam ou retrocedem da luta.

Não importa. A verdade é esta: as pessoas decentes sempre se envergonham do governo sob o qual vivem. E não há churrasco ideológico que dê jeito nisso.

 

 

Dia D contra a ideologia de gênero em SP

A sociedade civil se manifestou em peso contra a implantação da ideologia de gênero na rede municipal de ensino de São Paulo. Mas os vereadores de esquerda não respeitam a vontade do povo e pretendem reverter as vitórias da sociedade em votação na terça-feira, dia 11.

Em São Paulo as audiências públicas sobre o Plano Municipal de Educação (PME) atraíram centenas de pais, mães e cidadãos preocupados com o bem estar das crianças. Todos se expressaram claramente contra a ideologia de gênero.

É claro que as audiências também atraíram os militantes amestrados de sempre, mas em um número insignificante. Os ventríloquos lá compareceram para exigir que a educação infantil seja oficializada como campo fértil de doutrinação ideológica.

Os militantes, contudo, foram suplantados pela voz firme e vibrante da maioria que disse “Não!” ao plano de perversão da educação infantil.  A batalha pela opinião pública foi vencida pelos homens e mulheres de boa vontade e, acima de tudo, de bom senso.

Porém, outra batalha se avizinha e, desta vez, o confronto se dá estritamente no campo político. A Câmara Municipal de São Paulo vota em plenário na terça-feira, 11, às 15h00, o Plano Municipal de Educação. E, é claro, vereadores de esquerda querem dar o golpe.

O povo disse "Não!" ao PME com ideologia de gênero, mas há quem queira dar um golpe!

O povo disse “Não!” ao PME com ideologia de gênero, mas há quem queira dar um golpe!

O golpe consiste em reinserir a Ideologia de Gênero no texto do PME, ignorando solenemente a vontade da sociedade civil, atropelando as decisões anteriores do legislativo municipal sobre o tema e silenciando a voz dos pais que não querem tal ideologia no ensino dos filhos.

É de fundamental importância que aqueles que puderem ir compareçam na sessão de terça e reafirmem sua contrariedade diante de qualquer tentativa de manipulação da educação infantil.

A sessão de terça-feira, dia 11, começa às 15h00, mas é recomendável que se chegue muito antes, a partir de 12h00, para ocupar os espaços da Casa. Se você puder, chegue antes.

Esta é uma das batalhas mais importantes contra a Ideologia de Gênero no Brasil e na América Latina. Se a cidade de São Paulo cair sob as mãos dos engenheiros sociais do gênero, a porta será aberta para uma reversão brutal das vitórias das famílias contra a ideologia.

 

 

 

Página 7 de 11« Primeira...234567891011