O livro “Socialismo – Me conta essa história direito!”

O nosso amigo @Diacronico leu e gostou do livro “Socialismo – Me conta essa história direito”, que teve festa de lançamento neste último domingo, dia 06 de novembro. Vejam abaixo o comentário sobre o livro:

O Rodrigo (e eu) faz parte de uma geração educada sob o governo militar – e já com forte influência esquerdizante, na escola. Sim: a ditadura-que-não-pode-ser-abrandada não fez o sistema educacional pátrio vigiar o que os professores diziam em aula e tínhamos, eu e ele, professores esquerdistas, desde os primeiros anos do que então se chamava Ginásio.

É uma estratégia esperta, essa do Gramsci (e do Mao e de tanti altri), de usar os hormônios adolescentes para anabolizar as fáceis falácias socialistas: nossas cabecinhas espinhentas e revoltadas estão organicamente adubadas e prontas para o plantio de revoltas contra o pai, o professor, a polícia, o sistema…

Claro que funciona: o cérebro adolescente é um borracho no topo da ladeira, só aguardando o providencial empurrão.

Mas uma hora – graças! – essa fase (que um antigo pediatra sabiamente alcunhava “cretinice aguda”), enfim, passa. E vem uma paixão, outra, depois o amor e os filhos e a família. E compreendemos, na carne da nossa carne, onde estão o Bem, o Belo e o Justo.

O fato de o Rodrigo (e eu) ter saído do lodaçal esquerdista mostra que a esquerdização que sofreu não foi fatal, ao menos para uma boa parte de nós. E se eu (e o Rodrigo) sei disso, também os esquerdistas o sabem – logo, era preciso aprofundar a esquerdização, não só para ela marcar mais fundo o couro do seu gado, mas para deixá-los eternamente nessa fase de bezerro desmamado, pronto a esticar o punho cerrado para reclamar algum direito qualquer, ou para veicular alguma indignaçãozinha ranheta.

É o que tem acontecido: a geração dos professores de hoje já é fruto da esquerdização, de modo que a praticam sem ter mesmo a consciência dela. E nossos filhos estão sendo imbecilizados, com a venda desse “outro mundo possível”, onde eles podem caçar pokemóns pela eternidade afora: não terão que casar (usem saias, meninos!), não terão filhos (“meu corpo, minhas regras” – o que não vale para o feto, claro), não terão que se dobrar ao sistema opressor.

Claro que uns de nós têm a sorte de ter filhos que veem o truque, informam-se e não caem na esparrela.

É aí que entra o livro do Rodrigo: sem parecer um TCC, nem ter ostensivas pretensões didáticas, traz informações claras, diretas, precisas, sobre o mal que o comunismo e seus derivados causaram à humanidade, até aqui. Ajuda a quem está no primeiro round dessa luta com um avermelhado Mike Tyson a não levar mordida na orelha.

É uma espécie de manual do contra-guerrilheiro, para que os projetos de Marighella que estão sendo criados por aí encontrem, ao menos, alguma resistência sã.

A luta pela escola-sem-partido é necessária – e o livro do Rodrigo é um gancho de direita, à la Rigondeux, no pé-do-ouvido da mítica esquerdizante que, já passou da hora, tem que ir à lona.

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Leiam trechos do livro.

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