Osmar Bernardes Jr.

@osmar_bernardes

Share

O Estado é cúmplice

No meio de tantos acontecimentos, e uma tragédia, vários textos apareceram na internet mundial para tentar explicar os problemas nacionais. Outros foram utilizados para defender o black bloc que acendeu o rojão que matou o cinegrafista da Band. Mas, no meio de tanta turbulência, um texto se destacou positivamente. Replico-o aqui, com autorização do autor, Bene Barbosa*:
Há quase 20 anos impera no Brasil a ideologia infundada de que a criminalidade e a violência são fruto da desigualdade social e da pobreza. Algo como se todo pobre fosse impelido ao crime, enquanto os abonados, embora malvados capitalistas, se distanciam dos atos criminais.
Os adeptos desse pensamento apenas esquecem, propositalmente ou não, de que cometer um crime é e sempre será uma escolha individual e consciente, independente da classe social.
A diferença entre ricos e pobres é que, os primeiros, quando decidem cometer crimes, escolhem o estelionato, as falcatruas, a corrupção, a gestão fraudulenta, as licitações forjadas e, não raramente, acabam na política.
Os pobres, por pura falta de outros instrumentos ou acessos, “metem o canhão na cintura” e vão para a rua assaltar. Todos eles, porém, são criminosos e caberia ao Poder Público, ao “Deus-Estado”, fazer valer a lei e puni-los, indistintamente, na proporção de seus delitos.
Sabemos, todavia, que isso não acontece nem para pobres, muito menos para os ricos, ainda mais se estes fizerem parte da estrutura do status quo. E então a ideia da determinação do meio social vai, comodamente, sendo aceita, favorecendo, pela falta de combate, a expansão vertiginosa da violência criminal.
A segurança privada, embora seja o setor que mais se beneficia financeiramente do caos que se instala no Brasil, não tem autorização para efetivamente contribuir para a segurança dos cidadãos de forma mais geral, não podendo tomar o espaço abandonado pelo poder público.
O próprio “Deus-Estado”, que tudo sabe e vê, já cuidou de eliminar o risco de concorrência ao seu temerário monopólio da força. Prova disto é que, no Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), emitido pelo governo federal, há a previsão para que toda a segurança privada armada seja banida do Brasil.
O cidadão, coitado, se viu nos últimos anos convidado a entregar suas armas e sua vida na mão inepta do Estado, através das fracassadas campanhas de recolhimento de armas.
Chamado à urna, disse não ao desarmamento, com o que esperava estar garantindo o direito de possuir legalmente uma arma para sua defesa. Mais uma vez foi traído, seu voto feito de papel higiênico e, mais uma vez, o Estado disse: “Eu não deixo você ter uma arma, isso é para a sua própria segurança”, mesmo que o caminho para a segurança seja ir preso ou morrer, com a leniência oficial, nas mãos de um facínora qualquer.
Estamos em ano eleitoral, o que tende a reacender esperanças. Será? Duvido muito. O mais previsível é que o partido que se encontra no poder, e competentemente aparelhou a máquina pública como não se via desde a Alemanha nazista, continue onde está. Os candidatos que até agora apareceram de modo mais consistente se mostram apenas mais do mesmo. Eduardo Campos e Marina Silva apresentaram recentemente um “pré-plano” de governo, com uma breve alusão à segurança pública.
A proposta foi bem resumida na crítica contundente do pesquisador Fabrício Rebelo: “Em meio a uma catastrófica situação de crise de criminalidade homicida, os utópicos pré-candidatos vêm com a balela de ‘cultura de paz’ e ‘reconciliação’ entre periferia e bairros centrais.” E lá vem a repetição da tese da “guerra” entre ricos e pobres.
Já Aécio Neves, o mais importante, pelo menos até agora, pré-candidato, há alguns meses flertou fortemente com mais restrições à liberdade individual, ao afirmar que o problema do desarmamento foi que ele desarmou pouco. É a ideologia contra os fatos, uma guerra em que a razão vem perdendo.
*Bene Barbosa, especialista em segurança pública e presidente do Movimento Viva Brasil
Revisado por Maíra Adorno @mairamadorno

Quem financia a esquerda?

Sempre quando surgem assuntos de política, ações de ONGs ganham destaque. ONG que defende isso, ONG que defende aquilo. ONG com projetos junto ao governo. ONG com pesquisas e estudos, ONG com solução para todos os problemas do país. Percebe-se que muitas delas atuam fortemente contra a opinião política da maioria dos brasileiros. Muitos temas discutidos na mídia e nas casas legislativas são defendidos por várias instituições que, de algum modo, tem muito dinheiro para gastar. Se a maioria dos brasileiros está contra ideias defendidas por algumas ONGs, como, financeiramente, elas conseguem atuar tão fortemente na política e na sociedade? Alguém está pagando por tudo isso.

Além dos financiamentos públicos, que estranhamente são para ONGs que defendem o que o brasileiro é contra, há um financiamento maciço que vem de fundações internacionais, que, claro, não se interessam pela opinião dos brasileiros, muito menos querem discutir tudo abertamente. Essas fundações tem agendas próprias, nada secreto, apenas discreto, e agem no mundo inteiro, patrocinando Organizações Não-Governamentais.

Em 2005 os brasileiros tiveram que votar sobre a proibição da venda de armas no Brasil. Quase 64% dos votantes opinaram contra o que seria o ato final do desarmamento da população, começado em 2003 (Estatuto do Desarmamento). Houve campanha dos dois lados, uma, o SIM, apoiado por quase toda a mídia, personalidades e as grandes ONGs Viva Rio e Sou da Paz.  A lista de financiadores do Sou da Paz está no link  e do Viva Rio no link.

Claro, várias empresas patrocinam essas ONGs, já que elas tem bom nome na mídia e na opinião pública de jornalistas socialistas. Quem quer ser taxado de anti-paz, não é mesmo?

A lista da Viva Rio é imensa, mas tirei screenshot de uma imagem para facilitar:

aaaa

Abaixo, uma imagem do site da Sou da Paz:

ss (2014-01-31 at 01.34.14)

Algo em comum? Não são apenas empresas que querem fazer um bom nome, são fundações internacionais e iniciativas da ONU. Aqui o balanço contábil da Viva Rio, que tem milhões de reais para bancar sua agenda desarmamentista.

Além disso, há o apoio a legalização das drogas, É Preciso Mudar:

ss (2014-01-31 at 02.11.32)

ss (2014-01-31 at 02.14.14)

Mais uma vez, com apoio dos famosos “artistas globais”, sempre modernos e “antenados”.

E tem o Avaaz, que retirou de seu site petições que não estavam de acordo com a agenda esquerdista. Um site de alcance global com ligações com a Open Society e outros grupos esquerdistas nos EUA, como mostra o site Discover The Networks, do ativista conservador David Horowitz.

http://www.discoverthenetworks.org/Thinkmap%20SDK%202.5%20Standard%20Edition/webapp/TM-1VER/index.asp?keyword=Avaaz.org

O dono da Open Society (patrocinadora de várias ONGs de esquerda), o bilionário George Soros, e o bilionário banqueiro Rockefeller (Rockefeller Foundation), mostraram seu apoio ao Mujica após a legalização no Uruguai:

Há outro assunto que é muito discutido, o aborto. Normalmente imagina-se que os dois lados estão com boa ação política, organizados e bem financiados. Mas não, as fundações internacionais (Ford e McArthur, no caso) têm uma agenda abortista e agem em vários países, na maioria das vezes utilizando nomes bonitos como “direitos reprodutivos”, “assistência médica” e “controle de natalidade”. A ação da Fundação Ford não é secreta. Leia o documento Os 40 Anos da Fundação Ford no Brasil, que contém a ação da fundação em outros assuntos, como o MST. O dinheiro não cai do céu.  E as estratégias não surgem aqui.

Um trecho abaixo:

ss (2014-01-31 at 01.47.27)

Uma ONG que age fortemente pela implementação do aborto e ideologia de gênero na América Latina inteira é a Clam10, que em seu site mostra que é patrocinada pela Ford Foundation. Imagem:

ss (2014-01-31 at 02.12.48)

Outra bem famosa é a feminista SOS Corpo, que é citada, junto com outras, no relatório da Ford Foundation. Imagem com o trecho onde ela é mencionada:

ss (2014-01-31 at 02.21.46)

Imagem com a tabela referente ao valor que eles receberem de patrocínio da Ford:

ss (2014-01-31 at 02.22.54)

Há também a ação de ONGs financiadas pelas fundações internacionais no campo dos “direitos humanos”. Entre aspas, já que o conceito de direitos humanos para esse pessoal é antagônico aos verdadeiros direitos humanos. Uma famosa é a Conectas, que recentemente mandou um documento com perguntas à Secretaria de Segurança Pública de SP e ao Comando da Polícia Militar de SP. Pedido de informação sobre o protocolo de segurança pública durante a Copa do Mundo 2014 na cidade de São Paulo. Contém questões interessantes, que, se respondidas integralmente, podem ajudar os “manifestantes” que querem vandalizar e, por consequência, confrontar a PM.

A lista de apoiadores: http://www.conectas.org/pt/institucional/apoio-e-parceiros

Imagem:

ss (2014-01-31 at 02.00.57)

Fundação Ford, Open Society…mais uma ONG bem financiada e completamente de esquerda. Também já recebeu dinheiro da Fundação MacArthur. (novo link)

Várias organizações financiadas pelo mesmo grupo de fundações. Todas com agendas similares, focando em várias áreas de ação da esquerda moderna. Nem citei as instituições ambientalistas, como a Survival International, que patrocina ações como essa:

 

Todas elas mantidas por bilionários e empresas do capitalismo. Assim como Engels bancava Marx, os “ziliardários” atuais bancam a implementação do socialismo no mundo inteiro.

E a direita? Onde estão as ONGs que são contra o aborto? Onde estão as instituições contra o desarmamento (nessa questão nós temos o MVB, que fez um trabalho excelente no referendo de 2005, lutando contra a mídia, os artistas e o dinheiro das fundações)? Uma que luta pelo combate as drogas? Alguma que proteste contra os abusos dos ambientalistas (melancias: verde por fora e vermelho por dentro) e suas ideias de “controle de natalidade em países pobres” (como sempre, Al Gore)? Conhece alguma? Quer criar alguma? Doe. Faça. Essas batalhas não serão vencidas sem a ação de base. Não adianta reclamar o dia inteiro e não agir.

Na próxima vez que perceber que ONGs estão agindo em defesa de alguma bandeira, faça uma pesquisa. Rapidamente você descobrirá quem são os patrocinadores e terá noção das verdadeiras bandeiras defendidas pelas instituições, não sendo enganado pelo palavreado bonito e mentiroso que a esquerda sempre utiliza para passar despercebida. 

“Eles precisam de muito dinheiro porque existe uma grande desvantagem: eles estão lutando contra a realidade. Lutam contra a natureza humana. Então estão sempre perdendo. Mas, enquanto perdem, eles podem destruir tudo.”

David Horowitz

p.s.: vídeo novo: Horowitz conversando com Glenn Beck sobre a situação das militâncias nos EUA e como as fundações bilionárias agem por lá. Dados reveladores.

Revisado por Maíra Adorno @mairamadorno

É tudo uma brincadeira?

Não é de hoje que a demagogia toma conta do cenário político em algum lugar do Brasil. No Senado nós temos o rei da demagogia, do discurso bonito e do comunismo disfarçado: Cristovam Buarque. Mas com ele estamos acostumados, e acaba nem sendo novidade. Mas hoje, O estado de São Paulo ganhou uma nova lei fantástica, digna da cabeça de alguém que não pode levar a questão da segurança pública de forma séria e honesta.

O deputado estadual André do Prado (PR) propos uma lei sensacional para combater os crimes no estado de SP: proibir a venda de armas de brinquedo. De acordo com ele, uma pesquisa realizada pela ONG Sou da Paz, que luta pelo desarmamento e foi uma das fortes instituições a lutar pelo SIM no Referendo de 2005, mostrou que um terço das armas usadas em crimes no estado são de brinquedo. Claro, a solução para combater os crimes foi proibir a vendas dessas armas, assim os bandidos pararão de roubar (matar não, já que fica difícil matar alguém com uma arma de chumbinho).

Os argumentos não ficam só no quesito da segurança pública, mas também atingem a relação dos pais com os filhos: dar arma de brinquedo para uma criança é fomentar o crime. Assim, a culpa da criminalidade não recai só no bandido, mas no pai que compra uma arma de plástico para brincar com seu filho de “polícia e ladrão”. Na mentalidade ideológica de algumas pessoas, todos querem ficar do lado do “bandido” nessa brincadeira, aumentando, assim, a criminalidade em todo país.

Como pode passar na cabeça de alguém que proibir a venda de armas de brinquedo vai afetar a criminalidade? Será que o bandido vai cumprir essa lei para depois descumprir a lei que fala que é proibido roubar e matar? Ao meu ver, o que passa na cabeça de políticos demagogos é a sensação de ter contribuído para o combate a criminalidade de uma maneira “inteligente”, na percepção dessa turma. Tratam essa questão como se fosse uma brincadeira de “polícia x ladrão”, como um pai que determina a hora para o fim do momento de diversão de seu filho. Infelizmente, no mundo real, os bandidos não obedecem a lei como os filhos obedecem os pais.

Será que na visão desses políticos a segurança pública é uma questão tão sem importância que pode ser usada para implementar demagogias e ideologias que se mostram, cada vez mais, burrices sem limites? Será que o dia-a-dia de certas cidades brasileiras não deixa claro que existe uma realidade que não pode ser combatida com palavras bonitas e ações estúpidas disfarçadas de “boa” atitude?

Ou será que, para políticos demagogos e ideológicos, a perda de 50 mil vidas brasileiras por ano não passa apenas de uma grande brincadeira?

Revisado por Maíra Adorno @mairamadorno

10 anos de fracasso

falhou miseravelmente

falhou miseravelmente

Hoje, 22 de Dezembro de 2013, completam-se 10 anos de implementação do Estatuto do Desarmamento, a lei 10826 que restringiu criminosamente a posse de armas e acabou com o direito ao porte.

No texto anterior eu comentei sobre a relativização do direito de defesa e, depois desse tempo de atuação do Desarmamento, dá para perceber que a isso realmente ocorreu. As manchetes de jornais, as discussões intelectuais, o discurso dos esquerdistas na internet, todos são consequência desse tempo sob a atuação do estatuto. O discurso relativista está tão forte em alguns segmentos que muitos esquerdistas relativizam até quando sofrem um crime. “Não é culpa do cara, e sim da sociedade”, “de quê adianta prender se ele vai ficar pior?”, “de quê adianta denunciar se o ciclo da violência não parar?”.

O governo do PT contou com a ajuda da própria população, que em muitos casos entregou sua arma com a esperança que isso iria trazer a paz imediata, confiando nas promessas fantasiosas dos apoiadores do desarmamento. Em outros, as estatísticas são resultados de fraudes. Infelizmente os bandidos não entregaram as armas, muitos menos respeitaram as novas leis (uma surpresa, sempre pensei que bandido era o nome dado a quem respeitasse a lei). Não há no brasileiro a noção explicada no meu primeiro textosobre o assunto: O Argumento Romântico. Bom, em 1932 muitos voluntários trouxeram suas armas de casa para lutar contra o governo de Getúlio Vargas.

O desarmamento é uma estratégia mundial, com forte ação da ONU e de fundações bilionárias (assunto do meu próximo post). Muitos governos locais também entram nesse projeto, por afinidade ideológica ou pressão, e acabam trazendo para si a responsabilidade total pela vida de seus cidadãos. Como se fosse possível ter polícia (Estado) em todo o canto. Ou será que é possível?

Mas, em 2005, o governo, as fundações internacionais, os artistas globais e as ONGs, sofreram uma derrota nas urnas: o povo brasileiro rejeitou a proibição do comércio legal de armas no país por meio de um referendo. Não adiantou em nada ter apoio de praticamente todos os políticos do país, o povo rejeitou a ideia maluca de proibir a compra e venda de armas legais. Só bastou uma entidade liderar a campanha pelo NÃO, utilizando argumentos históricos, dados e o bom-senso para que o brasileiro fosse às urnas rejeitar o que seria o começo de um processo de cassação de direitos por meio de votos populares. Até hoje existem as viúvas do referendo, que não aceitam que o povo brasileiro tenha ideias contrárias a agenda de esquerda.

Uma década depois e a violência no país alcança de guerra civil. Mais de 50 mil assassinatos por ano, ou seriam 60 mil? Assaltos, estupros, furtos e crimes bárbaros, tudo está fora de controle (ver Mapa da Violência). E, cada vez mais, a criminalização de quem defende a sua propriedade, sua família e a própria vida. O brasileiro é vítima das ideologias esquerdistas e das estratégias mundiais. Não há paz nas capitais. A paz no interior, onde SEMPRE foi comum pessoas andarem armadas, está diminuindo.

Não são 10 anos de fracasso de um time de futebol, são 10 anos de fracasso de uma lei demagógica que só serviu para fomentar discursos relativistas e ferir os direitos do cidadão brasileiro.

NÃO ao projeto de discriminação racial para São Paulo

O governador de São Paulo Geraldo Alckmin vai propor um projeto para a implementação de uma política de discriminação baseada em raça para a contratação de servidores públicos. Eu realmente não entendo como alguém pode propor algo tão demagógico, ainda mais em um estado formado por imigrantes de todo o Brasil e de várias partes do mundo. Sem contar a nossa característica de miscigenação, que inviabiliza a aplicação de cotas raciais (teria que ser “raça pura”? Conceito perigoso).
Não sei se o governador Alckmin quer tentar copiar o PT, tentar posar como alguém que faz políticas de esquerda para obter o voto e apoio dessa galera (militantes, ONGs e fundações). Infelizmente, governador, você está cavando a própria cova. Está preparando o terreno para o Padilha.

Quer pagar de bom-moço para a esquerda? Quer combater a esquerda socialista ao implementar uma política de discriminação racial e cair no discurso de que quem é contra é racista?

É a própria política de cotas que utiliza o nefasto conceito de raças para dividir o povo brasileiro. O próprio governo vai separar a sua população e institucionalizar o racismo. Não é a primeira vez que surge um projeto assim, o outro foi o de cotas para as faculdades estaduais paulistas.

Como alguém eleito no primeiro turno, com bom apoio em todo o estado, resolve implementar uma política que é uma bandeira da sua oposição? Resolve parecer “melhor” que a Dilma ao propor um absurdo desses?

Não há um lado positivo desse projeto. É entrar no jogo dos socialistas. É dividir o povo por raças. Depois da divisão alguém vai querer conquistar, e não será uma pessoa boa.

Se você é contra essa política de discriminação racial, entre em contato com o seu deputado estadual. Veja na lista da ALESP o email do deputado de sua região, ou de um partido que você apoia, ou qualquer um, e mande uma reclamação. O número de telefone também está no link anterior.

Abaixo a lista de emails de alguns deputados divididos por partidos da base do governo:

DEM

asoares@al.sp.gov.br
echedid@al.sp.gov.br
egalvao@al.sp.gov.br
deputadogilson@al.sp.gov.br
mleite@al.sp.gov.br
rnogueira@al.sp.gov.br
ademarchi@al.sp.gov.br

PSDB

afernandes@al.sp.gov.br
afossen@al.sp.gov.br
barrosmunhoz@yahoo.com.br
carlaopignatari@al.sp.gov.br
carlosbezerrajr@al.sp.gov.br
cauemacris@al.sp.gov.br
cleao@al.sp.gov.br
ccardoso@al.sp.gov.br
cgiglio@al.sp.gov.br
depdiladorborges@al.sp.gov.br
fcapez@al.sp.gov.br
helionishimoto@al.sp.gov.br
jcaramez@al.sp.gov.br
mzerbini@al.sp.gov.br
mlamary@al.sp.gov.br
mbragato@al.sp.gov.br
omorando@al.sp.gov.br
ptobias@al.sp.gov.br
ramalhodaconstrucao@al.sp.gov.br
rengler@al.sp.gov.br
rmassafera@al.sp.gov.br
samuelmoreira@al.sp.gov.br
welsongasparini@welsongasparini.com.br

PTB

http://www.al.sp.gov.br/alesp/deputado/?matricula=300217
eferrarini@al.sp.gov.br
heroilmastavares@al.sp.gov.br
lbatista@al.sp.gov.br
rbarbiere@al.sp.gov.br

PPS

alexmanente@al.sp.gov.br
rmorais@al.sp.gov.br
vsapienza@al.sp.gov.br

PV

padreafonso@al.sp.gov.br
betotricoli@al.sp.gov.br
chicosardelli@al.sp.gov.br
dilmodossantos@al.sp.gov.br
marcosneves@al.sp.gov.br
reginagoncalves@al.sp.gov.br
reinaldoalguz@al.sp.gov.br
ulyssestassinari@al.sp.gov.br

PSB

adilsonrossi@al.sp.gov.br
carloscezar@al.sp.gov.br
edthomas@al.sp.gov.br
orlandobolcone@al.sp.gov.br

PMDB

baleiarossi@al.sp.gov.br
itamarborges@al.sp.gov.br
hato@al.sp.gov.br
jcaruso@al.sp.gov.br
vdamo@al.sp.gov.br

Novamente, o link da ALESP com a lista de todos os deputados:

http://www.al.sp.gov.br/alesp/deputados-estaduais/?filtroNome=&filtroAreaAtuacao=&filtroBaseEleitoral=&filtroPartido=&filtroLegislatura=17

P.s.: para os deputados socialistas e comunistas o ideal é não aceitar esse projeto para que o PSDB não tenha o trunfo de ser a favor da “justiça social”. (risos)

Revisado por Maíra Adorno @mairamadorno

Página 4 de 6123456