Marcelo Centenaro

@mrcentenaro

Textos do vigário da Paróquia Santa Generosa reunidos em livro

O Monsenhor José Mayer Paine, hoje com 96 anos, é vigário da Paróquia Santa Generosa há 62, desde 6 de fevereiro de 1955. Por muito tempo, escreveu narrativas de sua visão dos Evangelhos, publicados no Informativo Mensal da Paróquia. Alguns desses textos foram selecionados e reunidos por Sonia Tanaka, que os colecionava, e publicados no livro Narrações do Novo Evangelho.

Sonia falou um pouco sobre o livro antes da palestra de Flavio Morgenstern, “Instituições democráticas, práticas anti-republicanas”, logo no início do vídeo. Ela também nos mandou o seguinte texto:

 

«No Evangelho não lemos a biografia de Jesus, mas a narração de seus ensinamentos. Da mesma forma, esta obra não trata da biografia do Mons. José Mayer Paine, nem tampouco de narrações do Evangelho, muito embora os textos sejam decorrentes deste último. Trata-se da reunião das publicações oriundas dos frutos das meditações e vivência do Mons. José, de sua longa e intensa vida de sacerdote como pároco da Igreja de Santa Generosa, repletos de doutrina, sabedoria e erudição.

Na vida de quem cultiva a santidade se produz um “novo Evangelho”. Assim, uma síntese da Boa Nova, narrada, vivida e ensinada pelo Mons. José Mayer Paine, é o que se encontra nas páginas do livro “Narrações do Novo Evangelho”.»

O livro pode ser adquirido por R$30,00 na secretaria da Paróquia Santa Generosa, na Av. Bernardino de Campos, 360, Paraíso, São Paulo, de segunda a sexta, das 8 às 18h. Os interessados que não puderem ir até esse endereço podem entrar em contato diretamente com a Sonia, somente por WhatsApp (11) 99918-2145.

Caso Santander-Queermuseu: Erotização de crianças era objetivo da mostra, dizem procuradores criminais, segundo van Hattem

O deputado estadual Marcel van Hattem (PP-RS) divulgou um release do Procurador de Justiça Criminal do Ministério Público do Rio Grande do Sul, Dr. Alexandre Lipp, sobre a mostra Queermuseu, organizada pelo instituto Santander Cultural.

Segue a íntegra.

15/09/2017

“EROTIZAÇÃO DE CRIANÇAS ERA OBJETIVO DA MOSTRA”, dizem Procuradores Criminais

Diante da repercussão da mostra Queermuseu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira, os Procuradores de Justiça Criminal Alexandre Lipp e Sílvio Munhoz visitaram ontem a exposição no Santander Cultural, que se mantém fechada ao público desde o último domingo (10), com o objetivo de tirarem suas próprias conclusões sobre o que foi exibido ao público infanto-juvenil.

Durante a visita, os procuradores de justiça constataram que, à exceção de algumas obras, a exposição tinha o nítido propósito de erotizar o público alvo e induzi-lo a tolerar condutas como orgias, zoofilia e vilipêndio a símbolos religiosos (crime definido no art. 208 do Código Penal). “A erotização da criança é um facilitador da pedofilia. Além disso, apresentar ao público escolar condutas como zoofilia em um contexto de respeito à diversidade, comunica a mensagem de que essas condutas devem ser aceitas” afirma Alexandre.

Sílvio chama a atenção para o fato de que eram as próprias escolas que definiam a faixa etária dos alunos visitantes, e que os pais provavelmente não tiveram ciência do conteúdo erótico a que seus filhos foram submetidos: “Independentemente de ser arte ou não, de gostar ou não, o que não se pode conceber é um conteúdo que serve visivelmente para erotizar crianças e adolescentes, e que as escolas estejam fazendo isso sem conhecimento e consentimento dos pais”.

Os organizadores que acompanharam a visita entregaram aos membros do Ministério Público o material didático distribuído aos professores para uso posterior em sala de aula. Disso, Alexandre conclui: “Para quem ainda tem dúvida, aqui está a prova de que a ausência de restrição etária não foi um descuido. O evento tinha como finalidade a doutrinação amoral do público infanto-juvenil, e os pais que agora tomaram conhecimento disso podem procurar o Ministério Público para a adoção de providências, sobretudo se descobrirem que os filhos participaram de alguma dinâmica sensorial sugerida no evento, o que pode caracterizar crime contra a dignidade sexual”.

O Ministério Público já recebeu mais de 20 representações para apuração de delitos como vilipêndio a objeto de culto religioso e apologia de crimes.

Publicação original:
https://www.facebook.com/marcel11022/photos/a.659564467398799.1073741826.186189258069658/1562804933741410/

A Batalha de Viena e a Vingança de Osama bin Laden

Rei João III Sobieski da Polônia

Corria o ano de 1683. O exército otomano, composto de cerca de 150.000 homens e liderado pelo Grão-Vizir Kara Mustafá Pashá marchou em direção a Viena. Era um alvo estratégico, que poderia dar aos turcos o controle sobre a região do Danúbio. O imperador Leopoldo I, do Sacro Império Romano-Germânico, fugiu para Passau com sua corte e 60.000 vienenses. O Duque Carlos V de Lorena se retirou para Linz. com 20.000 homens. O Conde von Starhemberg ficou defendendo a cidade com um contingente de apenas 15.000 soldados e 8.700 voluntários. Em 14 de julho, os otomanos cercaram Viena e exigiram sua rendição.

Os vienenses tinham 370 canhões e os muros da cidade haviam sido reforçados. Em vez de um ataque direto à cidade, os otomanos optaram por sitiá-la e tentar destruir gradativamente os muros. Todos os meios de fornecimento de alimentos foram cortados.

O rei da Polônia, João III Sobieski, honrando o acordo de defesa mútua entre Varsóvia e Viena, levou um exército de 80.000 homens para enfrentar os invasores. Saiu de Cracóvia em 15 de agosto e cruzou o Danúbio em 6 de setembro. Enquanto isso, os turcos estavam atacando a muralha com explosões sucessivas e chegaram a abrir buracos de até 12 metros de largura. Os defensores se preparavam para combater dentro dos muros.

Na tarde de 11 de setembro de 1683, os poloneses chegaram a Viena. Juntaram-se a eles as tropas do Duque de Lorena. O frei capuchinho Marco d’Aviano celebrou uma missa e todos se prepararam para enfrentar o cerco.

Os turcos em superioridade numérica, atacaram primeiro, tentando ao mesmo tempo resistir aos recém-chegados inimigos e invadir a cidade pelas aberturas nos muros. Instalaram dez bombas para derrubá-los, mas os defensores conseguiram localizá-las e desarmá-las. As forças germânicas lutaram bravamente e provocaram grandes baixas no exército otomano. Em seguida, os poloneses investiram contra o flanco direito do inimigo. Em vez de combater os poloneses, a maior parte da força turca estava tentando invadir a cidade. Com uma massiva carga de cavalaria, João III desbaratou as linhas otomanas e perseguiu os turcos que fugiram exaustos para o sul. Em cerca de 24 horas, as forças cristãs haviam vencido a batalha e salvo Viena.

Kara Mustafá Pashá foi executado em Belgrado, em 25 de dezembro de 1683, estrangulado por uma corda de seda puxada por vários homens de cada lado, por ordem do comandante dos janízaros.

A Batalha de Viena marcou a máxima expansão otomana na Europa. Depois dela, os cristãos reconquistaram a Hungria, a Transilvânia, Belgrado e a maior parte da Sérvia.

Depois de 318 anos de uma batalha que a imensa maioria dos ocidentais desconhece, Osama bin Laden vingou os otomanos contra os “cruzados”, com o atentado terrorista mais assustador e espetaculoso que conhecemos. Os jihadistas não se esquecem da Batalha de Viena. Para eles, a História inteira pertence ao presente.

Grão-Vizir Kara Mustafá Pashá

Frei Marco d’Aviano

Imperador Leopoldo I do Sacro Império Romano-Germânico

Conde Ernst Rüdiger von Starhemberg

Conde Carlos V de Lorena

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