Marcelo Centenaro

@mrcentenaro

Share

O Deus da Máquina, capítulo VI

VinlandNo sexto capítulo de O Deus da Máquina (Liberdade, Cristianismo e o Novo Mundo), Isabel Paterson nos diz que os europeus sempre imaginaram um lugar feliz a oeste do Oceano Atlântico. Essa tradição começa com Platão e a lenda de Atlântida e passa pelas Ilhas Afortunadas, a Ilha de São Brandão, Avalon, Hy-Brasil e Tir-Nan-Og.

Para que um lugar fosse feliz, era necessário que fosse livre. Os europeus criaram a ideia de um mundo mítico de liberdade e depois foram buscá-lo. Os primeiros a fazer isso foram os vikings. Procurando liberdade, Leif Ericsson chegou à América por volta do ano 1000 e estabeleceu uma colônia, que teve curta duração.

Isabel Paterson mostra que, em grande parte, a expedição de Colombo foi resultado da iniciativa privada. E que a riqueza gerada pela descoberta da América, ao inundar um país rigidamente governado e absolutamente homogêneo, acabou por arruinar o Império Espanhol. A Inglaterra acabou dominando o mundo porque era o país com o governo mais limitado.

A tradução do capitulo 5. Encontra-se aqui

A tradução  do capitulo: Liberdade, Cristianismo e o Novo Mundo. Encontra-se aqui

A tradução do capitulo 7. Encontra-se aqui

Revisado por Maíra Pires@mairamacpires

O Deus da Máquina, capítulo V

A Sociedade de Status e a Sociedade de Contrato

No quinto capítulo de O Deus da Máquina (A Sociedade de Status e a Sociedade de Contrato), somos apresentados ao conceito do jurista inglês Henry Sumner Maine de que as sociedades evoluem do status para o contrato. Na Sociedade de Status, o indivíduo não é reconhecido e ninguém tem direitos. As pessoas se definem por sua relação com o grupo e todos devem obedecer durante toda a vida. Na Sociedade de Contrato, as pessoas nascem livres. Todos os direitos pertencem ao indivíduo e são limitados apenas pelos direitos dos outros indivíduos.

A República Romana era uma mistura perfeita entre status e contrato. Com a Idade Média, a Europa regrediu quase completamente para o status. Quem conservou o contrato nesse período foi a Igreja.

Conforme o comércio começou a ressurgir, a Sociedade de Contrato lentamente emergiu outra vez. Muitos chamam esse fenômeno de aparecimento de uma classe média. Isabel Paterson diz que o termo é completamente incorreto. O que chamamos de classe média não é nem nunca foi uma classe. É uma forma diferente de sociedade: a sociedade sem classes, a sociedade livre, a Sociedade de Contrato.

A tradução do capitulo 4. Encontra-se aqui

A tradução do Capitulo: A Sociedade de Status e a Sociedade de Contrato. Encontra-se aqui

A tradução do capitulo 6. Encontra-se aqui

Revisado por Maíra Pires @mairamacpires

O Deus da Máquina, capítulo IV

Mapa das Invasões BárbarasNo quarto capítulo de O Deus da Máquina (Roma como uma Demonstração da Natureza do Governo), de Isabel Paterson, ela diz que o evento único que foi o domínio de Roma sobre o mundo revela qual a verdadeira natureza do governo. Toda a produção que mantinha o Império vinha de fora da capital. O que a capital fazia pelos empreendedores que sustentavam sua economia era exatamente abster-se de fazer qualquer coisa.

Porém, quando o Império se expandiu de tal maneira que não era viável mais nenhuma oposição interna, nenhuma revolta contra o domínio romano, a burocracia se inchou e sufocou a produção. Os bárbaros que destruíram Roma não eram uma força ascendente, não tinham objetivo nem capacidade de construir um sistema alternativo. Simplesmente vieram como animais selvagens que invadem uma plantação abandonada.

A tradução do capitulo 3 encontra-se aqui

A tradução do capitulo: Roma  uma Demonstração da Natureza do Governo. Encontra-se aqui

A tradução do capitulo 5 encontra-se aqui

Revisado por Maíra Pires @mairamacpires