Marcelo Centenaro

@mrcentenaro

O Deus da Máquina, capítulo X

dialecticO capítulo X de O Deus da Máquina (A Economia da Sociedade Livre), começa com uma crítica ao marxismo e à dialética de Hegel. Isabel Paterson lembra diversos casos de erros científicos involuntários, como os quatro elementos ou o flogisto, que impediram por muito tempo o avanço do conhecimento em determinadas áreas. No entender dela, o marxismo é um erro voluntário, uma manipulação da linguagem que gera conceitos vazios de significado, simplesmente para confundir o interlocutor.

Marx chama a sociedade capitalista de contrato de sociedade de classes. Isabel afirma que essa é a verdadeira sociedade sem classes. O “capital” e o “trabalho” não são classes, e não podem lutar entre si. Onde houve lutas de classe verdadeiras, como revoltas camponesas contra nobres, isso nunca produziu mudanças duradouras.

A invenção do maquinário produtivo e seu uso contínuo só são compatíveis com a liberdade política e econômica. Funcionando continuamente por um século, essas inovações elevaram o padrão de vida dos trabalhadores para um nível que seria considerado fabuloso pelos senhores medievais.

A tradução do capitulo 9. Encontra-se aqui

A tradução do capitulo: A Economia da Sociedade Livre. Encontra-se aqui

A tradução do capitulo 11. Encontra-se aqui 

Revisado por Maíra Pires @mairamacpires

O Deus da Máquina, capítulo IX

Carte_Lewis-Clark_Expedition

Mapa da Expedição de Lewis e Clark

O capítulo IX de O Deus da Máquina, A Função do Governo, traz uma das discussões mais importantes de todo o livro. Isabel Paterson demonstra que as únicas coisas que um governo faz são proibir e taxar. Na verdade, são as únicas coisas que um governo pode fazer.

Governos são necessários, porque é necessário que determinadas ações sejam proibidas. Taxar é necessário para que o governo tenha meios de agir. Mas não devemos nunca nos esquecer de que o governo é um mal. Um mal necessário.

A tradução do capitulo 8. Encontra-se aqui

A tradução do capitulo: A Função do Governo. Encontra-se aqui

A tradução do capitulo 10. Encontra-se aqui

Revisado por Maíra Pires @mairamcpires

O Deus da Máquina, capítulo VIII

Grupo de Dukhobors canadenses, fotografados em 2001.

Grupo de Dukhobors canadenses, fotografados em 2001.

No capítulo 8 de O Deus da Máquina (A Falácia do Anarquismo), Isabel Paterson afirma que somente sociedades primitivas podem funcionar sem governo.

A partir do momento em que uma sociedade chega ao estágio de possuir agricultura ou pecuária, as relações entre seus membros passam a depender do espaço e do tempo. Seus acordos e suas regras precisam funcionar por longos períodos e à distância. Isso não é viável se não existir um governo que garanta o cumprimento desses acordos e dessas regras.

Isabel nega que o governo possa ser baseado na força. Numa tribo, ou em qualquer tipo de sociedade, o mais forte dos homens não é mais poderoso que qualquer pequeno grupo que decida se opor a ele. Não é possível se impor pela força física, somente pela força moral.

A tradução do capitulo 7. Encontra-se aqui

A tradução do capitulo: A Falácia do Anarquismo. Encontra-se aqui

A tradução do capitulo 9. Encontra-se aqui

Revisado por Maíra Pires @mairamacpires