Marcelo Centenaro

@mrcentenaro

Pressione Temer pela indicação de Ives Gandra Filho

Você quer que Ives Gandra Filho seja indicado Ministro do Supremo Tribunal Federal? Está cansado do loteamento político da Corte Constitucional brasileira? De Ministros que apóiam o MST, que foram indicados por José Dirceu, de advogados do PT, do “Direito achado na rua”?

Temos a chance de ter no STF uma pessoa comprometida com as causas liberais e conservadoras e, principalmente, com o respeito à lei. Ives Gandra Filho é um jurista sério e respeitado, de posicionamento indubitavelmente liberal nas questões econômicas e conservador nas questões de família. Toda a esquerda, especialmente suas ramificações na imprensa, ficou em pânico com a possibilidade de sua indicação e faz uma campanha mentirosa e sórdida para desgastá-lo. Taiguara Fernandes de Sousa tem escrito repetidamente sobre isso, por exemplo, nestes textos:

Ives Gandra Filho, um ministro para os brasileiros
Boquirrotos mentirosos – Os jornais e a difamação de Ives Gandra Filho
Irmã de Ives Gandra Filho contratada “sem licitação” fez trabalho voluntário

Paulo Briguet e Lhuba Saucedo também escreveram sobre o assunto.

Seja Presidente, Temer!
Oxigênio para o STF

Está na hora de pressionarmos para que o presidente Michel Temer sinta que existe um outro lado, que a opinião pública concorda amplamente com o pensamento do Dr. Ives Gandra Filho, que aqueles que lutaram pelo impeachment são a maioria e querem outros ares no Supremo Tribunal Federal.

Entrem no site do Palácio do Planalto, no endereço https://sistema.planalto.gov.br/falepr2/index.php, e expressem sua opinião. Assinem esta petição. Principalmente, liguem para o Gabinete do Presidente da República, pelo número (61) 3411-1200, e para o do Ministro Chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, (61) 3411-1573 e (61) 3411-1935. Também mandem e-mails para gabinetepessoal@presidencia.gov.brcasacivil@presidencia.gov.br.

É necessário agir agora, antes que o presidente recue mais uma vez.

Revisado por Maíra Pires @mairamacpires

Você tem três minutos para ajudar a acabar com a invasão da UFSM?

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Ajude a pressionar os órgãos públicos em três minutos, conforme este post:
https://www.facebook.com/desocupaufsm/photos/a.356295928050157.1073741828.355725868107163/361908444155572/

Você também pode adaptar o texto para outras Universidades invadidas.

Como fazer:
Passo 1 – Acesse o site da ouvidoria: http://www.agu.gov.br/ouvidoria
Passo 2 – Preencha seus dados (CPF, Nome, Endereço…)
Passo 3 – Na caixa de texto “Digite aqui a sua demanda”, cole o texto abaixo:

Gostaria de realizar uma denúncia sobre um movimento estudantil realizando paralisações de maneira ilegal na Universidade Federal de Santa Maria-RS. O alegado movimento não conta com o apoio da maioria dos alunos da Universidade. Invadiu diversos prédios da UFSM em manifestação contra a PEC 55, não permitindo que a Universidade mantenha seu funcionamento normal, e impedindo inclusive a entrada de alunos que precisam realizar pesquisas e atividades a que estão comprometidos por contratos que não prevêem férias ou paralisações. Em muitos casos, essas pesquisas recebem recursos públicos de entidades como CNPq, CAPES e FAPERGS, além da própria UFSM.

Além disso, muitos dos serviços prestados à comunidade pela Universidade estão paralisados.

O Art. 5º da Constituição Federal garante diversos direitos individuais e coletivos. Entre eles, que “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”. Este direito vem sendo sistematicamente ferido, na medida em que os alunos são impedidos de realizar suas atividades educacionais.

Reza também o art. 5º, inciso XX, que “ninguém poderá ser compelido a associar-se ou permanecer associado a organizações”. A não participação de boa parte dos alunos em assembléias e associações estudantis é suficiente para deslegitimar a ação de um movimento que pretende representar a totalidade dos alunos.

Já o artigo 6º garante o direito à educação. Este direito também está sendo violado pelas invasões, assim como o direito de livre locomoção, citado no artigo 5º.

O devido processo legal está sendo seguido e debates e consultas populares estão abertos com relação à PEC 55/2016 (outrora 241). A invasão de Universidade é flagrantemente ilegal e não é uma forma aceitável de manifestação dentro de uma democracia. Protestos poderiam ser realizados em outros espaços, sem que se prejudicassem os direitos fundamentais de alunos, professores, funcionários e da comunidade atendida pela UFSM.

Nestes termos, peço à AGU que investigue os fatos que ocorrem na UFSM e que tome as medidas necessárias para restaurar o direito individual e coletivo à educação.

Aguardo resposta.

Revisado por Maíra Pires @mairamadorno

Golpe de 1964, por Suelem Carvalho

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No dia 28 de outubro de 2016, Suelem Carvalho, professora de História na Universidade Estadual de Maringá, proferiu uma palestra na sede da ADESG – Associação dos Diplomados pela Escola Superior de Guerra em São Paulo, sobre o livro que escreveu em parceria com Itamar Flávio Silveira, Golpe de 1964.

O livro procura dar uma visão menos distorcida do que foi o período militar. Segundo a autora, é uma tentativa de reparação da injustiça contra os personagens históricos que lutaram contra o comunismo. Embora a luta armada tenha sido derrotada, o movimento comunista venceu a guerra cultural. A visão dominante na sociedade inteira é aquela que os comunistas criaram. É necessário questionar essa versão dos fatos, investigar o que verdadeiramente ocorreu e apresentar ao público uma história que ele desconhece.

Segundo Suelem Carvalho, o PT acabou contribuindo para expor o embuste da esquerda e provocou uma reação da sociedade contra as ambições totalitárias de seu governo. Hoje, há focos de resistência nas universidades e na Internet. É preciso aproveitar a oportunidade criada e iniciar uma atuação no terreno da guerra cultural, que a esquerda até agora dominou sozinha de maneira incontestável.

O título do livro é uma estratégia comercial da editora. Não seria o escolhido pelos autores, mas eles concordaram com a proposta da editora, esperando assim atingir um público mais amplo.

Suelem mencionou que Aristóteles já dizia que o discurso do agente político é diferente do discurso do cientista político. Enquanto um busca convencer e alterar as ações de outros homens para alcançar um objetivo político, o outro busca compreender a verdade. Temos agentes políticos demais dizendo fazer ciência política e fazendo simplesmente política.

O último capítulo do livro trata exatamente do marxismo cultural e da Escola de Frankfurt, analisando especificamente o pensamento de Erich Fromm e Herbert Marcuse. Esses autores defendiam a destruição dos valores da civilização ocidental como caminho para a construção de uma sociedade justa. A sociedade atual se fundamenta em instituições como a família, a escola e a igreja, que precisariam ser enfraquecidas e desmoralizadas. Para isso, todas as armas são válidas. A desinformação que vemos no atual movimento de invasão de escolas, que faz com que jovens acreditem que a PEC 241 vai privatizar as escolas públicas e demitir seus professores, é um exemplo da aplicação dos princípios da Escola de Frankfurt.

Quero acrescentar que fiquei muito interessado no trabalho da ADESG. Conheci alguns de seus membros e soube dos cursos e palestras que promove. São iniciativas valiosas que precisam ser divulgadas, especialmente os CEPEs, Cursos de Estudos de Política e Estratégia. Esses cursos são realizados em diversas sedes no Brasil e divulgam os ensinamentos doutrinários da Escola Superior de Guerra. Maiores informações em http://www.adesg.net.br/cursos-de-estudos.

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Revisado por Maíra Pires @mairamacpires

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