L. Lopes

Dilma e a ‘Guerra dos Cabides’

Hoje, graças a Ricardo Noblat, ficamos conhecendo detalhes sobre a “Guerra dos Cabides”. Episódio em que a presidente Dilma Rousseff atira cabides em sua camareira.

Durante a última campanha presidencial circularam boatos na imprensa de que esse ocorrido  iria para a campanha de TV/Rádio do PSDB. Infelizmente, não foi.

Ainda, segundo Noblat, a camareira “Jane” foi comprada com um apartamento, uma soma em dinheiro e um novo emprego. Perguntas: Quem intermediou o novo apartamento (já que a rigor ela teria “furado a fila” no financiamento governamental)? Quem foi responsável pela quantia de dinheiro? Quanto foi a quantia de dinheiro? Quem é o novo empregador?

Dilma Rousseff é assim, “fala grosso com camareira e fino com banqueiros, empreiteiros e Lula”, invertendo o mantra de Chico Buarque de que o governo do PT “não fala fino com os Estados Unidos nem grosso com a Bolívia”.

Outros episódios ilustram o destempero da presidente com seus subordinados. Relembre alguns que foram notícias, mas a “militância de esquerda” ficou em silêncio:

Brazil's President Rousseff participates in ceremony of announcement for new measures of Plan "Brasil Maior" in Brazil

Dilma Rousseff atira notebook de um diretor do DNIT na parede

“Ministros e técnicos do governo federal agora evitam levar os próprios notebooks para reuniões com Dilma. Fiel ao seu jeito de ser, em recente reunião com dirigentes e técnicos do DNIT, se irritou com um deles, que insistia em mostrar-lhe no computador um projeto já rejeitado. Com firmeza e agilidade, tomou-lhe o notebook das mãos e o arremessou para longe, espatifando-o, para em seguida dispensar o interlocutor chamando o despacho seguinte: “Próximo!”.” Fonte.

Dilma Rousseff arrasta o segurança com arrancada do carro oficial

“O episódio ilustra a tensão que cerca assessores mais próximos de Dilma Rousseff no dia-a-dia: há cerca de dois meses, Dilma e o chefe da segurança presidencial, general Amaro, deixavam o Palácio do Planalto para mais um compromisso. Amaro é aquele clássico guarda-costas. Em último caso, tem de se jogar na frente da bala para salvar a vida da presidente.
Ocorre que ao pegarem o elevador, no terceiro andar, acabou faltando espaço para Amaro. Dilma desceu até a garagem, onde estava o comboio, entrou no carro e, ao perceber que o general havia ficado para trás, ordenou:
– Arranca! Arranca!
Diante da veemência de Dilma, o motorista comunicou a equipe pelo rádio e acelerou. Amaro, que já colocava a mão na maçaneta do carro, quase foi ao chão com a arrancada.Fonte.

Dilma Rousseff abandona tradutora no Panamá de propósito e se diverte

“A presidente Dilma não demitiu antes o ex-chanceler Antonio Patriota por achar que “todos são a mesma coisa”, como diz dos diplomatas. Mas tratava mal a todos, como a tradutora em visita aos EUA que Dilma detestou. Para se vingar do Itamaraty pela viagem pífia, ela abandonou a tradutora no aeroporto da Cidade do Panamá, após escala na viagem de volta. Os colegas da moça, diplomatas, ficaram revoltados.
A escala para reabastecer demorou menos que previsto. Dilma mandou o avião decolar, mesmo sabendo que a tradutora ainda não retornara. A tradutora, que havia desembarcado para procurar uma farmácia, foi abandonada no Panamá sem passaporte nem malas. Dilma se divertiu.” Fonte.

Dilma atira cabides em camareira

“Uma pessoa que não ama seus semelhantes, ou que não sabe expressar seu amor por eles, não pode ser amada.  Que o diga Jane, ex-criada do Palácio da Alvorada.Um dia, Dilma não gostou da arrumação dos seus vestidos. E numa explosão de cólera, jogou cabides em Jane. Que, sem se intimidar, jogou cabides nela.O episódio conhecido dentro do governo como “a guerra dos cabides” custou o emprego de Jane.” Fonte.

Dilma desce a bordoada em camareira que se engana com colar

Caso da camareira que teria tomado uma bordoada, após pegar um colar diferente do solicitado pela patroa temperamental. Ou os médicos e militares, ajudantes de ordem, que, maltratados, passaram a enfrentar até problemas emocionais. Entre as histórias mais marcantes de bullying de Dilma: levou uma oficial da Marinha, indignada, a abandonar sua ajudante de ordens.”  Fonte.

Existe também o clássico em que a então ministra Dilma teria feito o ex-presidente da Petrobras Sergio Gabrielli chorar após uma bronca. Gabrielli, claro, negou. Fonte.

Dilma é assim. Sem mais, nem menos.

Revisado por Maíra Adorno @mairamadorno