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Médicos cubanos: fracasso do governo e trabalho escravo

A situação é bizarra até mesmo para os padrões do governo federal: para justificar a contratação dos médicos cubanos, que aqui trabalharão em regime análogo à escravidão, é preciso assumir expressamente que a gestão federal é um fracasso na saúde pública, e até mesmo apoiadores (incluindo revistas, blogs e o DCE da Internet™) precisam reconhecer tal fiasco para alegar a necessidade da vinda dos estrangeiros.

Simples assim, descaradamente assim.

São dez anos de gestão petista, não há para onde correr, não há neoliberalismo ou FHC a culpar. Assumir esse fiasco poderia ser um lampejo de sinceridade, mas é apenas um efeito colateral da curiosa opção feita pelo governo de preferir os tais médicos importados ao investimento estrutural.

Outro problema que surge para a militância petista é fazer de conta que esses profissionais terão todos os direitos trabalhistas e garantias constitucionais – pelos quais nossa esquerda tanto briga, mas dos quais se esquece e considera superficiais quando se trata de médico cubano.

Desse modo, quando seu amiguinho do PT defender essa medida estapafúrdia, lembre-o de duas coisas:

1) tal contratação é antes de tudo um reconhecimento expresso do FRACASSO da gestão do partido na saúde; e

2) os médicos cubanos não terão direitos trabalhistas nem garantias constitucionais, de modo que defender tal trabalho é o mesmo que defender o trabalho análogo à escravidão.

Aguarde o silêncio.

psaqui, a parte da escravidão de maneira mais detalhada.

Médicos cubanos no Brasil: quem defende é a favor do trabalho escravo

trocando 1 idéia

trocando 1 idéia

O governo federal tirou da cartola uma solução mágica para o problema de falta de médicos em algumas cidades: importação de profissionais. E eles vem de nada menos que Cuba, aquele paraíso da medicina (e da liberdade).

Alguns do DCE da Internet™, não apenas defenderam isso (o governo joga vocês em cada uma, hein?) como chegaram ao ponto de chamar de XENÓFOBO quem divergisse da chegada de médicos cubanos ao Brasil. Será que há XENOFOBIA aí? Obviamente, não.

Vejamos, portanto, alguns pontos básicos que vão além do “eles são de Cuba e não os queremos aqui por isso”:

A Esquerda pró-Patrão Opressor
Nossa esquerda é a favor dos direitos trabalhistas. Desse modo, não apenas é contra uma empresa contratar alguém que “tope” fazer um serviço em condições precárias que os demais recusam, como também luta para que os empregados tenham direito ao salário justo, sem contenção por parte do empregador.

Nada disso, porém, vale para os médicos cubanos. Como sempre acontece com o povo cubano na opinião de nossa esquerda, toda e qualquer atrocidade é válida para que a grande revolução “prevaleça”. Na verdade, é para levantar um troco para o governo cubano, mas a desculpa é a revolução blablabla.

Trabalho Escravo
Os médicos de Cuba, caso atuem no Brasil, trabalharão em regime análogo ao de escravidão. Pois é, isso mesmo. Na acepção jurídica desse vínculo, serão ESCRAVOS. A mesma esquerda que corajosamente lutou para que empregadas domésticas tivessem direito aos benefícios da CLT agora acha normal que profissionais cubanos não tenham nem mesmo o direito à integralidade do salário, direito de ir e vir, possibilidade de mudança de emprego e demais garantias fundamentais da nossa Constituição.

A lei brasileira, por óbvio, não permite o trabalho análogo à escravidão e, assim, será preciso MUDÁ-LA para que os médicos de Cuba venham para cá. Pela nossa lei (como em qualquer país livre ou relativamente livre), é possível trocar de emprego, locomover-se sem restrições, ter acesso ao salário integral e, importante agora, TODO SERVIÇO TERCEIRIZADO PELO PODER PÚBLICO DEVE TER PAGAMENTOS SALARIAIS E RECOLHIMENTOS DE ENCARGOS COMPROVADOS.

O médico cubano não tem FGTS, nem seguro desemprego, nem INSS, nem nada. Pela lei brasileira, ele não pode trabalhar aqui sem tais benefícios e, mais ainda, jamais poderia ser contratado pelo governo. Ou mudam a lei, ou mudam o sistema de Cuba.

Na pressa de defender o governo, vejam só, a galera do DCE da Internet™ automaticamente defende a supressão das leis trabalhistas para atender à conveniência do intermediário contratado. Para defender um socialismo maluco, vale até mesmo o ultraliberalismo mais exacerbado. Estão de parabéns.

Problema Estrutural
Trazer médicos do exterior, seja de Cuba ou da Noruega, é paliativo. O problema maior diz respeito à ESTRUTURA e não aos profissionais. O Brasil tem médicos ótimos, que estão muito acima da pajelança cubana, e não faltam “salários bons” nessas regiões, mas sim estrutura adequada para a atuação.

Colocar médico cubano num fim de mundo sem mexer estruturalmente nesse tipo de grotão, bem sabemos, é fazer com que continue um lugar inóspito e sem condições, mas agora com um estrangeiro e seu estetoscópio (caso tenha).

Vida Íntima Restrita
Se não bastasse tudo isso, a sandice é tão sem tamanho que esses médicos não tem nem mesmo DIREITO À VIDA ÍNTIMA. Nos países que mantém tais contratos com Cuba (basicamente a turminha bolivariana do barulho), eles são PROIBIDOS de ter até mesmo intimidades. Pra quem duvida, aqui está a prova.

Feliciano é uma merda, né? E isso é ainda pior. Mas essa atrocidade à vida íntima é ACEITA pela nossa gloriosa esquerda. Na sanha de repassar uma graninha para os que mandam naquela ilha, até mesmo direitos humanos elementares são suprimidos – além de outros direitos não exatamente disponíveis, como a garantia do salário e que tais.

Revalidação
Por fim, outra obviedade: revalidação do diploma. Todo e qualquer profissional formado no exterior PRECISA validar seu diploma no Brasil. Assombrosamente, há quem defenda a dispensa dos médicos cubanos dessa “burocracia”.

É mole?

Médicos formados no exterior precisam requerer a revalidação em faculdade pública brasileira que ministre o curso referido, com cópia do diploma e toda a documentação da instituição em que se formaram (incluindo currículo, conteúdo, bibliografia e histórico escolar). Mediante esses trâmites, uma Comissão Especial de professores dessa faculdade pública brasileira fará um julgamento de equivalência (nunca em bloco, mas sim analisando caso a caso).

Já que alegam a supremacia da medicina cubana (até a VACINA PARA O CÂNCER DE PULMÃO AVANÇADO eles já teriam desenvolvido), por que não admitem prestar essa provinha? Não há explicação plausível para a recusa dessa avaliação – mas quem atropela Constituição Federal e CLT, passar por cima dessas normas se torna até bobo.

Conclusão (também óbvia):
O governo não pretende acabar com as péssimas condições estruturais, mas sim estabelecer um paliativo eterno que consiste basicamente no repasse de grana ao governo de Cuba. Simples e lamentável assim.

E o DCE da Internet™, antes de alegar XENOFOBIA quando alguém é contra a vinda desses médicos, precisa levar em conta os fatos inequívocos: quem defende essa contratação é expressamente favorável ao trabalho análogo à escravidão.

Olha o que o governo os faz defender…

Há foco nas manifestações: a corrupção do governo

Pesquisa Datafolha mostra que o foco é o combate à corrupção e o manifestante, na média, é liberal de esquerda com maioria esmagadora contrária à ditadura. Governistas choram.

combatendo a corrupção

combatendo a corrupção

Como já foi explicado aqui, governistas tentaram embarcar nas manifestações quando viram que seria possível desgastar um adversário. Criaram fanpages, campanhas de impeachment (agora são contra…), tumblrs etc. Daí viram que era um protesto nacional especialmente contra o governo que defendem e trataram de enfiar a viola no saco, desqualificando os manifestantes.

A saída estratégica veio acompanhada de uma explicação: “falta foco”. Bobagem, não falta foco algum. E também é idiotice alegar fascismo, golpismo, antidemocracia etc. Quem diz isso são os números de pesquisa abrangente, não achismos do tipo “eu vi fulano” ou “meu vizinho falou que”.

Segue análise.

Foco
Cerca de 50% dos manifestantes declaram o combate à corrupção como principal bandeira. Some-se a isso os 27% que assinalaram “contra os políticos” e temos uma maioria incontestável.

Eis que alguns usam a falácia do “isso não é foco, pois todos são contra”. Todos SE DIZEM contra, mas a prática está aí, a olhos vistos, com muitos dos alegadamente contrários defendendo pilantra do partido ou tergiversando sobre seus crimes.

Quanto ao mais, qual o problema de uma passeata contra a corrupção? É proibido mostrar indignação quanto a isso? O mesmo poderia ser dito de quem faz passeata para combater a violência ou especificamente aquela praticada contra a mulher. Acontece a rodo, o problema é grave e deve ser combatido – de modo que seria idiota alguém dizer “ah, mas isso já sabemos, não precisa protestar, não faz sentido reclamar do que todos sabem que é errado”. Faz, sim.

No fim das contas, ser contra reclamar da corrupção em passeata diz muito do crítico da manifestação – que passa um recibo e tanto sobre a ética daqueles por ele defendido, ou mesmo de sua ética própria. Por outra: o que pensar de alguém que se coloca contra uma passeata para reclamar da violência? Pois é.

Golpe? Fascismo? Nada disso
O Datafolha traçou perfil dos manifestantes e o resultado demole as teorias conspiratórias, chiliques e demais lágrimas inconformadas dos governistas – e do DCE da Internet™ em geral. Segue trecho da reportagem da Folha:

“Quando questionados sobre a posição ideológica em que se encaixa, 32% se apontaram como extremos liberais e 29%, liberais. A participação conservadora, embora minoritária, foi expressiva: 20% se viram desta maneira. 2% se disseram extremos conservadores. No geral, este posicionamento é mais liberal do que a última pesquisa Datafolha que fez esta pergunta em toda a cidade, de outubro do ano passado. Naquela pesquisa, 34% se disseram liberais ou extremos liberais, e 42% como conservadores e extremos conservadores. Quanto à posição política, 36% eram de esquerda ou centro-esquerda e 21%, de direita ou centro-direita. Em toda a cidade, essa proporção praticamente se inverte –é de 24% e 34%, respectivamente. Também rechaçam a volta da ditadura: para 87%, a democracia é sempre melhor do que qualquer outra forma de governo” (grifos nossos)

Nada menos que 87% refutam volta da ditadura (algo óbvio, mas que precisou ser incluído nas perguntas diante das teses estapafúrdias de quem agora vê o partido do coração xingado na rua). Fora isso, a maioria é ainda por cima liberal de esquerda (embora o descontentamento seja geral, como mostram os índices todos).

Não há golpismo, por óbvio. Inventem outra desculpa, caros governistas, essa foi enterrada de vez.

Enfim
O povo está, sim, inconformado e, para desespero do PT, os manifestantes são em maioria aquilo que antes configurava o eleitorado padrão do partido: jovens democratas de esquerda liberal. Evidentemente, essas perguntas “esquerda/direita” são simplistas, mas o resultado serve como medição para efeito eleitoral.

Em pronunciamento ridículo, sem pé nem cabeça e feito com atraso significativo, a própria Dilma reconhece a corrupção como alvo e aponta para a transparência (faltou explicar o porquê de seu partido endeusar os mensaleiros condenados exatamente por corrupção e, mais ainda, dizer o motivo de ter recentemente imposto SIGILO aos gastos de viagens ao exterior). Deixou sua militância online mais uma vez pendurada na brocha.

Na verdade, ninguém esperava por isso, seja governo ou oposição. Parecia incontestável a popularidade da Presidente e, de um dia para o outro, as pessoas passaram a ir pras ruas, cada vez mais pessoas em cada vez mais cidades, trazendo à tona o descontentamento geral até então desconhecido ou nunca divulgado pela mídia que, curiosamente, os governistas chamam de “golpista”.

Exemplo disso são os vídeos que registram algo inédito: pessoas VAIANDO DE CASA o pronunciamento presidencial, com aquele efeito sonoro ironicamente muito parecido com o de gols da seleção brasileira de futebol. Vejam só.

Sobre o pronunciamento, o Exilado como sempre fez a melhor síntese em vídeo.

Por fim, protestos nas ruas não são autoritários, mas sim reforço da democracia. É ridículo chamar de fascista quem reclama do governo. E, se querem mesmo mudar esse quadro, é preciso antes e acima de tudo mudar a forma de governar.

A dica das ruas é combater a corrupção. Mas sabemos que isso não será feito. Então podem chorar. Ao contrário dos mensaleiros corruptos, o choro é livre.

Vira-Latas: na verdade, o brasileiro é um Poodle Toy que se acredita Pitbull

dilma_caxirola

Como o Brasil sediará a Copa do Mundo FIFA de 2014, surgem discursos contra e em favor do evento – nem todos, é verdade, embasados em fatos (seja para elogiar ou detratar a realização do torneio pelo Brasil). E junto ao debate, como sói, aparece a alegação de que os críticos teriam “Complexo de Vira-Latas”.

O erro é grotesco e um pouco engraçado. Explico.

Brasileiro, quando nacionalista, é arrogante, prepotente e ignorante, exatamente como qualquer nacionalista do mundo. Nossos pitbulls do patriotismo mocorongo acreditam que somos melhores do mundo em várias coisas: culinária, música, beleza das mulheres, alegria do povo, capacidade econômica e até mesmo no futebol. Para eles, aliás, “deus” seria também brasileiro.

Não somos, portanto, vira-latas. É caso de poodle-toy que acredita ser pitbull. Nossa culinária não é a melhor do mundo, nem nossa música, nem beleza das mulheres, alegria do povo etc. Os poodle-pitbulls, no entanto, atribuem Complexo de Vira-Latas aos que ressalvam suas alegações de patriotada megalomaníaca.

Reconhecer que não estamos necessariamente NO TOPO não é Complexo de Vira-Latas, mas sim um bom senso necessário que evita o ridículo Complexo de Pitbull. Simples assim.

Criticar a realização da Copa do Mundo no Brasil está longe de qualquer complexo, pois são os fatos a gritar nesse sentido. Dinheiro público jorrado aos bilhões e sem qualquer expectativa de retorno, estádios imensos em regiões sem tradição alguma para lotar até mesmo ginásios e, como sempre, uma turminha do barulho ficando bilionária nessa farra.

Os Jogos Panamericanos realizados no Rio de Janeiro seriam uma espécie de “prova de fogo” quanto à capacidade de fazer algo do tipo. E falhamos miseravelmente. O velódromo, em vez de ser aproveitado para as Olimpíadas, teve que ser retirado da cidade porque não tinha as dimensões oficiais. O estádio Engenhão, de tão mal feito, estará em obras até 2015.

Desse modo, não são Vira-Latas os que apontam para esses absurdos, mas sim Pitbulls complexados, cidadãos-poodle do governo, os que defendem o indefensável (seja por razões políticas ou por simples caso de burrice).

E aproveito para pedir desculpas ao pessoal dessa esquerda que adora Nelson Rodrigues na mesma proporção em que odeia matemática, lógica e afins, quando se trata de gastos públicos. Mas Síndrome de Estocolmo é outro papo.

Curiosidade: você não é de esquerda, mas libertário

E o mais incrível é que você não precisa mudar um único pensamento ideológico quanto a isso.

Ron Paul (à direita, libertário) batendo papo com Reagan (conservador)

Ron Paul (à direita, libertário) batendo papo com Reagan (conservador)

Sim, falo de você. Exatamente: você. E eu sei que você entende de política, lê sobre o tema, gosta de comentar as notícias. Sim, eu também sei que você gosta de candidatos e até de partidos que se identificam com a esquerda ou alegam dela fazer parte. Pois é, eu sei disso tudo. Mas é de você, mesmo, que estou falando.

E posso explicar. Sei que é difícil quando alguém chega do nada, dizendo: “você não é isso”. Apenas aviso que a culpa não é minha, pois o pessoal inventa de misturar conceitos e atribuir nomes equivocados e no fim das contas as coisas não fazem muito sentido. A menos que se dê a algo o nome que esse algo tem. É isso.

Agora que estamos mais calmos, vamos aos fatos. Você é a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo e, nesse sentido, até mesmo acha que não cabe ao governo determinar quais casais devem ou não adotar filhos – usando como critério sua sexualidade.

Mais: por você, não haveria a política atual de proibição de drogas. E o aborto, mediante algumas condições e fiscalizações – além de datas e laudos –, deveria deixar de ser crime.

“Então sou de esquerda” – está você aí pensando. E digo que não. Você é libertário. Calma, não estou invadindo searas íntimas (avisei que no Brasil as coisas se misturam de forma estranha), nem digo que o “quentinho” é para você. Falo de política, mesmo.

Sigamos.

Para entender melhor, há um diagrama talvez simplista, mas não por isso equivocado (veja aqui). Claro que há muitos outros pontos e detalhes, mas a base de tudo é essa.

Notem que esse diagrama é PRA LÁ DE GENTIL com nossa autoproclamada esquerda, inserindo em seu campo ideológico uma série de fatores (basicamente, todos compreendidos no quadro central) que não dizem respeito ao que de fato a esquerda propõe e aplica.

Liberdade pessoal ou individual, como já comprovei aqui, definitivamente não faz parte do pensamento esquerdista. Fim de privilégios corporativos estatais, muito menos, haja vista monopólios como Petrobras e que tais (ou mesmo cabendo ao governo a prerrogativa exclusiva de coisas como previdência, recolhimentos fundiários, regulamentação de sindicatos – dos quais somos OBRIGADOS a fazer parte – e assim por diante).

Sim, o diagrama não contempla a esquerda brasileira, mas sim o que no mundo em geral se tornou razoável definir como esquerdista; calcule por aí o atraso do Brasil e, mais ainda, o tanto que você não é tão “de esquerda” como supunha – mas não tenha raiva de mim, por favor.

Pois bem: considerando os pontos correspondentes à gestão do estado e também as bandeiras de liberdades individuais expostas nos primeiros parágrafos, temos que você não é “de esquerda”, mas libertário. Bem vindo ao clube, aliás.

Sei como é difícil no começo, mas você acostuma. E não precisa sair divulgando para a galera da cerveja, sei que nem todos vão compreender e você pode ser mal tratado (você bem sabe como são tratados os que pensam de outra forma…). Fique na sua, não precisa sair do armário do DCE das redes sociais. Todos entendemos os riscos.

Mas fica aí o recado e, bom, procure agora ler mais sobre a ideologia libertária (só cuidado para ninguém da turma pegar escondido). Você vai gostar – como disse, você não precisa mudar uma vírgula do que pensa, apenas conhecer o “nome” (conceito) disso no espectro ideológico. E, novamente, bem vindo.

ps – Como em qualquer corrente ideológica, os libertários também tem os seus/nossos “doidos de juntar criança”, cujo extremo chega ao anarquismo puro e simples e, por óbvio, isso é loucura sob qualquer ponto de vista razoável. Entenda-se “libertário” nos termos do quadrinho lá, não do que talvez apareça em algumas buscas na web (piadas que, verdade seja dita, são ótimas porque de fato existem mesmo esses malucos).

ps 2 – Claro que este texto é para você, leitor, não para militante; para esses, que além de tudo se dizem “socialistas” ou mesmo “comunistas”, caso estejam lendo (eu sei que estão, viu?), peço para dar uma espiada aqui. Com a devida licença da legislação de Godwin, falar de si próprio como socialista é, na prática, tão nojento quanto se dizer nazista (e digo isso como alguém de ascendência judaica, não falo por terceiros).

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