ELEIÇÕES 2014

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Pesquisas estaduais do Ibope: 23/09 e 17/09

Os números mais recentes do Ibope trazem a esperada virada dos candidatos do PSB em Pernambuco; a continuidade do crescimento de Pezão no RJ – hoje ele já lidera a corrida no estado; a vitória de Pimentel em primeiro turno em Minas Gerais; Raimundo Colombo vencendo em primeiro turno em Santa Catarina; Beto Richa vencendo em primeiro turno no Paraná e Geraldo Alckmin também em primeiro turno em São Paulo. Seguem o resumo dos dados para governador (em azul as intenções de votos e em vermelho a rejeição) e para o Senado:

Governo de SP – Ibope 23/09
Geraldo Alckmin(PSDB) 49%, 16%
Paulo Skaf(PMDB) 17%, 13%
Alexandre Padilha(PT) 8%, 23%

Senado por SP – Ibope 23/09
José Serra(PSDB) 34%
Eduardo Suplicy(PT) 25%
Gilberto Kassab(PSD) 5%

Governo do RJ – Ibope 23/09
Luiz Fernando Pezão(PMDB) 29%, 16%
Anthony Garotinho(PR) 26%, 39%
Marcelo Crivella(PRB) 17%, 12%
Lindberg Farias(PT) 8%, 18%

Senado RJ – Ibope 23/09
Romário(PSB) 44%
César Maia(DEM) 21%

Governo de MG – Ibope, 23/09
Fernando Pimentel(PT) 44%, 12%
Pimenta da Veiga(PSDB) 25%, 13%

Senado MG – Ibope 23/09
Antonio Anastasia(PSDB) 47%
Josué Alencar(PMDB) 20%

Governo de PE – Ibope 23/09
Paulo Câmara(PSB) 39%, 14%
Armando Monteiro(PTB) 35%, 19%

Senado por PE – Ibope 23/09
João Paulo(PT) 34%
Fernando Bezerra(PSB) 28%

Governo de SC – Ibope 17/09
Raimundo Colombo(PSD) 49%, 13%
Paulo Bauer(PSDB) 17%, 10%

Senado por SC – Ibope 17/09
Paulo Bornhausen(PSB) 25%
Dário Berger(PMDB) 22%

Governo do PR – Ibope, 19/09
Beto Richa(PSDB) 47%, 15%
Roberto Requião(PMDB) 30%, 23%
Gleisi Hoffman(PT) 12%, 24%

Senado pelo PR – Ibope, 19/09
Álvaro Dias(PSDB) 64%
Ricardo Gomyde(PCdoB) 6%

Ibope, 23/09 – Consolida-se o segundo turno entre Dilma e Marina

Os novos resultados do Ibope, apresentados ontem no Jornal Nacional mostram certa estabilidade nos números: somente tivemos variações dentro da margem de erro, tanto de Dilma(+2)quanto de Marina(-1). Aécio, que precisa crescer, está parado em 19%. Vejam os números da pesquisa (em azul as intenções de voto, em vermelho a rejeição), as 3 simulações de segundo turno e os números do Ibope quebrados por 4 estados-chave:

NACIONAL
Dilma 38%, 31%
Marina 29%, 17%
Aécio 19%, 19%

2o Turno

Marina 41% x 41% Dilma
Dilma 46% x 35% Aécio
Marina 44% x 31% Aécio

São Paulo – 22,4% do eleitorado brasileiro
Dilma 25%
Marina 32%
Aécio 19%

Minas Gerais – 10,7% do eleitorado brasileiro
Dilma 32%
Marina 20%
Aécio 31%

Rio de Janeiro – 8,5% do eleitorado brasileiro
Dilma 34%
Marina 32%
Aécio 13%

Pernambuco – 4,5% do eleitorado brasileiro
Dilma 39%
Marina 39%
Aécio 4%

Vejam abaixo os gráficos do G1 mostrando a evolução da intenção de votos e de rejeição dos candidatos

 

1oTurno_Ibope_2209

SegundoTurno_Ibope_2209

Rejeicao_Ibope_2209

Pesquisa IBOPE, 16/09: Dilma cai e Aécio sobe

O Jornal Nacional acabou de divulgar nova rodada de pesquisa Ibope. Ao contrário da última, encomendada pela CNI, desta vez o instituto não segurou o resultado por dois dias. Eis os números, como sempre trazendo em azul a intenção de votos e em vermelho a rejeição:

Dilma 36%, 32%
Marina 30%, 14%
Aécio 19%, 19%

E esses foram os resultados da simulação de segundo turno:

Marina Silva 43% x 40% Dilma Rousseff
Dilma Rousseff 44% x 37% Aécio Neves
Marina Silva 48% x 30% Aécio Neves

O grande destaque é a queda de Dilma em todos os cenários, justamente após os ataques grosseiros à candidata Marina Silva. Comparando com a última pesquisa pelo mesmo instituto, Dilma caiu 3 pontos, Marina caiu 1 e Aécio subiu 4. Dilma também caiu nas simulações de segundo turno: 2 pontos contra Marina e 4 pontos contra Aécio. Já Aécio cresceu nas duas simulações de segundo turno: mais 4 pontos na simulação contra Dilma e mais 3 pontos na simulação contra Marina. Marina permaneceu estável na simulação contra Dilma e caiu 3 pontos na simulação contra Aécio.

Os números são ruins para Dilma mesmo tendo como base os últimos números do Datafolha, divulgados no dia 10. Eis os números:

Dilma  36%, 33%
Marina 33%, 18%
Aécio 15%, 23%

As simulações de segundo turno traziam:

Marina Silva 47% x 43% Dilma Rousseff
Marina Silva 54% x 30% Aécio Neves
Dilma Roussef 49% vs 38% Aécio Neves

Ainda é difícil avaliar o que pode ter causado essas variações. A queda de Dilma e o crescimento de Aécio podem dar a entender que os efeitos dos ataques petistas a Marina não surtiram o efeito esperado e, ainda mais, serviram para revitalizar a candidatura tucana que enfrenta muita dificuldades.

As eleições legislativas – Câmara Federal

A perspectiva de segundo turno envolvendo Marina Silva e Dilma Rousseff reforça a importância das eleições legislativas. Se por um lado mais 4 anos de PT no poder fortaleceriam ainda mais o predomínio da esquerda petista no poder, as incertezas do que seria ideologicamente um governo Marina Silva também assusta a quem se preocupa com o balanço do poder no Brasil, nossos valores, nosso futuro e até mesmo nosso estado democrático.

Num país atrasado em termos institucionais, com predomínio de visões estatistas na economia e certa lassidão quanto à criminalidade e desrespeito às leis, é praticamente impossível votar em concorrentes a cargos executivos que reúnam todas as qualidades que gostaríamos, ficando a escolha geralmente tomada por eliminação dos piores sucessivamente. Já o voto para o “segundo poder”, o Legislativo, não precisa sofrer dessas mesmas amarras. Como não temos o voto distrital, pode-se escolher qualquer candidato de seu estado e não deve ser difícil encontrar algum que possa representá-lo na maioria das questões que forem postas em votação no Congresso.

A Câmara Federal com bons nomes e firmes ideais será fundamental. Olhando agora, a impressão que se tem é que a sua próxima composição não possuirá mais os blocos imensos ou partidos com 20% da Câmara, como já foram em eleições passadas o PT, o PMDB e, antes, o PSDB e o PFL. Tudo indica que o PT sofrerá uma perda expressiva de sua bancada por São Paulo (onde investem em Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, como puxador de votos) mas tem chances de crescer ainda mais por Minas Gerais; o PSDB deve lutar para fazer o mesmo número de deputados por São Paulo e crescer nos eleitos pelo Paraná. É de se esperar que o PSB cresça após a entrada de Marina Silva enquanto o PV, partido dela em 2010 deve perder cadeiras; o DEM deve continuar a minguar, o PSD enfrentará sua primeira eleição nacional lutando para manter o seu tamanho e o PSC deve ter um bom crescimento. Veja abaixo como foi o resultado dos principais partidos da última eleição por estados e quais são as perspectivas de cada um tendo por base os desempenhos estaduais:

PT

* Total de eleitos em 2010: 88.  Estados mais importantes: 16 por SP, 10 pela BA, 8 pelo RS e por MG, 5 pelo RJ e pelo PR;

* Em 2014: Está bem fraco em São Paulo, perdeu força no Rio Grande do Sul e na Bahia, estados em que elegeu o governador no primeiro turno em 2010. Pode aumentar a bancada por Minas onde o predomínio tucano está em risco. No Rio e no Paraná o partido não parece ter chances de disputar sequer o segundo turno e deve lutar para manter o número de eleitos pra deputado federal;

PSDB

* Total de eleitos em 2010: 53. Estados mais importanes: 13 por SP, 8 por MG, 3 pelo Paraná, Pará, Goiás e Maranhão;

* Em 2014: Tudo indica que mais uma vez levará São Paulo no primeiro turno, tem boas chances de manter os governos do Paraná, Pará e de Minas mas, neste último caso, a disputa deve ir ao segundo turno. O crescimento de forças alternativas como o PSC podem tirar-lhe votos importantes no Paraná e em São Paulo. O fraco desempenho da candidatura presidencial também deve influenciar negativamente.

PSB

* Total de eleitos em 2010: 34. Estados mais importantes: 7 por SP, 5 por PE, 4 pelo CE, 3 pelo RS e pelo RJ;

* Em 2014: A entrada de Marina Silva deve refletir em melhoras no resultado do partido, fazendo uma bancada mais espalhada pelo país. Em São Paulo o partido está fortalecido com o posto de vice na chapa de Geraldo Alckmin. Perdeu força no Ceará com a saída da família Gomes mas pode crescer ainda mais em Pernambuco, mesmo se a eleição estadual não for decidida para o partido no primeiro turno.

PMDB

* Total de eleitos em 2010: 79. Estados mais importantes: 8 pelo RJ, 7 por MG, 6 pelo CE e pelo PR, 5 por SC e PB;

* Em 2014:  Não deve conseguir o governo do Rio de Janeiro em primeiro turno como em 2010 e não tem candidato forte em Minas Gerais. Em compensação, pode melhorar o desempenho em SP, estado em que elegeu apenas um deputado em 2010 (Paulo Skaf é hoje a maior força contra os tucanos). É um partido marcado por ter forças distintas em vários estados e, como em 2010, deve ter uma bancada bastante espalhada por todas os colégios eleitorais, especialmente pela perspectiva de aumentar o número de governos estaduais.

PSC

* Total de eleitos em 2010: 17. Estados mais importantes: 4 pelo PR, 2 por BA, SP e RJ.

* Em 2014: O grande puxador no Paraná, Ratinho Júnior, não disputa a Câmara Federal mas estadual. Marco Feliciano, que teve 211 mil votos em 2010, deve ampliar sua votação, restando a dúvida do quanto. A candidatura nacional do Pastor Everaldo poderia incrementar a votação na legenda mas foi praticamente engolida pela entrada de Marina Silva na disputa. Pelo Brasil, o partido conta com celebridades que devem fazer a bancada crescer.

Aqui no Reaçonaria apresentamos alguns candidatos através de nossas entrevistas. Outras mais virão para ajudar nossos eleitores a conhecer candidatos que podem representá-los dignamente. Se tiverem mais candidatos a deputado a indicar para que entrevistemos, deixem comentário abaixo.

Bolão do Mensalão da Petrobras

Quando soube-se que a Revista VEJA divulgaria uma lista dos denunciados por Paulo Roberto Costa no esquema de pagamento de boladas para auxiliarem o governo, lançamos em nossa página no Facebook o “Bolão dos Propineiros“, onde tentaríamos adivinhar quem seriam os campeões de roubalheira neste novo escândalo da república petista.O intuito era tentar saber qual partido faria mais pontos no esquema, tendo como critérios “1 ponto por deputado, 2 pontos para senador, 3 pontos para ministro e 4 pontos para governador” e de quais seriam os estados cujos governadores estavam envolvidos no esquema.

Quanto ao segundo bolão, já está concluída a apuração: os estados são Pernambuco, do então governador Eduardo Campos, Maranhão, da governadora Roseana Sarney, e Rio de Janeiro, do então governador Sérgio Cabral.

Mas o campeonato de pontos corridos do Mensalão da Petrobras segue aberto. Após lermos a reportagem da VEJA deste final de semana, temos uma parcial da pontuação, que é a que segue:

PMDB – 16 pontos
1 deputado (Henrique Eduardo Alves)
2 senadores (Renan Calheiros, Romero Jucá)
1 ministro (Edison Lobão)
2 governadores (Sérgio Cabral e Roseana Sarney)

PT – 6 pontos
2 deputados (Vaccarezza e Pizzolatti)
1 tesoureiro.

PP – 5 pontos
1 senador (Ciro Nogueira)
1 ministro (Mario Negromonte)

PSB – 4 pontos
1 Governador (Eduardo Campos)bandido_competicao

Tivemos que adicionar o critério “tesoureiro”, dando-lhe o mesmo peso de “ministro” devido ao histórico do último tesoureiro petista a ser flagrado em delitos, Delúbio Soares. Como muitos dos envolvidos mudaram de cargos nos anos do PT no poder, adotamos como critério o máximo posto atingido. Assim, Eduardo Campos que já foi ministro do governo Lula (sabe-se lá qual era a função que exercia quando recebeu a propina) é considerado aqui apenas como governador, critério que o faz pontuar mais.

Esse campeonato toma por base o depoimento do criminoso confesso Paulo Roberto Costa, diretor da Petrobras nos governos petistas. Caso ele esteja mentindo, alteraremos este post para fazer justiça aos eventuais políticos honestos citados acima.

Eduardo Campos, Roseana Sarney, Sérgio Cabral e presidentes da Câmara e do Senado na lista da propina da Petrobras

Chegou às bancas a edição da revista VEJA que traz a lista dos políticos que recebiam propina nos esquemas da Petrobras. A denúncia faz parte da delação premiada feita por Paulo Roberto Costa, diretor da estatal que está preso e fez um acordo com a justiça. No dia 28 de agosto já estava decidido que o preso iria falar. Quando começou a falar, Lauro Jardim adiantou em sua coluna:

O homem-bomba Paulo Roberto Costa começou a falar. Sua delação premiada iniciou-se na sexta-feira, no Paraná.

O quanto esse depoimento e os outros que se seguirão podem afetar a corrida presidencial, não se sabe ainda. Mas o potencial é considerável.

Vejam então um trecho da reportagem da VEJA já disponível em sua versão online:

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Entre eles estão os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), além do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA). Do Senado,  Ciro Nogueira (PI), presidente nacional do PP, e Romero Jucá (PMDB-RR), o eterno líder de qualquer governo. Já no grupo de deputados figuram o petista Cândido Vaccarezza (SP) e João Pizzolatti (SC), um dos mais ativos integrantes da bancada do PP na casa. O ex-ministro das Cidades e ex-deputado Mario Negromonte, também do PP, é outro citado por Paulo Roberto como destinatário da propina. Da lista de três “governadores” citados pelo ex-diretor, todos os políticos são de estados onde a Petrobras tem grandes projetos em curso: Sérgio Cabral (PMDB), ex-governador do Rio, Roseana Sarney (PMDB), atual governadora do Maranhão, e Eduardo Campos (PSB), ex-governador de Pernambuco e ex-candidato à Presidência da República morto no mês passado em um acidente aéreo.

Pânico em diversas campanhas estaduais e nacionais. E, mais uma vez, o Brasil descobre que o PT relaciona-se com o Congresso na base da compra de votos.

Os números estaduais do Datafolha: 3/9

Abaixo uma compilação dos números divulgados ontem pelo Datafolha para as corridas estaduais. Em azul as intenções de voto para governador, em vermelho a rejeição – dados de rejeição para os senadores ainda não disponíveis. A grande mudança é a significativa melhora do candidato tucano em Minas Gerais (números muito diferentes dos apresentados pelo Ibope uma semana atrás) e o empate em Pernambuco entre Paulo Câmara, apoiado pelo grupo de Eduardo Campos e Armando Monteiro, apoiado pelo PT e Lula. No Rio Grande do Sul, Tarso Genro segue em declínio e com reais riscos de não exercer seu segundo mandato consecutivo:

São Paulo – Governo

Alckmin (PSDB) 53%, 21%
Skaf (PMDB) 22%, 22%

São Paulo – Senado

José Serra (PSDB) 35%
Eduardo Suplicy (PT) 32%

Minas Gerais – Governo

Pimentel (PT) 32%, 9%
Pimenta da Veiga (PSDB) 24%, 13%

Minas Gerais – Senado

Anastasia (PSDB) 44%
Josué Alencar (PMDB) 12%

Rio de Janeiro – Governo

Garotinho (PR) 28%, 44%
Pezão (PMDB) 23%, 17%
Crivella (PRB) 18%, 14%
Lindbergh (PT) 11%, 20%

Rio de Janeiro – Senado

Romário (PSB) 38%
César Maia (DEM) 25%

Pernambuco – Governo

Paulo Câmara (PSB) 36%, 12%
Armando Monteiro (PTB) 36%, 15%

Rio Grande do Sul – Governo

Ana Amélia (PP) 39%, 13% 
Tarso Genro (PT) 31%, 27%
José Ivo Sartori (PMDB) 10%, 8%

Rio Grande do Sul – Senado

Lasier Martins (PDT) 29%
Olívio Dutra (PT) 29%
Pedro Simon (PMDB) 15%
Simone Leite (PP) 4%

Distrito Federal – Governo

Arruda (PR) 34%, 28%
Agnelo (PT) 19%, 41%
Rollemberg (PSB) 13%, 6%

Distrito Federal – Senado

Reguffe (PDT) 34%
Magela (PT) 13%
Gim Argello (PTB) 10%
Sandra Quezado (PSDB) 1%

Pesquisas presidenciais de Datafolha e Ibope: 4/09

No final da noite de ontem foram divulgados os novos números da corrida presidencial dos dois principais institutos de pesquisa. O governo Dilma segue melhorando sua avaliação, a candidatura Dilma teve mais uma vez queda na rejeição e Marina Silva parou de crescer, enquanto Aécio Neves oscilou negativamente mais uma vez. Eis os números (em azul as intenções de voto, em vermelho a rejeição)

Datafolha:

Dilma Rousseff 35%, 32%
Marina Silva 34%, 21%
Aécio Neves 14%, 16%

Segundo turno:

Marina 48% x Dilma 41%
Marina 56% x Aécio 28%
Dilma 49% x Aécio 38%

Ibope:

Dilma Rousseff 37%, 31%
Marina Silva 33%, 12%
Aécio Neves 15%, 18%

Segundo turno:

Marina 46% x 39% Dilma
Dilma 47% x 34% Aécio

Fim da comoção?

Parece que os efeitos da comoção pela morte de Eduardo Campos e o resultado do grande destaque a Marina SIlva no noticiário começam a se diluir.  Tanto Marina Silva parou de subir quanto é perceptível que os seus índices de rejeição estão se aproximando do que ela possuía em abril, última vez que o instituto Datafolha usou seu nome em simulações. A variação da rejeição de Marina é a seguinte: 21% em abril, 11% três dias após a morte de Eduardo Campos, 15% duas semanas depois e agora 16%. Dilma nessas mesmas pesquisas manteve-se praticamente estável mas com uma queda relevante nesta última pesquisa: 33%, 34%, 35% e agora 32%. Já Aécio Neves partiu de números altos em abril, teve uma redução considerável e depois subiu, mantendo-se agora estável: 33%, 18%, 22% e 21%.

O G1 preparou um gráfico mostrando a variação da intenção de voto nas três pesquisas Datafolha após a morte de Eduardo Campos:

Corrida estável

Corrida estável

Outro dado importante a destacar é que o programa eleitoral de Dilma Rousseff parece começar a fazer efeito. A candidata melhorou seus índices no segundo turno, diminuiu sua rejeição e até mesmo ampliou a diferença para Aécio Neves em simulações de segundo turno.

Entendendo Marina – 6

(…)vai quebrando o paradigma, né?

Marina Silva justificando o uso do artigo feminino “a” para referir-se ao REDE em vez do tradicional “o” usado para partidos políticos.

marina-Rio-+-20Fonte: http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2013/02/27/leia-a-transcricao-da-entrevista-de-marina-silva-a-folha-e-ao-uol.htm

Pesquisas Ibope no RJ, SP e CE: 02/09

O Ibope divulgou ontem de noite os resultados de pesquisas estaduais realizadas em três estados. A disputa do Rio de Janeiro segue sendo a mais apertada e imprevisível, em São Paulo a distância entre Alckmin e seus adversários segue caindo lentamente e no Ceará o candidato petista aproxima-se do líder.Esses são os números. Como sempre, em azul a intenção de votos e em vermelho a rejeição ao candidato.

São Paulo – Governo

Geraldo Alckmin(PSDB) 47%, 17%
Paulo Skaf(PMDB) 23%, 12%
Alexandre Padilha(PT) 7%, 23%

São Paulo – Senado

José Serra(PSDB) 33%
Eduardo Suplicy(PT) 28%
Gilberto Kassab(PSD) 8%

Rio de Janeiro – Governo

Anthony Garotinho(PR) 27%, 34%
Pezão(PMDB) 19%, 16%
Marcelo Crivella(PRB) 17%, 12%
Lindbergh Faritas(PT) 11%, 13%

Rio de Janeiro – Senado

Romário(PSB) 40%
César Maia(DEM) 19%

Ceará – Governo

Eunício Oliveira(PMDB) 41%, 16%
Camilo Santana(PT) 31%, 20%

Ceará – Senado

Tasso Jereissati(PSDB) 54%
Mauro Filho(PROS) 20%

Paraíba – Governo

Cássio Cunha Lima(PSDB) 47%, 23%
Ricardo Coutinho(PSB) 33%, 33%
Vital do Rêgo(PMDB) 4%, 22%

Paraíba – Senado

José Maranhão (PMDB) 30%, 32%
Wilson Santiago (PTB) 19%, 18%
Lucélio Cartaxo (PT) 14%, 24%

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