Da Cia

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Os impressionantes números de Aécio no último Datafolha

O instituto Datafolha divulgou ontem números atualizados da corrida presidencial de 2018. Resumidamente, o cenário mais importante e realista traz os seguintes números:
Cenário 1: Aécio 26%, Lula 20%, Marina  19%,  Ciro Gomes 6% e Bolsonaro 4% dos entrevistados.

É impressionante o resultado de Aécio Neves.

Levando-se em conta que o senador mineiro em 5 anos de Senado apresentou apenas um projeto de lei, aliás inconstitucional (pois avança sobre o uso de dinheiro de pessoas: o projeto queria proibir ocupantes de cargos públicos de confiança de darem porcentagem de seus salários ao partido que os indicou).

Levando-se em conta que Aécio Neves é incapaz de formular uma crítica original ou contundente ao cenário caótico que vivemos.

Levando-se em conta que Aécio Neves prometeu fazer uma oposição “incansável e intransigente” pelo Brasil dias após perder o segundo turno em 2014 e que, pouco depois, anunciou viagem a Paris para descansar e desde então não articulou com sucesso nada de relevante da oposição.

Levando-se em conta que seu aliado Eduardo Azeredo, ex-governador, senador e deputado por Minas, acabou de ser condenado a vinte anos de prisão.

Levando-se em conta que Aécio Neves agiu contra o PSDB da Câmara meses atrás, impedindo os deputados de entrarem com pedido de impeachment antes do PT se reorganizar e fechar acordo com o PMDB de Renan Calheiros.

Levando-se em conta que Aécio Neves, embora tenha tido bastante espaço nos telejornais para contrapor o governo, é incapaz de empolgar qualquer pessoa que acompanhe política, não seja militante dele e/ou não esteja recebendo para apoiá-lo.

Levando-se em conta tudo isso, é um feito e tanto que o senador mineiro tenha esses expressivos números que o colocam perto do limite da margem de erro à frente de Lula e Marina Silva.

Imaginem quando ele começar a trabalhar? Imaginem quando ele for capaz de liderar? Imaginem quando ele tiver alguma boa idéia que seja? Imaginem quando Aécio Neves tiver alguma qualidade real e efetiva, diferente do desvio que é ser reconhecido como bom “articulador político”?

Aécio Neves

Aécio Neves

P.S.: Os cenários envolvendo Geraldo Alckmin são desprezíveis e estão à altura do desempenho do governador, especialmente após o covarde e oportunista recuo diante do vandalismo de grupos de extrema esquerda em escolas públicas.

Revisado por Maíra Adorno @mairamadorno

Contra o “isso não vai dar em nada”

Quando Roberto Jefferson escancarou os métodos de poder petistas, muitos devem ter lido aquilo e pensado: “Isso não vai dar em nada”.

Quando o Procurador-Geral da República ofereceu a denúncia do Mensalão ao STF, muitos pensaram da mesma forma, que não daria em nada

Quando o PT de tudo fez para anular o Mensalão no STF, não teve total êxito muito graças à pressão daqueles que não pensavam que aquilo “não daria em nada”.

Quando alguns conhecidos resolveram abrir um site para aglutinar críticas aos roubos na política, combater o discurso oficialista propagado pela imprensa, os jornalistas militantes e ridicularizar a esquerda, muitos pensaram que fazer isso não mudaria nada. Este site, o nosso Reaçonaria, tem hoje mais acessos que todos os sites financiados pelo governo para defender bandidos políticos.

Quando se juntaram na avenida Paulista algumas pessoas para protestar pouco tempo após a derrota eleitoral em 2014, muitos podem ter olhado aquilo e pensado que não daria em nada. As mentiras do governo se tornaram gritantes, os crimes eleitorais afloraram, os crimes nas estatais afetaram o país todo e em março aquele movimento cresceu ao ponto de realizar os maiores protestos políticos de nossa história.

Quando começou a Operação Lava Jato, muitas pessoas não deram atenção. Foram presos lobistas ligados ao PT e aos esquemas de desvios da Petrobras, mas alguns ignoraram achando que aquilo não daria em nada. Esses presos começaram a assinar as delações premiadas e cada vez menos pessoas podiam afirmar tranquilamente que aquilo não daria em nada. Quando os empreiteiros foram presos e grandes vestais do PIB brasileiro se mobilizaram para acabar com a operação, mais gente começou a repetir “isso não vai dar em nada”. Os trabalhos da força-tarefa da Lava Jato seguiram adiante, vieram mais prisões, mais acordos de delação e a turma do “não vai dar em nada” teve que se dobrar quando o líder do governo no Senado foi flagrado armando um esquema mirabolante para libertar um lobista preso.

Após a última vitória de Dilma, dois jornalistas se uniram para abrir um site com o intuito de comentar as notícias, fazer análises e trazer informações de bastidores do nosso conturbado ambiente político. Até mesmo eles devem ter pensado “Isso não vai dar em nada”. Em pouco mais de oito meses, O Antagonista se consolidava como o site político mais acessado do país e acrescentava mais um jornalista ao time, sendo hoje a melhor fonte para acompanhar as minúcias da Operação Lava Jato e do processo de impeachment.

Esses são apenas alguns exemplos de quando a turma do “isso não vai dar em nada” esteve errada. Quando se tem a certeza de agir corretamente, com honestidade, em defesa do que é certo, a recompensa é obtida não pelo resultado final mas pela paz na consciência. E quando ela vem incrementada com resultados práticos, ainda que levem tempo, tanto melhor.

Neste próximo domingo, quem está a favor do fim de um governo erguido e sustentado em pilares criminosos tem mais uma oportunidade de mostrar que não se guia pelo resultado imediato, que age pelo que acredita e que não se rende ao pessimismo imediatista do “não vai dar em nada”.

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Revisado  por Maíra Adorno @mairamadorno

Por que a imprensa poupa Renan Calheiros?

A imprensa brasileira devota às acusações contra Eduardo Cunha uma atenção que não dedica a Renan Calheiros, mesmo tendo o senador alagoano uma ficha corrida muito maior do que a do deputado carioca. Qual a diferença entre eles? Ambos são presidentes de casas legislativas mas um é historicamente credor e devedor do lulismo, enquanto o outro passou a ser demonizado tão logo virou opositor desse esquema de poder.

Desde o crescimento do movimento pelo impeachment de Dilma a imprensa usa Eduardo Cunha como válvula de escape dos graves crimes do governo petista. Tanto pior para ele, recentemente o movimento pelo impeachment minguou, diminuindo seu poder de barganha, ao mesmo tempo em que a Procuradoria Geral da Suiça (vejam aqui nosso contato exclusivo com o MP suíço sobre o caso) enviava documentos que comprovam que ele tem contas no paraíso fiscal europeu. Mas o fato de uma mesma notícia gerar diversas manchetes, que não traziam nada de novo em dias diferentes, não é a mais forte prova do partidarismo da imprensa brasileira (sendo específico: Folha de São Paulo, Rede Globo, Valor Econômico) em favor de Dilma Rousseff. A chefia da outra casa legislativa carrega um cadáver moral cuja vida política só se sustenta nos acordos com o petismo – e a imprensa ignora essa anomalia.

Quatro inquéritos de Renan Calheiros no STF e outro a caminho

RenanCalheiros_vs_Cunha

Você foi lembrado recentemente de algum dos quatro inquéritos contra Renan Calheiros no STF? Provavelmente não. E se você não é crackudo  em política, dificilmente se lembrará que Renan Calheiros está na lista de réus da Lava Jato.

Todas as vezes em que há protestos ou ações contra Dilma Rousseff os jornalistas correm a perguntar a quem está ousando criticar a presidente o que eles acham de Eduardo Cunha, presidente da Câmara e portanto pessoa que autorizaria o início de um processo contra Dilma Rousseff. Porém, por que não se pergunta também o que se pensa de Renan Calheiros, que tem mais processos correndo contra ele no STF e seria, de fato, o responsável pelo ato final do impeachment? Anteontem, o PSOL ganhou mais de quatro minutos de exposição no Jornal Nacional por se manifestar contra Eduardo Cunha… Por que não se perguntou aos parlamentares comunistas se eles também pediriam a cassação de Renan Calheiros?

Esses são os quatro inquéritos contra Renan Calheiros no STF:

1- Inquérito 2998 –

A ministra Cármen Lúcia assumiu esta relatoria em 2010 e decretou o sigilo da investigação. Vale lembrar que o inquérito contra Cunha por suas fortunas na Suiça já foi enviado e aceito pelo STF e o ministro Teori Zavascki imediatamente negou o sigilo do caso. Tudo o que se sabe deste inquérito 2998 contra Renan é que ele seria  acusado de ter usado laranjas para controlar rádios e jornais em sua terra natal;

2- Inquérito 2593 – Nascido de denúncia de janeiro de 2013 apresentada por Rodrigo Gurgel, então Procurador Geral da República, esta investigação se dá sobre as suspeitas de que Renan usou dinheiro do Senado para diversas operações pessoais. Renan responde pelos crimes de peculato, falsidade ideológica e uso de documentos falsos. Sua pena pode chegar a 23 anos de prisão. Isto não impediu Renan de ser eleito presidente do Senado e, desde então, poupado de constrangimentos por PSOL e demais braços “disfarçados” do PT. Sobre este processo, Lewandowski fez uma declaração que só lendo para crer:

Na última sexta-feira (1º), o ministro Ricardo Lewandowski disse que ainda não tinha analisado a denúncia e que aparentemente não havia motivo para dar prioridade ao caso. Lewandowski acrescentou que não pretende levantar o sigilo dos autos, pois há dados confidenciais do senador e de outros denunciados.
3- Inquérito 3589 –

Caso estranhíssimo… Renan Calheiros e sua esposa eram acusados de terem cometido crimes ambientais por pavimentar ilegalmente, com paralelepípedos, uma estrada de 700 metros na estação ecológica Murici, administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), no município de Flexeiras, a 66 km de Maceió. O instituto, porém, não foi consultado e não concedeu qualquer licença ou autorização para a obra. A unidade, de 6 mil hectares, conserva áreas de Mata Atlântica. A estrada liga a Fazenda Alagoas, de propriedade do grupo de Renan, à principal rodovia que corta o estado, a BR-101. No despacho em que extingue o inquérito, a Ministra Carmem Lúcia, novamente ela, apresenta uma justificativa inacreditável: ele não cometeu crime ambiental pois, como se pode ver de fotos mais recentes, a vegetação local está se refazendo. É exatamente isso que ela disse:

“Contudo, as fotos que instruem o documento demonstram que o acostamento da estrada encontra-se em franco processo de recuperação da mata ali existente.”

Este arquivamento ocorreu agora, no dia 29 de maio deste ano, quando Renan Calheiros já havia fechado um acordo com o governo Dilma para conter, dentro do PMDB e na sua alçada de poder, o avanço do impeachment.

4- O inquérito da Lava Jato – Renan Calheiros é um dos muitos políticos que estão na denúncia apresentada por Janot em março deste ano referente à Lava Jato. Assim como Eduardo Cunha. A lista é enorme e pode ser relembrada em muitos posts, como este do UOL.

Além desses inquéritos já enviados ao STF, Renan responde a um novo processo por enriquecimento ilícito e improbidade administrativa. A Justiça Federal do Distrito Federal conduz um inquérito aberto pelo Ministério Público contra o senador neste ano.  Agora no dia primeiro de outubro, o MP ajuizou a acusação e isto ganhou repercussão mínima na grande imprensa. O site Jota.Info foi exceção:

Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF-DF) ajuizou, na Justiça de primeira instância de Brasília, ação de improbidade administrativa contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), por ter ele deixado de fornecer ao MPF informações necessárias em inquérito que apura supostas irregularidades na ocupação de cargos comissionados naquela Casa do Legislativo. O presidente do Senado ignorou sete ofícios reiterando o pedido de informações.

Já Eduardo Cunha tem dois inquéritos no STF: aquele que envolve dezenas de políticos na Lava Jato – inquérito de número 3983, que conta inclusive com Renan Calheiros entre os acusdos – e o mais recente, de número 4146, referente aos milhões do deputado depositados em contas na Suíça. Se Renan Calheiros tem mais poder que Eduardo Cunha, tem mais história que Eduardo Cunha e apresenta muito mais comprometimentos legais, por que ele é poupado pela imprensa? A única explicação razoável é que é pelo fato dele ser aliado de Dilma e do PT. Ou seria por que ele é um político de maior reputação? Alguém que sobreviveu ao governo Collor, nadou de braçada nos anos FHC, chegou ao topo na era Lula e foi por Lula resgatado de um processo  de cassação seria alguém digno de qualquer respeito?

Renan até chegou a ensaiar uma rebelião contra Dilma e o PT após ter seu nome envolvido na grande lista de investigados pela Lava Jato (relembrem um sinal de alerta público de Renan ao governo aqui). Mas Lula sabe lidar com  seus semelhantes e reconhecia no senador alagoano o maior risco político (relembre aqui e aqui o tamanho do problema que Renan representava). Lula encontrou Renan Calheiros no dia 14 de maio. Duas semanas depois Cármem Lúcia arquivaria um dos inquéritos contra Renan no STF e desde então Renan virou o segundo maior ator político pela sustentação de Dilma no poder, só abaixo de Lula.

Folha se esquece dos processos contra Renan nas chamadas de reportagens - ele é aliado do PT

Folha se esquece dos processos contra Renan nas chamadas de reportagens – ele é aliado do PT. Já os processos contra Cunha são sempre lembrados.

Não é errado órgãos de imprensa terem posicionamentos políticos. Mas o que dizer quando essas preferências se apresentam de forma tão acintosa, que as notícias publicadas e o nome dessas empresas se tornam suspeitos? Se não de uma compra política, ao menos de um deliberado partidarismo que serve aos donos do poder. Mais ainda, essas empresas, agindo assim, mostram-se a serviço de quem está no comando do país e já é réu em escândalos de valores tão impressionantes que levaram uma das maiores economias do mundo a sua pior crise financeira em muitas décadas.

Como se pode ver, não é por desejo de justiça que a Folha, a Globo e outros veículos de imprensa fazem barulho diante das graves acusações que pesam contra Eduardo Cunha. E, no final das contas, ele é apenas mais um dos beneficiários desse sistema de desvios montado pelo PT nas estatais. Eduardo Cunha serviu ao PT quando fez parte da engrenagem do Petrolão, como demonstram as descobertas até aqui, e serve agora ao PT como bode expiatório dos crimes de quem organizou o esquema todo. Já Renan Calheiros serve ao PT como barreira política ao impeachment, e por isso sua biografia é lavada nas manchetes.

Revisado Maíra Adorno @mairamadorno

Jornalismo marginal

Qualquer descrição que se pretenda honesta sobre o Brasil de hoje deve enfatizar a grande presença de criminosos em nosso ambiente. Como já se repetiu aqui muitas vezes, o incentivo para cometer crimes é enorme e atua em várias frentes: na certeza da impunidade, na assimilação cultural dos marginais e, também, no apoio teórico e intelectual que o crime encontra nas elites. O jornalismo brasileiro, neste sistema, desempenha um papel fundamental.

A atuação do jornalismo é determinante na relativização dos crimes e no ocultamento da realidade. As grandes revistas semanais dão destaque mínimo ao tema. O Jornal Nacional só noticia violência quando há um fundo emotivo ou caso extremamente traumatizante, o que nos padrões brasileiros é um patamar semanalmente superado. Mas é nos jornais impressos, mais especificamente a Folha de São Paulo, que o criminoso se sente em casa.

Não bastasse contar com algumas dezenas de colunistas e jornalistas prontos a diminuir os crimes de orientação ideológica do PT, há um número ainda maior de profissionais da Folha de São Paulo dispostos a, além de minimizar a calamidade urbana, tornar os agentes da lei os verdadeiros inimigos. A capa do diário neste 19 de outubro de 2015 é a prova definitiva. Vejam abaixo:

25% da capa da Folha se dedica ao "problema das páginas policiais" que destacam bandidos se dando mal

25% da capa da Folha se dedica ao “problema das páginas policiais” que destacam bandidos se dando mal

Esta capa é especialmente maléfica se considerarmos que a Folha de São Paulo não deu nem um pedaço de sua capa para destacar o estudo divulgado no dia 08 de outubro e que mostrou que, em 2014, tivemos 58 mil mortes violentas no país (1). E  esta capa se torna praticamente um caso de polícia quando se pensa na insensibilidade dela ter sido publicada um dia após a triste notícia da morte de um policial que, não estando em seu horário de trabalho, atuou para impedir um assalto e por conta disso acabou morto por um bandido. A morte de Franklin Vieira de Barros, de 39 anos, há 13 anos na PM e pai de um menino de 12 anos não ganhou nem mesmo menção na Folha de São Paulo.

Triste morte de PM após ato heróico é ignorada pela Folha de São Paulo

Triste morte de PM após ato heróico é ignorada pela Folha de São Paulo

Pessoas normais torcem por PMs quando sabem de confrontos deles com bandidos. Pessoas normais não suportam a criminalidade e querem ver bandidos punidos. Pessoas normais riem quando bandidos se dão mal, ainda mais pelo fato disso ser exceção. Pessoas normais não justificam criminosos. Pessoas normais não publicariam na primeira página do auto-declarado “mais importante jornal do país” uma chamada a reportagem negativa em relação às páginas de internet que mostram cenas de bandidos se dando mal. Pessoas normais sentem um mínimo de pesar quando sabem de mortes como a de Franklin Vieira de Barros. Acontece que o jornalismo brasileiro foi tomado de assalto por uma cultura perversa que ama bandidos e menospreza as pessoas normais justamente porque elas não são capazes de dissimular em tolerância o que na verdade é apenas ideologia destrutiva.

O jornalismo brasileiro está inteiramente à margem do que se passa na vida dos brasileiros normais.

(1) Veja as capas da Folha de São Paulo nos dias 08, 09 e 10 de outubro. Nenhuma cita o inaceitável número de mortes violentas do país, que foi divulgado no dia 08 de outubro;

Revisado por Maíra Adorno @mairamadorno

Especial Paulo Freire

Hoje é Dia dos Professores, talvez a classe trabalhadora mais prejudicada pela ideologia esquerdista no país. Os professores pagam hoje o preço da perversão intelectual produzida por Paulo Freire, não por acaso laureado recentemente com o título de “Patrono da Educação Brasileira”.

Se não podemos ainda mudar o sistema de ensino no país ou influenciar os cursos de formação de professores para que analisem criticamente as porcarias que têm de absorver, resta-nos mostrar pequenos trechos da obra de Paulo Freire. Analisada de forma rigorosa e sem obsessão socialista, a obra de Paulo Freire é a melhor forma de desconstruir o legado ou a filosofia de Paulo Freire. É por isso que temos hoje esse especial.

Lamentem!

(As montagens desse post foram criadas por Edgar Cutar Jr. e Passando Um Trostky)

Freire_RevolucaoBiófila Freire_MarxMaoTseTung Freire_Insertados Freire_Estanques Freire_NaoEu Freire_Sedesanimaliza

Vejam:

Revisado por  Maíra Adorno @mairamadorno

 

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