Marmanjo no banheiro da sua filha? Agradeça ao Alckmin!

Se sua filha é aluna da rede de ensino público no Estado de São Paulo, ela estará sujeita a dividir, a partir de agora, o banheiro da escola com colegas do sexo masculino. Sim, qualquer um deles poderá levar o pênis para passear no banheiro que sua filha frequenta.

É este o resultado prático da pérfida e abusiva lei estadual nº 10.948, assinada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) em 24 de maio passado.

Por meio dela, Alckmin “regulamentou o uso do banheiro nas escolas públicas do Estado de acordo com a identidade de gênero em que cada aluno se reconhece”.

Em bom português, o aluno que se identificar como mulher ou com alguma das dezenas de variações que o elástico e indefinível rótulo de transgênero oferece, poderá ir ao banheiro feminino para quebrar tabus enquanto urina ou defeca.

Um atentado contra a segurança e a privacidade das crianças e adolescentes, sancionado por Geraldo Alckmin – esta massa humana de covardia, tibieza de espírito e falta de coragem moral a quem entregamos São Paulo por absoluta falta de opção.

Para tentar justificar esta situação kafkiana inaugurada nas escolas paulistas, o governo Alckmin enviou um release mentiroso e vergonhoso à imprensa, afirmando, em tom triunfal, que o banheiro unissex é um “direito garantido aos alunos paulistas”.

O texto cita que “já chega a 365 o número de estudantes que usam o nome social” em São Paulo, como se isso justificasse alguma coisa. Mas é exatamente o contrário!

Ora, basta ponderar que são quatro milhões de crianças e adolescentes matriculados na rede estadual de ensino de São Paulo. Portanto, a lei de Alckmin submete milhões de estudantes aos caprichos de pouco mais de 300 indivíduos…

A gulosa militância LGBT

A medida levará ao constrangimento centenas de milhares de alunos e alunas que não pediram para dividir seus banheiros com colegas do sexo oposto.

Alckmin apresentou sua lei na semana que se comemora a Semana Internacional de Luta Contra a Homofobia. Um claro agrado à gulosa militância LGBT, que só estará satisfeita quando os héteros forem privados do direito a clubes e banheiros exclusivos.

O que combate a homofobia – bem entendida como atos de violência contra homossexuais, e não o desconforto natural e não-violento que muitos têm diante deles – são punições exemplares e não uma lei estúpida que transforma banheiros, que costumamos usar para defecar e urinar, em espaços para afirmação de novas identidades sexuais.

Geraldo Alckmin é incapaz de oferecer segurança aos estudantes e professores que são obrigados a frequentar suas escolas estaduais caindo aos pedaços, mas instalou nelas banheiros unissex para satisfazer meia dúzia de militantes que votam no PSOL.

Alckmin personifica o vácuo de ideias próprias e o medo das patrulhas que corrompeu praticamente toda a classe política. Graças ele, agora todo tipo de sujeito depravado terá franco acesso ao banheiro feminino nas escolas.

Vagões exclusivos para mulheres e banheiros para todos?

Em 2015 o então governo Dilma já havia instituído uma norma federal para banheiros de escolas e universidades, mas sem nenhuma regulamentação específica. Os estados, então, passaram a agir por contra própria em competição pela simpatia das militâncias.

É interessante notar o grau de esquizofrenia dos militantes que exigem vagões específicos para mulheres nos trens, promovendo uma segregação politicamente correta, ao passo que lutam por uma orgia de pênis e vaginas nos banheiros das escolas.

Apenas uma classe política radicalmente apartada da sociedade, ludibriada por fantasias politicamente corretas forjadas por militantes e jornalistas,  respirando em um ambiente de corrupção moral, pode se entregar a tamanhas contradições e falácias.

Geraldo Alckmin, a personificação do exposto acima, é o governador mais frouxo que São Paulo já teve e o seu lugar certamente não é na presidência, mas na lixeira da História.

 

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17 comentários para “Marmanjo no banheiro da sua filha? Agradeça ao Alckmin!

  1. Ricardo

    Gente, só para esclarecer. Não existe nada disso de homem no banheiro da sua filha.
    Mulher continua usando banheiro de mulher e homem continua usando banheiro de homem. A informação está incorreta. Não existe lei de banheiro unissex.

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  2. janaina

    pessoas burras a lei 10.948/01 não tem nada haver com o decreto de uso de banheiros, seus doentes leiam primeiro antes de escrever um artigo!!!!

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  3. Maria C. C. Silva

    Que artigo mais violento! O autor desse texto deveria sersis responsável com a escolha das palavras e com o tom que da a elas. Isso incita a violência. Ele tem direito de ter uma oinião contrária e de expressá-la, porém tem o dever de zelar pela maneira como faz isso. LAMENTÁVEL!!!!….

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  4. LuizMS

    Nem quanto aos banheiros o PSDB consegue se decidir: não sabe de usa o masculino ou o feminino. Êta partidinho que não desce do muro nem para mijar!

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  5. Realista

    Em primeiro lugar, a matéria é tendenciosa e visa atacar o Governo de SP!!
    Para mim, o mais acertado seria construír um terceiro banheiro nas escolas para as pessoas que se identificam como trans ou outros gêneros.
    Agora, dizer que homens se identificarão como mulheres e mulheres como homens só para utilizarem banheiros comuns seria muita hipocrisia…!! Como se o banheiro da escola fosse o local ideal para fazer alguma coisa.
    Tenho uma filha e não é por causa dessa norma que ela entrará num banheiro masculino, ou permitirá que homens utilizem o banheiro feminino. Fora isso, eles usam banheiros reservados e com a porta fechada.
    Certamente não irão fazer mictório em banheiro feminino.

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  6. Alexandre Sampaio

    Gostaria de saber se por acaso, o governador divide seu banheiro no palácio dos Bandeirantes com outras pessoas…, assim como a primeira- dama. Pimenta no cu dos outros, é refresco! Nada mais me surpreende nesse lodaçal. Mas, o lado bom desse tipo de coisa, é que o próprio PSDBOSTA se desmascara perante a opinião pública. Somente idiotas acham que essa quadrilha fabiana é de direita.

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