Relato sobre agressões e violência esquerdista contra estudantes na UnB

A situação das faculdades brasileiras é calamitosa. Grupos que defendem a ideologia mais sanguinária da história possuem o monopólio das ações estudantis e não aceitam nenhum tipo de divergência.

Em um evento “Contra a Paralisação” realizado pelo Movimento Reação Universitária, um estudante foi agredido pela horda comunista. Motivo? O rapaz estava com uma bandeira do Brasil Império e os militantes esquerdistas não aceitaram. Ele recebeu socos de várias pessoas, seus óculos foram quebrados, mas conseguiu recuperar a bandeira.

Assista:

 

Isso ocorreu mais para o final da mobilização e acabou acelerando seu fim.

A ideia inicial seria realizar um evento pequeno para congregar alunos contra as ideias de greve de estudantes – o conceito em si é ridículo – para conversar sobre a situação atual da Universidade. O evento nem chegou a começar porque rapidamente a esquerda mobilizou toda militância universitária para nos atrapalhar. Por serem maioria, encurralaram nosso grupo contra a parede e começaram a rasgar nossos cartazes. Além disso, jogaram tinta vermelha em várias pessoas e na bandeira do Brasil. Veja:

bandeira brasil vermelha edit

Tudo isso apenas evidencia o caráter inerentemente violento dos movimentos de esquerda, sua pré-disposição à censura e ao ataque à liberdade de expressão. Fingem que defendem democracia, debate e “contraditório”, mas utilizam de coerção, violência, constrangimento, humilhação e perseguição para garantir sua hegemonia. Inclusive os militantes gritaram “É no fuzil, é na peixeira, a juventude da UnB é guerrilheira”.

Espero que esse acontecido sirva para alertar todas as pessoas sobre a situação das universidades brasileiras.

Especialmente aos estudantes que passam pelos mesmos problemas que nós da UnB. Deixo o questionamento: e aí, não chegou a hora de agir no movimento estudantil?

Revisado por Maíra Adorno @mairamadorno

5 comentários para “Relato sobre agressões e violência esquerdista contra estudantes na UnB

  1. Domingos

    Menos choro e mais porrada. Quem tem a razão tem o direito da força. Se reúnam em grupo e respondam à altura. Tal como em 1964, tal como em qualquer operação policial, o cidadão de verdade tem que aprender que não deve ter vergonha de defender a verdade até as últimas conseqüências – e vai ter quem, como esses doentes, só vai parar com a força.

    O maior erro é uma repetição do erro de deixar a narrativa sob controle da esquerda, quando a polidez e o legalismo (vaidade) impediram a pessoa normal de responder com a força e os argumentos necessários – que serão necessariamente grosseiros às vezes.

    Deixar que apenas a polícia ou o sistema jurídico, além da vaidade de querer “parecer civilizado”, nos defenda é justamente essa repetição desse erro.

    É tudo um bando de covarde que tem coragem só com arma na mão ou em grupo. Tal como em 1964, se escondem rapidinho e ficam chorando quando quem tem o dever da força faz uso dela.

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    • Sérgio Pereira

      Perfeita colocação. Bastou o primeiro esquerdista cair desarcordado com um murro no nariz o resto sai correndo como covardes que são.

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  2. José Cícero Honorato

    “Comunista não tem pátria. Ele renuncia ao seu próprio país e a nação a que pertence para atender a agenda do Comunismo Internacional”
    (J C Honorato)

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  3. Wagner Guimarães

    Gostei da reação do cara da bandeira. Não se acovardou e deitou porrada também. E se fosse um cara que sabe onde bater, dentista iria fazer a festa com o dinheiro recebido de várias restaurações dentárias.

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