FANTÁSTICO! Tradutores de Direita legendam entrevista histórica de Carlos Lacerda

A página Tradutores de Direita é, sem dúvidas, a que mais contribui para o conhecimento geral de pessoas de direita no Brasil. Inúmeras palestras, entrevistas e vários vídeos de políticos e intelectuais são trazidos ao público brasileiro por meio das legendas feitas pelos membros dos Tradutores.

Agora, eles foram além: conseguiram a entrevista de Carlos Lacerda ao intelectual americano William Buckley na íntegra e traduziram-na para o povo brasileiro. Essa entrevista não estava disponível ao público, só para quem comprasse o arquivo diretamente com a instituição que possui os direitos do programa feitos pelo Buckley.

Essa entrevista foi feita em 13 de novembro de 1967, quando Lacerda já estava contra o regime militar. É possível perceber como Buckley pressionava Lacerda a responder sobre seu apoio à intervenção militar de 64 e sua mudança de posição.

Obrigado, Tradutores de Direita, por conseguirem esse material importantíssimo para o Brasil.

Confiram:

Vídeo na página Tradutores de Direita

Revisado por Maíra Pires @mairamacpires

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6 comentários para “FANTÁSTICO! Tradutores de Direita legendam entrevista histórica de Carlos Lacerda

  1. Carvalho

    Espetacular a entrevista. E pensar que tivemos um político desse calibre e décadas depois o que temos são esquerdistas que nem sequer sabem falar inglês.

    Conheço muito pouco do Lacerda, o que mostra como nosso passado nos é sistematicamente negado.

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  2. Pedro Rocha

    Vamos com calma que Carlos Lacerda não era esse “campeão da liberdade” que muitos pensam, tanto que fez parte da infame “Frente Ampla”, um movimento de esquerda que reuniu comunistas e corruptos que perderam as boquinhas quando os militares assumiram e depois no AI-3, a despeito do terrorismo em andamento no país, como no atentado ao Aeroporto de Guararapes.

    Além disso, como Governador da Guanabara ficou com a fama entre o povo de “fala muito e faz pouco”, como disse meu pai que à época morava no Rio e participou da Revolução de 1964 na Força Aérea Brasileira guarnecendo o Campo dos Afonsos.

    Independente disso, vou dar uma olhada nesse vídeo assim que possível.

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    • João NNeves

      Rio de Janeiro é uma mistura “gorobenta” e caipira de São Francisco, Amsterdam , Medelim e Nova Iorque.

      No dia em que o povo entender isso talvêz mude.
      Atualmente, “para o fundo da merda e avante!”

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    • João NNeves

      Até Olavo de Carvalho já foi…

      “Quem não fora comunista na juventude não tem coração; quem continuou depois dos 30 é um idiota!”(+-)
      Nelson Rodrigues

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      • Pedro Rocha

        Eu nunca fui, pois quando a lavagem cerebral esquerdista escolar começou a fazer efeito em mim eu procurei entender o porquê da Igreja Católica ser contra “uma doutrina tão bonita” como mostrado nos livros aprovados pelo MEC e li “Ocidente Traído”, de Jorge Boaventura, para entender perfeitamente essa monstruosidade.

        Quem abriu meus olhos de forma mais específica no Catolicismo foi o Papa Pio XI, que reiterou as diversas condenações ao comunismo e também suas variações, como o fascismo – Encíclica “Non Abbiamo Bisogno” de 1931 – e o nacional-socialismo – Encíclica “Mit Brennender Sorge de 1937.

        Pio XI foi um dos maiores estadistas do século XX e só não é assim reconhecido por motivos óbvios, referentes à censura esquerdista da ONU, mídia e ambiente acadêmico. Ele entendeu e alertou ao mundo acerca das ideias malignas que brevemente jogariam os povos em um turbilhão de ódio esquerdista iniciado na 2ª Guerra Mundial e que perdura até os dias de hoje!

        Voltando a Lacerda, o problema não foi ele ter sido comunista, mas ter se aliado aos mesmos na “Frente Ampla” mesmo depois de ver a desordem janguista e vendo o aumento do terrorismo, aliando-se à esquerda e aos corruptos que foram alijados do Poder pelos militares. Era óbvio que ele não fazia isso por questões ideológicas, pois ele e a grande maioria da classe política não-esquerdista queria que os militares fizessem o serviço sujo e entregassem tudo de mão beijada para eles, o que não ocorreu porque os líderes do Movimento de 31 de março eram patriotas.

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