Ação estudantil de direita na UnB

As universidades brasileiras são dominadas pela esquerda desde os anos 60. Só eles militam, protestam e dominam os cargos de poder (UNE, DCE, CAs, sindicatos, etc). Com essa hegemonia, eles influenciam as tomadas de decisões governamentais por meio da pressão do “movimento estudantil”. E como fica a direita nisso tudo? Acuada, fraca, desorganizada e desinteressada.

Acusada, pois a pressão esquerdista, principalmente em cursos de humanas, é muito grande. Maioria dos alunos e professores faz de tudo para constranger quem pensa diferente da cartilha socialista.

Fraca, pois não tem tradição de militância e não possui experiência acumulada na área.

Desorganizada, já que parece que se organizar é um desafio, diferente da esquerda que se organiza para tudo.

Desinteressada, pois sabe que o objetivo da faculdade é obter o diploma  e acumular conhecimento.

Eu estava dentro desse ciclo vicioso da direita universitária, até o momento em que a situação chegou num ponto insuportável e percebi que minha omissão estava ajudando os socialistas. O desinteresse, portanto, tinha acabado. Eu teria que agir.

Busquei conhecidos do curso para formar um grupo. A organização é fundamental, não tem como agir sozinho e com um grupo é possível demonstrar que existem muitas pessoas de direita no campus e que é possível unir a todos sob um mesmo objetivo.

Se não possuímos histórico de ativismo, devemos estudar o máximo possível sobre o tema, buscar experiências esquecidas e de outros locais e tentar transportar essas ações para a realidade brasileira. Iniciaremos, então, um modelo brasileiro de ativismo de direita.

Foi com esse pensamento, e considerando todas essas variáveis, que criei, com vários amigos, o Movimento Reação Universitária (leia nosso Manifesto de Criação e Princípios). Uma das nossas primeiras ações será realizar um Ato Contra Paralisação na UnB.

Espero que esse texto sirva para mostrar a muitos universitários leitores do site Reaçonaria que é possível fazer ação política na faculdade. Dificuldades surgirão e não serão poucas, mas não podemos deixar que a situação atual continue. Temos que reagir!

Revisado por Maíra Adorno @mairamadorno

8 comentários para “Ação estudantil de direita na UnB

  1. marcelo

    Estudei, nos idos de 90, eu uma faculdade sediada em São Bernardo do Campo. Nem preciso dizer que o DCE era controlado pela esquerda. Quando havia aumento abusivo nas mensalidades queríamos protestar, ir às ruas e mostrar como estamos sendo vilepediados pela intuição.
    Porém, lembro muito bem a ação do presidente do DCE, com aquela roupa/farda de esquerda, macacão de jeans, bolsa de couro a tiracolo sempre querendo colocar panos quentes… Pois bem, viríamos a descobrir mais tarde que esse indivíduo era pelego da diretoria, que o havia “subornado” com isenção de mensalidades e um curso gratuito em outra faculdade… E hoje quando o vejo entrevistando os petistas fingindo ser isento eu lembro que tipo de pessoa ele era. Triste aparelhamento nas instituições de ensino do nosso país.

    Responder
  2. danir

    Já Não era sem tempo. A propósito, está na hora de irmos para as ruas. Pimentel, processo do Lula que não vai para o Lava Jato, Une, Minc, e o aparecimento de Senadores mijando para tras. Se é para fazermos alguma coisa para sanear o pais, e se não podemos confiar 100% no MBL, Vem Pra Rua e outros que estão com medo que não haja adesão maciça, alguem tem que assumir.
    A esquerda está atuando através dos aparelhos que já possui, está tramando nos subterrâneos e as pessoas de bem ficam inermes como se tudo estivesse resolvido com a primeira votação no Senado. Realmente, é preciso que se aprenda organização para combater esta máquina de corrupção que ocupa todos os nichos do poder. A universidade é um alvo estratégico. Vão em frente.

    Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *