Abertura de processo contra Bolsonaro é claramente uma ação política do STF

Há meses a casta política e midiática brasileira se depara com o incômodo do crescimento da candidatura e popularidade de Jair Bolsonaro. Era inexplicável para eles que alguém fora do circuito de desvios públicos, que financia partidos, ONGs e jornalistas, pudesse se tornar de fato uma ameaça às forças políticas tradicionais. É algo totalmente inédito, pois mesmo Fernando Collor de Mello veio desse meio: membro família  política e dona de meios de comunicação local, além de ter vencido o segundo turno contra Lula em parte por ter tido apoio da Rede Globo.

O incômodo se tornou mais preocupante conforme avançavam as investigações da Lava Jato. Hoje já está claro que o PT só elegeu Dilma graças aos milhões roubados dos cofres públicos. Que se a justiça se fizer realmente no caso, o partido terá de ser extinto. Depois, percebemos todos que Aécio Neves não tem grande futuro eleitoral, tanto por envolvimento em investigações que apontam desvios seus que beneficiaram também ao PT, quanto pelo fato de ter uma atuação frustrante em relação ao que se esperava de alguém que teve tantos votos contra o PT.

A Lava Jato avança e tem perspectiva de jogar na mesma lama em que se encontram o PT e o PMDB, também o PSDB, o PSB e, em parte, Marina Silva. E isto porque o sistema político, o mesmo sistema de onde saem os ministros do Supremo, está podre. Imprensa, elite intelectual, elite empresarial, o Brasil inteiro está contaminado por práticas ilegais que se perpetuavam graças às conexões entre todos esses grupos.

Jair Bolsonaro é o maior nome fora das castas que comandam o Brasil. Não é à toa que tanto o PT quanto setores ligados ao PSDB já o miram como inimigo a ser batido. A ação do STF hoje, ao aceitar pedido da PGR pela abertura de processo penal contra ele por ter respondido a uma ofensa gravíssima, de que seria estuprador, e ainda mais ridículo, acusando-o de ter feito apologia ao estupro, é tudo menos algo fundamentado na lei. O STF deveria ser uma corte constitucional, não uma elite judiciária a serviço de um sistema todo corrompido por ideologia e outros vícios.

Jair Bolsonaro não fez apologia ao estupro quando, respondendo a Maria do Rosário que o chamava de estuprador, disse que se o fosse não a estupraria pois ela não merece. Se não foi uma reação grandiosa, o que se esperar de uma pessoa normal ao ser interpelado com tais acusações? A coisa fica ainda mais grotesca ao se lembrar que todo embate entre Maria do Rosário e Jair Bolsonaro se deu por ele defender punição indistinta entre menores de idade  e adultos que estuprem.

Reforça o caráter político da aceitação do processo pelo STF a leitura dos argumentos dos ministros. Todos ignoraram que Jair Bolsonaro estava no Congresso na hora do entrevero, que dava entrevista por ser deputado e que o debate que ali se travava era todo ligado ao ambiente de trabalho da Câmara. No exercício de seu mandato, todo parlamentar é inviolável civil e penalmente por quaisquer opiniões, palavras e atos, privilégio que inclusive foi usado fartamente por petistas e simpatizantes como Roberto Requião (abaixo) para cometerem injúrias raciais contra Joaquim Barbosa quando este era o inimgo número um do partido.

Não há meio termo, o STF fez um juízo político da figura incômoda representada por Bolsonaro ao aceitar o processo no dia de hoje. Sabemos quem são os beneficiados pelo ato, como isto será usado contra ele e o tipo de gente que comemorou o fato. Só não sabemos o tamanho da influência desses grupos nessa acolhida oportunista, ilegal e extemporânea do processo.

STF_Queimando

Revisado por Maíra Adorno @mairamadorno

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5 comentários para “Abertura de processo contra Bolsonaro é claramente uma ação política do STF

  1. Sonia Martha Menezes

    Exatamente! Essa Maria do é uma bandida, pois quem defende bandido, bandido é. Ela acusou o Bolsonaro de estuprador e recebeu uma resposta à altura da ofensa. Essa máfia criminosa que ainda infecta o Congresso e o Judiciario pretende ignorar o estupro quando cometido por menores, sem levar em consideração que, estando aptos a consumar o ato sexual, são adultos, sim. Tão adultos que, a partir dos 16 anos, a propria lei lhes concede o direito de votar. Como é que é? Se não são responsáveis por seus próprios atos, como poderiam emitir votos responsáveis? Uma coisa ou outra, por favor. Dou meu total apoio ao Deputado Jair Bolsonaro.

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  2. Alexandre Sampaio

    São Paulo, 21 de junho de 2.016

    Prezados Reaças,

    Bom, finalmente aconteceu. Nos tornamos a Venezuela! O aparelhamento do STF, com ministros claramente de viés esquerdista, só serve para manter essa malta no poder e fora da cadeia. Teori Zavascki, segurou durante meses, os inquéritos contra Lula, e quando finalmente os remeteu a 13ª Vara Federal de Curitiba, anulou as gravações entre Dilma e ele, sob a alegação que Moro teria cometido uma ilegalidade. Agora, vão requentar uma denúncia furada contra Bolsonaro, pois a Comissão Nacional dos Direitos Humanos, pressionou Fux, relator do processo, para dar andamento ao mesmo. O interessante é que essa putada não pressiona o Congresso para legislar leis mais duras contra criminosos, não é? Fodam-se os cidadãos, se forem roubados, estuprados, assassinados, sequestrados…, A CNDH preocupasse apenas, se o marginal não foi “esculachado”, ou se está recebendo direitinho as três refeições diárias, que muitos brasileiros decentes não tem! Esse país é uma piada macabra! Ele é cansativo! Vejamos o que acontecerá nesse “circo” , caso Bolsonaro seja condenado. A veja e outras mídias “isentas”, devem estar felizes e contentes com isso.

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  3. Erik

    Esperar o que de um ESTAGIÁRIO QUE SE DIZ FREELANCER DE DIRETOR DE ARTE?? Vai ser estagiário o resto da vida. Se com 30 anos tá desempregado e se diz freelancer é porque é muito limitado mesmo! Volta pro DCE da facuuuuu de humanas….dá dó! SQN!

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