A deserção é mais uma face macabra do pesadelo comunista

Embora os limites geográficos que definem a extensão dos países sejam definidos arbitrariamente pelos homens, não sendo portanto dados naturais, é inegável que as identidades nacionais constituem uma parte fundamental da identidade das pessoas. Em nosso país é onde estão nossos costumes, onde recebemos nossa educação, nossa língua e modo de falar, onde temos parentes e amigos que estão sob as mesmas influências gerais. Nosso país existe dentro de nós.

CubanosDesertores

Remadores cubanos que desertaram nos jogos Pan Americanos

Desertar de um país é um ato desesperado. Oficialmente, sob o regime “legal” do país, você é equiparado a um traidor. Pessoalmente, você sabe que está distante de forma indefinida de qualquer ligação real com o seu passado e as pessoas que ama. Para quem vive numa ditadura, soma-se a isso a impossibilidade de visitá-las e também o temor por represálias.

É pensando em todos esses riscos e perdas que devemos ler notícias como a de que já são 6 os cubanos que desertaram nos jogos Pan-Americanos que se realizam no Canadá. Assim como os “médicos cubanos”, os atletas daquela ditadura são usados como propaganda do regime. O governo investe o dinheiro que falta para abastecer a população na formação desses seres humanos que são tratados como produtos.

O que o comunismo faz às pessoas comuns é desumano. Além de limitar suas aspirações, policiar a todos o tempo todo, criar uma multidão de conspiradores e paranóicos pelo medo de agirem de qualquer forma que possa parecer subversiva, ele atinge o extremo de fazer com que esses desertores calculem o quociente entre sua busca de realização e liberdade pessoal  e o abandono de parte fundamental de sua própria identidade.

Apesar de tudo isso, países ainda livres como o nosso têm dezenas de defensores desse tipo de regime. PT, PSOL, PC do B e PSTU, seus braços armados (MST e MTST), artistas, comunistas do movimento estudantil… Todas as pessoas que se orgulham em se dizer comunistas são abomináveis, são bestas políticas. A opinião política delas não pode ser tratada de outra forma que não como doença ou pura maldade.

Cada desertor cubano carrega em si o peso do que é de verdade o comunismo. O discurso desses sádicos que infestam a política brasileira e que, por obrigação somos obrigados a engolir, mas jamais a respeitar, são apenas abstrações. A nossa alegria diante da notícia de mais cubanos desertando deve ser acompanhada pelo desprezo a quem, daqui, defende aquele regime e os vê como traidores.

Relembre aqui nossa campanha “Liberte um cubano

Revisado por Maíra Adorno @mairamadorno

 

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