Segundo esquerdista da CNN, o desenho Patrulha Canina é fascista

Até onde vai a loucura militante?

Elissa Strauss, colunista da CNN para tratar de assuntos maternos, guardou para a semana de Natal um compilado de opiniões endossadas por ela de levantar preocupações quanto à sua sanidade. Segundo ela, que fundamentou seu argumento em opiniões de outros debilóides de esquerda, o desenho Patrulha Canina é fascista, assim como Thomas e Seus Amigos. No caso dos cachorrinhos heróis o fascismo se revelaria pelo fato dos machos serem protagonistas na maior parte das vezes e por seguirem ordens, além do fato de Ryder, o chefe dos heróis, ser homem branco. Já os trenzinhos são fascistas por seguirem ordens e cumprirem tarefas.

Mais do que tudo, e então lançam-se luzes sobre algumas políticas de restrição de anúncios espalhadas mundo afora, ela critica o fato das famílias gastarem dinheiro com presentinhos que usam esses desenhos como tema.  Seguem alguns trechos traduzidos da coluna, que pode ser lida neste link: http://edition.cnn.com/2017/12/22/health/thomas-tank-engine-paw-patrol-fascist-cartoon-strauss/index.html.

Um resumo das acusações aos simpáticos desenhos:

Thomas, a duradoura franquia televisiva sobre um grupo de trens de carga apitando pela Ilha de Sodor, foi chamado de “distopia pré-moderna, corporativista e totalitária” na New Yorker, imperialista e sinistro na revista Slate, e classista,  sexista e anti-ambientalista no The Guardian. E ainda assim as pessoas, provavelmente os pais, gastam US$1 bilhão anualmente com produtos de Thomas e Seus Amigos.

O Buzzfeed chamou de terrível o desenho Patrulha Canina, além de apontar exemplos de desigualdade de gênero e social que não foram verificadas. O The Guardian diz que o Ryder (líder humano da Patrulha Canina) é descrito como um megalomaníaco com um incorrigível “Complexo de Deus”. Mesmo assim a Patrulha Canina está presente por todos os lados. Produtos vendidos com a figura de Ryder e sua turma superam em vendas a maioria dos outros programas de TV.

Ao final, a feminista e esquerdista Elissa fornece dicas preciosas para tornar os desenhos insuportáveis e odiados pelas crianças:

Segue aqui uma idéia, grátis, para a equipe por trás da criação de Patrulha Canina e Thomas caso queiram agradar mais aos pais sem perder sua base de fãs: Ryder e o Senhor Topham Hatt se aposentam e são substituídos por suas irmãs, dominadoras como eles. Isso iria impulsionar o status de todos os personagens não-machos. As crianças ainda iriam se satisfazer pela imersão em um mundo ordeiro onde regras são regras e cada um, menino ou menina, está em seu devido lugar. Apenas se tiraria o homem branco do topo.

Vejam alguns tweets da militante que produziu essa pérola:

 

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6 comentários para “Segundo esquerdista da CNN, o desenho Patrulha Canina é fascista

  1. O proximo esquerdista vai resolver o problema do Brasil.

    Fica tranquilo; o lula vai criar o “fome zero” roubando dinheiro “da Zelile”. Hoje um estrato bancário custa R$ 1,00, e o banco só paga 10% (R$0,10) de impostos e lucrando R$ 0,90. O próximo esquerdista comunista, vai cobrar 50% de imposto desses bancos. Tudo bem que o banco vai aumentar o valor do estrato para R$ 2,00 (mantendo seu lucro); Azar de quem paga impostos ( o rico nunca NUNCA paga).

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  2. Leonardo

    Parem de exigir racionalidade e inteligência da esquerda. Repararam que ninguém que entende de matemática ou física é esquerdista, claro, pois entendem de lógica.

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    • Daniel Lima

      Você nunca foi em um evento que reunisse físicos. Eu estive em muitos. E te garanto: ficaria (negativamente) surpreso. É justamente por hoje em dia serem racionalistas dogmáticos que eles são esquerdistas, além do fato óbvio de, no Brasil, serem todos funcionários públicos.

      É preciso que entendamos que para além de definições de “liberal”, “conservador” ou “esquerdista”, ou de opiniões quanto ao intervencionismo estatal vs livre mercado, estão conflito duas visões de mundo: racionalistas dogmáticos – que acreditam que sua razão pode nos levar a um mundo utópico vs céticos.

      Te convido a ler Razão e fé em política de Michael Oakeshott, Um conflito de visões e Intelectuais e sociedade de Thomas Sowell, Intelectuais de Paul Johnson e A rebelião das massas de Ortega y Gasset . É uma bibliografia que vai te deixar a par do que quero dizer.

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