PSDB inicia negociações como achacador e faz cobranças indevidas a Temer

O PSDB novamente não sabe o que quer da vida. Não sabe se quem tem a palavra sobre a participação no governo Temer é a bancada na Câmara, a bancada no Senado, se são os governadores ou se é a executiva nacional do partido.

Alckmin e Aécio foram engolidos pela realidade, após negarem participação no governo, foram cobrados pela população e pela bancada tucana na Câmara. Felizmente perderam esse primeiro embate.

Agora, em que a conversa será “institucional com o partido”, as cobranças indevidas beiram o absurdo. Confira algumas noticiadas pelo Estadão e por Cláudio Humberto:

  • Que Michel Temer abra mão da reeleição (aparentemente o vice já aceitou);
  • Que o PMDB abra mão de lançar candidatos à prefeitura em cidades que o PSDB tem candidatos competitivos;
  • Que o PMDB apoie o PSDB para presidir a Câmara (já imaginou o nível de chantagem e o entrave ‘progressista’ que o partido imporia para as pautas das frentes da família, de segurança e do agronegócio?);
  • Que o PMDB abra mão de disputar a próxima presidência do Senado.

O PSDB quer se apresentar como um partido limpinho e diferente, é claro que disponibilizarão um documento com “pontos programáticos” para vender o apoio ao governo, mas a realidade é essa. O partido começa as articulações como achacador. A lista com as condições de apoio será só dissimulação para a opinião pública.

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Revisado por Maíra Adorno @mairamadorno

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