PM de São Paulo responde a opiniões idiotas da Folha

O Centro de Comunicação Social da PM do Estado de São Paulo rebateu alguns trechos estúpidos de um editorial do jornal Folha de São Paulo. Reproduzimos abaixo por concordar totalmente:

Em relação ao editorial da Folha de São Paulo, de 23 de março, sob título “Incidentes Perigosos”, pág. A2, lamentamos que texto com bom desenvolvimento tenha perdido sua coerência e desinformado o leitor exatamente nos parágrafos em que é citada a eficiente Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP).

Bem articulado e pertinente por conta da situação política do país, o editorial concita o leitor a refletir sobre a responsabilidade dos manifestantes e da Polícia nas manifestações públicas. Até esse ponto merece nossos aplausos.

Contudo, o autor do texto entrega seus próprios preconceitos, ou do Jornal que representa em editorial, ao estereotipar a Polícia Militar nas duas passagens em que ela é diretamente citada:

[…] A PM reagiu como de hábito. Usou cassetetes, gás de pimenta e balas de borracha […]

Oras, como assim “de hábito”?

Citando somente as manifestações de 13/3 e 18/3 (uma a favor e outra contra o impeachment da presidente), a primeira delas reconhecidamente a maior da história do país, não houve qualquer ocorrência relevante em que a PMESP atuasse repressivamente em desfavor de manifestantes; pelo contrário, propiciou total suporte – cumprindo bem sua missão – para que elas ocorressem na “mais divina paz”, como diriam os antigos!

Em São Paulo, em 2015, das centenas de manifestações em que a Polícia Militar atuou, em menos de 8% houve a necessidade de algum tipo de intervenção, sendo a grande maioria de pequeno porte. Lembrando que, na própria PUC, a PMESP assegurou, em 16/03, a manifestação dos que apoiam o Governo Federal e não foi necessária intervenção.

Em outro trecho o editorial diz:

[…] Tanto a Polícia Militar, notoriamente despreparada para lidar com manifestantes […]

Como assim? “Notoriamente” segundo quem?

A PMESP é uma Instituição de Estado e não de governo. O preparo do policial militar é realizado dentro de preceitos de respeito e de promoção aos direitos humanos, de valorização da vida, de prestígio às técnicas policiais atuais e à filosofia de polícia comunitária, em muitas horas de estudo e de treinamento a que são submetidos os seus agentes.

Por que a Folha de S. Paulo, ao invés de criticar e depreciar a Polícia Estadual, não tenta conhecê-la? Isso mesmo: que tal a Folha conhecer a PM? Convites para isso não faltaram nestes últimos anos.

Ao criticar de forma vazia, com base em preconceitos, generalizações e em verdades parciais, a Folha deixa de cumprir a função social do jornalismo e desinforma o seu leitor.

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4 comentários para “PM de São Paulo responde a opiniões idiotas da Folha

  1. José Carlos

    Concordo integralmente com os comentários da PMSP. Aliás, a grande maioria da população apóia sua atuação nas manifestações, fato comprovado pelo clima amistoso entre manifestantes e policiais. Só têm problemas com a PM quem se utiliza da violência como argumento político.

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