Perdemos. Não demos atenção à nova Lei de Migração #VetaTemer

A nova Lei de Migração, que revoga o Estatuto do Estrangeiro, foi aprovada na Câmara e no Senado e está aguardando sanção do presidente em exorcismo Michel Temer.

A nova lei dá livre trânsito para povos indígenas de outros países e impede nossa polícia de barrar até quem está na lista da Interpol. O policial não poderá nem mesmo barrar procurados por terrorismo! Em português claro: o Brasil aprovou no Congresso o fim da nossa soberania nacional e das nossas fronteiras.

A lei é de autoria do ministro delatado Aloysio Nunes, ex-motorista do psicopata-comunista-terrorista Mariguella, ex-membro do Partido Comunista, ex-quercista, ex-vice do Fleury e atual tucano.

A CONECTAS divulgou um manifesto em que cerca de 80 ONGs apoiam o projeto. Todas se engajaram na aprovação da medida, boa parte participou das audiências.

E a gente? Bom, a gente não deu atenção. A lei é tão absurda e a influência internacional na sua elaboração era tão clara que jamais imaginaríamos que o Congresso, pelo perfil de suas bancadas, fosse aprovar tamanho crime de lesa pátria. Analisando as votações na Câmara e no Senado é possível ver que a lei passou por acordo em ambas as casas, ou seja, os parlamentares nem debateram a lei!

Resta a pressão popular para que o presidente Michel Temer vete na íntegra o projeto. E torcer para que a Lava Jato retire logo o tucano delatado Aloysio Nunes do comando das Relações Exteriores do país.

#VetaTemer

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Revisado por Maíra Pires @mairamacpires

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3 comentários para “Perdemos. Não demos atenção à nova Lei de Migração #VetaTemer

  1. Pedro Rocha

    Eu não perdi, pois em vez de estar choramingando estava na rua colhendo assinaturas para criar o Partido Militar Brasileiro (PMBr).

    Não conseguiremos nada no curto prazo, pois as vitórias que estamos tendo não são oriundas da política, ainda dominada pela esquerda, mas do estamento burocrático estatal que não se subjugou.

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  2. LIVIO LUIZ SOARES DE OLIVEIRA

    Com a aprovação dessa maligna lei, retirou-se, definitivamente, os aparelhos que mantinham a soberania do Brasil viva. A partir dela, como nação, o Brasil acabou.

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