POR VOTO IMPRESSO, MODESTO CARVALHOSA, LUIZ FLÁVIO GOMES E EDUARDO CUBAS PROTOCOLAM AÇÃO CONTRA GILMAR MENDES!

Os professores Modesto Carvalhosa, Luiz Flávio Gomes e Eduardo Cubas protocolaram na Justiça Federal do Distrito Federal uma ação pública contra o ministro Gilmar Mendes e o diretor-geral da secretaria do TSE, Maurício Caldas.

Além de pedirem o cumprimento da legislação eleitoral vigente, com a adoção do voto impresso, a ação também pede que o processo de compra das urnas pelo TSE seja suspenso por estar superfaturado em 10 vezes o seu valor. A ação diz que a implementação do voto eletrônico em todo o Brasil custará R$ 250 milhões e que o Orçamento do governo federal já garantiu esses recursos específicos.

Mais cedo, foi noticiado que o grupo irá recorrer até a OEA pelo respeito à legislação vigente.

O furo é do portal O Antagonista:

“Na ação, assinada também por Eduardo Cubas e Luiz Gomes, o grupo requer a suspensão do processo licitatório para a compra de 30 mil impressoras, assim como da audiência pública marcada para amanhã sobre o tema.

Também pede que “seja declarado ilegal e ofensivo à moralidade pública e ao erário público a aquisição de urnas eletrônicas em quantidades parciais que não atendam à totalidade do conjunto dos eleitores na forma da lei 13.165/15”.

E que seja “compelida a União a adquirir impressoras em modelo que se adapte às urnas eletrônicas já existentes”.

Na ação, o grupo sugere que seja ouvido o MPF e os especialistas Diego Aranha e Maria Aparecida Cortiz, sobre a segurança das urnas e modelos econômicos de impressoras, respectivamente.

Confira a íntegra da ação popular.”

Leia também:

Modesto Carvalhosa luta pelo voto impresso no TSE e na OEA

Reportagens da Band sobre urnas eletrônicas fraudadas

 

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2 comentários para “POR VOTO IMPRESSO, MODESTO CARVALHOSA, LUIZ FLÁVIO GOMES E EDUARDO CUBAS PROTOCOLAM AÇÃO CONTRA GILMAR MENDES!

  1. Hammer

    Esse bandido gilmar e outros crápulas que pulusam no Judiciário e OAB, principalmente no STF e TSE precisam tomar um cara pode, precisam ser colocados no devido lugar deles, como sem votos, acatarem peremptoriamente a decisão dos representantes eleitos pelo povo e só se manifestarem dentro das ações que cheguem até suas competências.

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