Ministro Aloysio Tupinambá critica família real brasileira e Joice Hasselmann

O ministro Aloysio Guarani-Kaiowá (PSDB) defendeu em seu Facebook o PL 2.516/15, também conhecido como nova Lei de Imigração. Para tanto, não citou nenhum trecho da lei, nem críticas específicas ao projeto, mas atacou nominalmente dois de seus ilustres críticos, como a jornalista Joice Hasselmann e o empresário Luiz Philippe de Orleans e Bragança, membro da família real brasileira.

Diz o ministro:“Aos que criticam a lei, primeiro peço que leiam com mais cuidado o texto. Refiro-me por exemplo a uma blogueira de nome Joice Hasselmann ou a Luiz Philippe de Orleans e Bragança, cujos sobrenomes denotam a ascendência estrangeira.

Peço que saiam de seus castelos e visitem, por exemplo, os porões clandestinos em que milhares de imigrantes ilegais servem de mão de obra escrava, confeccionando roupas de grife que provavelmente eles próprios vestem.

Qual o ponto do ministro? Sugerir que quem tem nome estrangeiro (a quase totalidade dos brasileiros) não pode criticar a nova Lei de Imigração? Ou só ele, Aloysio Guarani-Kaiowá, tem legitimidade para tratar do tema? Qual a necessidade de um ministro de Estado criticar de maneira tão baixa dois cidadãos cujas ressalvas ao projeto são legítimas? A nota ainda sugere de maneira calhorda que quem é contra a nova lei é contra a presença de imigrantes no Brasil.

O ministro Aloysio Tupinambá Ticuna deveria sair do Palácio Itamaraty e ouvir a população que representa com mais humildade.

É novamente o Itamaraty de porre.

Íntegra da nota do ministro aqui.

Quanto tempo para a ‘direita chupa‘ sair em defesa do ministro?

Leia também:

Itamaraty de porre não assina nota do Mercosul e Aliança do Pacífico sobre a Síria

 

10 comentários para “Ministro Aloysio Tupinambá critica família real brasileira e Joice Hasselmann

  1. Airton Martins

    Este tal de tupinambá deveria abrir sua casa para todo tipo de “convidados”. Com o seu salário gordo poderia, espontaneamente, assalariar os coitados dando também o seu quarto com suíte para o pobres imigrantes que nem mesmo o conhece e não tem identificação nenhuma de sua origem ou se prejudicou alguém de onde veio. Se os imigrantes estão sendo tratados como escravos é porque são ilegais, e não deveriam entrar escondidos no Brasil.

    Todos os ilegais teriam que passar por uma investigação a fim de provar que estão aqui para trabalhar e não ter maus antecedentes. No entanto, abrir sindicato e fazer manifestação política, jamais! Daqui a pouco vamos (eles) eleger um presidente muçulmano. Pode isso??

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  2. Paulo fagundes

    O comentario.do ministro, ex motorista de terrorista, esse sim, é inepto, irresponsavel e mostra xenofobia ridicula.
    Alem de nao se preocupar com o povo brasileiro, que sofre por falta de emprego, saúde , educação, seguranca, dentre outros mais.
    E que ele pretende oferecer a “refugiados” em vez de oferecer ao povo carente.
    Quanto as roupas de grife, deveria olhar num espelho antes de se tornar ridículo !

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  3. Alexandre Sampaio

    São Paulo, 11 de abril de 2.017

    Aloysio Nunes Ferreira, ou Mateus, como era conhecido quando atuava como chauffer de Carlos Marighella, terrorista e assassino, mantém a lógica. A lógica perversa, macabra, pusilânime e imoral da esquerda. E há otários que ainda acreditam que o PSDBosta é oposição a essa escumalha comunista. Aguardo a resposta de Orleans e Bragança.

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  4. Rodrigo Senzo

    A sintomática da vigarice. Vejamos:
    .
    “Aos que criticam a lei, primeiro peço que leiam com mais cuidado o texto. Refiro-me por exemplo a uma blogueira de nome Joice Hasselmann ou a Luiz Philippe de Orleans e Bragança, cujos sobrenomes denotam a ascendência estrangeira.
    .
    Primeiro o ministro impõem o pressuposto de que SÓ critica tal lei aquele que não a leu com cuidado e atenção. Aqui ele diz que qualquer que leia com atenção há de concordar com tal lei; falando de outro modo, a lei é INCRITICÁVEL!!! Não, ministro, é o contrário! Por ter lido direitinho a maldita lei proposta é que eles a estão criticando!
    É pouco ou muito Filho-da-Puta o sr ministro?
    .
    Segundo vemos o menosprezo (discriminação) que ele usa para se dirigir à Joice Hasselmann como se ela fosse de uma profissão/ocupação inferior. Veja, se ele quisesse se referir à ela e a sua ocupação de forma não menosprezando-a, ele teria dito “Refiro-me à blogueira Joice Hasselmann” e não “refiro-me a uma blogueira de nome Joice Hasselmann”.
    .
    Esperar algo diferente de um comunista, guarda costa e motorista do terrorista (portanto terrorista também) Marighela?

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  5. Direitistocrata

    Como todo esquerdopata é a favor de preservar as culturas de populações autóctones, se é que existe uma que j não destruiu outra anteriormente já estabelecida no local, primitivas não brancas de origem ocidental européia e cristã… Mas plenamente a favor de que se destrua a cultura ocidental-cristã e se extingua a raça branca em favor de invasores “refugiados” asiáticos, africanos e islâmicos que não acrescentam nada à nossa civilização, mas ao contrário degradando uma civilização mais desenvolvida, rica e superior …

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  6. Roger

    Para cultivar um bucéfalo nacionalismo patronímico, o trêfego tucanista devia antes extirpar a letra Y do seu nome, que parece ser uma cópia errada do famoso escritor brasileiro Aloísio de Azevedo.

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  7. Leonardo X

    O ministro Aloysio Marighella acaba de decretar um novo desterro da família real brasileira com base na Lei da Xenofobia Policarpo Quaresma. Por sua extensa folha de serviços prestados aos
    contra os invasores europeus que ocuparam as terras pertencentes à população autóctone – sem contar o fato odioso de nos impor uma religião exótica pelos agentes do cristianismo imperialista mundial – o chanceler deveria devolver Pindorama aos legítimos herdeiros de pele, corações e mentes vermelhas.

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