Internação de Marina Silva foi decorrente de tipo agressivo de herpes

A ex-senadora Marina Silva (REDE) foi diagnosticada com herpes-zóster. A doença é causada por mesmo vírus da catapora que pode reaparecer anos depois em forma mais agressiva.

As informações são do jornal Valor Econômico:

“No momento em que desponta como uma das pré-candidatas mais bem colocadas nas pesquisas, a ex-senadora Marina Silva (Rede) foi diagnosticada com herpes-zóster. As informações foram divulgadas no Facebook pelo jornalista Altino Machado, amigo de longa data de Marina, e confirmadas ao Valor por fontes próximas à ex-senadora.

Marina teve o diagnóstico em Brasília e em São Paulo e, após a alta, passou duas semanas em um spa médico para se restabelecer. “Foi uma fase complicada, mas já passou”, afirmou a ex-senadora ao Valor, sem dar mais detalhes.

Também conhecido como “cobreiro”, o herpes-zóster se caracteriza pela erupção de vesículas (bolhas) pelo corpo e não deve ser confundida com o herpes simples, que causa lesões na boca e em órgãos genitais. O herpes-zóster é capaz de provocar dores muito intensas, sobretudo, em pessoas com idade acima de 40 anos.

No relato no Facebook, o jornalista afirmou que Marina teve de ser internada com intensas dores no abdome e que tomou morfina por duas vezes, o que coincide com os procedimentos médicos indicados para esse caso, de uso de medicamentos potentes para controlar a dor, tecnicamente conhecida como nevralgia.

O herpes-zóster é causado pelo vírus varicela-zoster, o mesmo que causa a catapora. Depois que uma pessoa tem catapora, o vírus fica incubado em um nervo, e pode reaparecer em algum momento da vida na forma de herpes-zóster. Na grande maioria dos casos, o herpes-zóster caminha para uma cura natural, embora possa deixar sequelas se as vesículas eclodirem no rosto.”

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