Gilmar Mendes e Michel Temer se movimentam juntos por “semiparlamentarismo”

Já que o parlamentarismo não avança, os notáveis da República articulam um modelo de semipresidencialismo semelhante ao francês, mas sem dúvida piorado.

Parlamentarismo sem partidos fortes, 130 mil cargos de indicação na administração direta (aqui) e 230 mil na administração indireta (aqui) tem tudo para ser um sucesso.

Na Folha:

DESPERTAR
O debate sobre a adoção do semipresidencialismo no país, adormecido há alguns meses, ganhou novo fôlego em Brasília. Se for bem acolhida, a ideia pode virar projeto de lei para ser enviado pelo governo ao Congresso nos próximos meses.

EM CÍRCULOS
Além de conversarem sobre o tema no domingo (12), Michel Temer e Gilmar Mendes falaram com Eunício de Oliveira (PMDB-CE), presidente do Senado. E o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) conversará com Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara.

MONTANHA
Há obstáculos, no entanto, a serem superados. O parlamentarismo já foi derrotado duas vezes no Brasil: por meio de plebiscito, a população confirmou que prefere o sistema presidencialista. Além disso, o Congresso, com quem o presidente dividiria ainda mais poder, estaria hoje desmoralizado.”

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