Estado Islâmico explode Igrejas cristãs no Egito durante festividades do Domingo de Ramos

O grupo terrorista Estado Islâmico já assumiu a autoria dos atentados ocorridos no Egito nesta manhã de domingo. O primeiro dos ataques foi em Tanta, cidade ao norte da capital do pais, onde ao menos 26 pessoas morreram e mais de 71 estão feridas. Outro atentado ocorreu em Alexandria poucas horas depois.

Os cristãos formam uma minoria de 10% dos moradores do Egito divididos entre seguidores da Igreja Católica Copta e da Igreja Ortodoxa Copta. Eles são alvos preferenciais de ataques do Estado Islâmico, que pretende dizimá-los todos. As duas religiões têm existência independente tanto da  Católica Apostólica Romana quanto da Igreja Ortodoxa – copta significa egípcio.

Os atos terroristas aconteceram em pleno Domingo de Ramos, festividade móvel que ocorre uma semana antes do Domingo de Páscoa e em que os cristãos relembram a entrada de Jesus Cristo em Jerusalém.

No último mês de dezembro o Estado Islâmico matou 24 pessoas em um ataque terrorista a outra igreja copta ortodoxa no Cairo. A comunidade internacional tem permanecido totalmente alheia às dificuldades de subsistência enfrentadas pelos cristãos egípcios.

>> LEIAM: “Raízes do sectarismo no Egito

> LEIAM: “Mubarak tinha razão

Revisado por Maíra Pires @mairamacpires

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Um comentário para “Estado Islâmico explode Igrejas cristãs no Egito durante festividades do Domingo de Ramos

  1. Pedro Rocha

    Uma barbárie contra pessoas pacíficas perpetrada por muçulmanos. Mas a preocupação maior do establishment é com a “extrema-direita”.

    http://g1.globo.com/mundo/noticia/conheca-a-juventude-de-extrema-direita-que-quer-a-influenciar-eleicao-presidencial-na-franca.ghtml

    A reportagem do G1 para não variar é um lixo esquerdista, mas me chamou a atenção o fato dela demonstrar, com todos os preconceitos e obscurantismo esquerdistas compilados, algo que já vemos deu uns 3 anos para cá na mídia: a extinção da “direita”.

    Como mostra o pasquim esquerdista, não existe mais “direita”, apenas “extrema-direita”, mesmo que a reportagem admita que esses grupos são pacíficos! Enquanto o terror islâmico cada vez mais se alastra e faz vítimas inocentes como as assassinadas nessas igrejas, o perigo não é o Islã, mas o patriotismo ressurgente na Europa!

    É claro que nada disso é isolado. Os muçulmanos são o “novo proletariado” a ser manipulado pela esquerda contra a civilização ocidental e quem se opuser é “extremista”.

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