Em crise por seu esquerdismo, ESPN quer diminuir a politização

A ESPN, mais tradicional canal a cabo esportivo dos EUA, está em grave crise financeira. Somente nos últimos dois anos, 550 empregados foram demitidos ou afastados e o número de assinantes caiu em 13 milhões nos últimos seis anos.

Após uma reunião de cúpula da emissora com seus empregados em Bristol, em que foram convocados mais de 400 profissionais, a nova mensagem foi clara “A ESPN é uma empresa jornalística, não uma organização política. Não devemos fazer nada que enfraqueça essa posição” disse Kevin Merida, vice-presidente sênior da empresa.

Assim como no Brasil os apresentadoras da emissora nos EUA são em sua maioria esquerdistas que militam de forma intolerante e contínua nas redes sociais e em seus comentários, o que gera enorme revolta e perda de interesse entre os espectadores.

“O foco da ESPN é nos esportes. No geral, não somos experts em política, políticas de saúde pública, terrorismo, comércio – não é isso o que fazemos” continuou Merida.

Se nos EUA a atuação política dos apresentadores foca em ataques ao presidente Donald Trump, no Brasil ela é diferente: após deixarem de fazer críticas à evidente roubalheira envolvida na realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas pelo governo do PT, Trajano, Juca Kfouri e Antero Greco se tornaram recentemente exarcebados defensores de Luis Inácio Lula da Silva, primeiro ex-presidente brasileiro condenado por crimes comuns. Eles têm sido figuras constantes em eventos dedicados a atacar a Lava Jato e defender os condenados por Sérgio Moro.

Talvez já pensando em diminuir a politização no Brasil, Trajano há alguns anos foi afastado mas ainda tem sua imagem associada à emissora. Além da militância em favor do PT destacam-se também nas opiniões de comentaristas como Mauro Cezar Pereira um contínuo ataque a todas as pessoas que são contra o partido.

Resta saber como chegará à subsidiária brasileira a ordem da matriz.

Membros da ESPN protestam contra a Justiça brasileira

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3 comentários para “Em crise por seu esquerdismo, ESPN quer diminuir a politização

  1. Bruno

    Mauro Cesar, Kfouri e outros além de defenderem condenados pela justiça, como todos os socialistas manifestam raiva e rancor em seus comentários, não aceitam o contraditório e são extremamente parciais com aqueles clubes que não torcem ou não comungam com sua cartilha. Por tudo isso deixei há muito tempo de sintonizar está Emissora.

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  2. Leonardo

    Enquanto existirem espectadores essas porcarias continuarão existindo, ou mudam ou acabam. Há tempos não assisto globo nem espn, até futebol, e não faz falta nenhuma

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