Em 2006, presidente do PSL foi candidato à presidência e defendeu a pena de morte

A novela envolvendo o PLS-LIVRES e o PEN-PATRIOTA está engraçada. Dois políticos experimentados, Jair Bolsonaro e Luciano Bivar, estão mutuamente colhendo os frutos do namoro via imprensa, o que tem irritado apoiadores de ambos os partidos.

Nós, aqui do site, acreditamos que o LIVRES está fazendo no PSL o que todo eleitor de direita deveria fazer em outros partidos. Eles são liberais-libertários, nós não somos. Mas o trabalho, que tem rendido frutos, ainda é uma corrente minoritária, de acordo com o presidente nacional do PSL, o deputado federal Luciano Bivar.

Nesta sexta-feira (22), Luciano Bivar declarou para a Época algo que não deixa de ser singelo, considerando a repercussão que o caso obteve ontem.

Diz a nota:

O presidente do PSL-Livres, Luciano Bivar, afirmou a EXPRESSO que, se o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) quiser se filiar à legenda e concorrer à Presidência da República, será bem-vindo. “A possibilidade de o deputado vir para o nosso partido e concorrer para presidente nos enche de orgulho”, disse Bivar. A nota divulgada pelo partido nesta quinta-feira (21), porém, dizia ser Bolsonaro a representação do “autoritarismo e (da) intolerância” e que, portanto, é “antítese completa de nossas ideias”. Bivar diz que a nota representa as ideias de uma corrente minoritária.”

Agora uma curiosidade: em 2006, Luciano Bivar foi candidato à presidência e tinha duas bandeiras, a pena de morte e o imposto único.

Quem puder resgatar a propaganda eleitoral do PSL, seria de grande valia. Enquanto isso, leiam uma reportagem do site Congresso em Foco sobre as eleições daquele ano:

“Durante entrevista a uma rádio de São Paulo, o candidato à Presidência pelo PSL, Luciano Bivar, defendeu  a instituição da pena capital nos casos de crimes hediondos como forma de inibir o assassinato de inocentes.

Segundo Bivar, a instituição da pena de morte é uma questão de sobrevivência “pois inibiria o assassinato cruel de vítimas” em casos como os de seqüestro. Ele acredita que a  punição teria um significado emblemático. “A impunidade tem servido apenas para aumentar a criminalidade”.”

Sei não, LIVRES, é melhor Jair…

Loading...

Um comentário para “Em 2006, presidente do PSL foi candidato à presidência e defendeu a pena de morte

  1. Billy

    Combinação perfeita de propostas: pena de morte e imposto único! Primeiros dois passos para mudarmos os destinos do Brasil. Acrescento: prisão perpétua, diminuição maioridade penal, prisão em primeira instância, extinção de grande parte de recursos judiciários, fim de privilégios constitucionais da OAB, eleições diretas e populares com mandatos para todas as instâncias judiciais. Reforma previdência com 67 anos pra aposentadoria pra todos, reforma trabalhista com fim de 13 salário, redução férias de 30 dias, sucumbencia para causas temerárias, fim do imposto sindical, Direito de meter grevista na rua, prisão por vagabundagem.

    Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *