Eliminação da seleção masculina de futebol americana atrapalha agenda multiculturalista

O quinto lugar nas eliminatórias para a Copa do Mundo deu fim às chances de vermos a seleção americana cantar seu hino na Rússia. O técnico americano, que resignou-se do cargo três dias após a eliminação, reconheceu que as políticas de Trump dificultava sua classificação aumentando o ânimo dos adversários de humilhá-los nos gramados. Ao explicar a questão para sua audiência os analistas esportivos profissionais da ESPN colocaram a derrota nos gramados como algo negativo ao governo Trump. Veja o diálogo gravado pela caneta desesquerdizadora:

Os analistas deixaram de fora que os esportes favoritos dos americanos são o futebol americano, o hóquei, o baseball e o basquete. Isso parte do desconhecimento de que a esquerda americana, oposição à Trump, em toda Copa procura promover o futebol ao status de esporte nacional. Com a eliminação haverá um hiato nesses esforços.

O artigo do The Atlantic respondendo uma coluna da Ann Coulter já em 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, dita a razão da esquerda se envolver com o futebol em terras gringas nas seguintes linhas (tradução livre):

Além de hispânicos e da juventude, o terceiro maior círculo de fãs são esquerdistas. Eles estão dispostos a abraçar um esporte europeísta pela mesma razão que eles estão dispostos a abraçar um sistema de saúde no estilo europeu: porque eles não vêem nenhum valor inerente nos Estados Unidos ser uma exceção à regra global.

A esquerda americana aproveita o evento da Copa do Mundo para adestrar os gostos dos americanos à aldeia global. A ausência dos Estados Unidos, causada indiretamente por Trump, vai manter a excepcionalidade americana também no esporte e isso está longe de ser algo negativo para seus quatro anos de governo.

 

 

 

Loading...

6 comentários para “Eliminação da seleção masculina de futebol americana atrapalha agenda multiculturalista

  1. Tribuna da internet

    Os americanos costumam, nos esportes, embarcar em círculos positivos ou negativos. As vitorias trazem mais investimentos, que trazem mais vitórias. Quando o círculo é quebrado o inverso ocorre, como no tênis masculino, o oposto do feminino. Quem investiu no futebol nos EUA, como o ex jogador Adriano, vai perder dinheiro.

    Responder
  2. Alisson cleiton

    Esquerdista só fala merda mesmo hein… puta que pariu! se não classificou é culpa simplesmente de quem esteve dentro de campo e só! colocar a culpa no Trump é de uma canalhice sem fim.

    Responder
    • Bruno

      Ô Mario (do videogame ou do guarda-roupa?), o Brasil saiu da “Matrix do futebol” já faz tempo, com a derrota vergonhosa em frente à Alemanha e da Holanda (há três anos atrás) e a eliminação do Paraguai (há um ano). Desde então, aumentou interesse por outros esportes, como também a CBF ter feito algo que nos orgulha, apesar das críticas: ter tirado o arrogante Dunga (aquele boca suja e frio que proibia a imprensa acompanhar a seleção, impedindo brasileiros e estrangeiros saberem mais dela, como também não gostava das críticas feitas por jornalistas e o público) e colocado Tite e se tornar o primeiro ser classificado na Copa por antecipação.
      Ah, e mais: o Brasil também vai sair da “Matrix da política”, depois dos roubos praticados nos 13 anos dos (des)governos CoruPTos do Lula e Dilma, que tinha como aliados, o PMDB (que insiste em manter esquema criminoso desde que os militares deixaram o poder em 1985) e a “oposição de fachada” ao PT liderada pelo PSDB (que até então era supostamente de “direita” e não era). Na verdade, nós temos o governo que atende a interesses do “stabeleciment” (governo falsamente de direita ou esquerda que banca e protege muita gente influente e rica que quer impor agenda globalista) que tolera MST, invasões disfarçadas de “ocupações”, tentativas de impor agenda anti-cristã e contra os costumes, tolerância com grupos “sociais” disfarçados de políticos, entre outros.

      Responder
  3. Vagner Luis

    Pessoal nojento!!! Se haverá aumento do ânimo dos adversários de vencer os EUA nos gramados, haverá também no basquete, tênis, natação e outros esportes, certo? Vamos ver como os EUA se sairão nos outros esportes, se não se saiu bem no futebol é pq não mereceu DENTRO DE CAMPO. Simples! Mas a esquerda é igual mesmo aqui no Brasil ou fora dela

    Responder
  4. danir

    Assistir o Juca Kfouri falando, é algo patético. O cretino coloca a política como superior ao espírito do esporte, e “saboreia” uma entrega de jogo, como vingança ao governo Trump. É por este e outros motivos que não assisto comentaristas esportivos, não vou a estádio de futebol, e raramente assisto futebol pela televisão. Sem fazermos outras considerações, se os americanos (sem esta de estadunidenses) tivessem uma campanha melhor, não estariam pendurados e vencidos por adversários “desejosos de vingança contra Trump”, simples assim. Eu gostaria de saber como os mexicanos agiriam se os índices de excelencia e qualidade de vida fossem invertidos e eles tivessem que suportar uma invasão de imigrantes ilegais que sustentam uma industria de coyotes assassinos.

    Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *