ELEIÇÕES: Conservadores britânicos varrem trabalhistas do mapa

O Partido Conservador, sob a liderança da primeira-ministra Theresa May, conquistou uma ampla vitória frente aos trabalhistas nas eleições locais em cargos equivalentes aos nossos vereadores. Os resultados finais foram divulgados hoje, sexta (05).

Os conservadores fizeram fizeram 563 cadeiras a mais do que na última eleição. Já os trabalhistas perderam 382 assentos. O UKIP manteve apenas uma das 146 cadeiras que detinha.

Com a maioria obtida localmente, os conservadores irão comandar 28 prefeituras. Os trabalhistas, que comandavam 16, agora irão comandar apenas 9.

Estão marcadas para o próximo dia 8 de junho as eleições gerais. Estarão em disputa 650 vagas de Membros do Parlamento na Câmara dos Comuns, o equivalente aos nossos deputados federais em nossa Câmara Federal. O Partido Conservador deve confirmar sua força e reconduzir uma Theresa May como primeira-ministra ainda mais forte. Já o UKIP, com os resultados de hoje, é uma incógnita.

Confira os mapas abaixo elaborados pela BBC:

Revisado por Maíra Pires @mairamacpires

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3 comentários para “ELEIÇÕES: Conservadores britânicos varrem trabalhistas do mapa

  1. Laura wuiiliez

    Gosto dos Ingleses,saíram fóra dos refugiados e das imposições da Merkel.Pena a França ser tão medrosa.Le PEN fez erros que custaram a derrota,os Fraçeses são naiff acreditam que os Musslllims não farão terrorismo ..Vai custar caro infelismente.

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  2. Carina

    Excelente! Percebe-se clara tendência mundial de ascensão do Conservadorismo. EUA, Inglaterra e, vejamos, França. Certamente, haverá influência nas eleições da América Latina- exceto se as urnas Smartmatic, fraudulentas, não barrarem esse processo.
    A propósito, embora Theresa May seja do Partido Conservador, tudo indica que é globalista, especialmente no que tange ao seu posicionamento benevolente quanto à imigração islâmica. Fiquemos de olho nela.

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    • Editor Posts do autor

      É realmente complicado o caso da Theresa May (ou o próprio David Cameron anteriormente), mas temos que lembrar que eles são chefes de governo e têm que representar as opiniões das forças que compõem o governo. Muitas vezes essas não são as opiniões pessoais do líder. Destoar de representar essas forças pode significar a perda do poder que a sustenta.

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