Diante de violência no Rio, Buchecha fala que drogados também são responsáveis

O cantor Buchecha, oriundo de uma das muitas favelas do Rio de Janeiro, usou suas redes sociais para comentar a crise de violência no Rio de Janeiro – hoje muitas ruas da cidade estão fechadas e imagens do tiroteio foram transmitidas ao vivo pela TV. Revoltado, ele lembrou que os ricos que consomem drogas também são culpados pelo inferno vivido nas periferias.

Junto a Claudinho, Buchecha começou a fazer sucesso na segunda metade dos anos 90 cantando funks alegres e românticos, nada a ver com a putaria generalizada e vulgar que domina o ritmo musical que brota das favelas do país hoje em dia.
Vejam a opinião de Buchecha:

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6 comentários para “Diante de violência no Rio, Buchecha fala que drogados também são responsáveis

  1. Tati

    Eu me identifico com o conservadorismo, sou católica, mãe, tenho 40 anos de idade e frequentei faculdade a vinte anos atrás. Então, ao menos em minha época de faculdade, não era comum a turma que usava maconha e outras drogas (liberais e prafrentex) juntar-se à turma que não usava (caretas ou conservadores). Era cada um na sua. E sim, as pessoas que usavam drogas (ilícitas) ficavam estigmatizadas, acho que hoje ainda ficam, mas as pessoas disfarçam mais hoje em dia pelo medo da patrulha do politicamente correto. Não é dizer que quem bebia a rodo não ficava estigmatizado: a diferença era a proporção. Bastava você andar com alguém que usasse maconha, que você já era tachado de maconheiro, para ganhar a alcunha de bêbado, você precisava de dar vexames públicos, com alguma frequência. Nenhuma das duas “famas” era boa, mas ser “maconheiro” era pior pois estava ligado à “criminalidade”, pois você necessariamente para usar maconha tinha que entrar em contato com um traficante, ou quem sabe, ser um. Intuía-se, então, que os limites éticos/morais de quem usava (usa) substâncias ilícitas eram (são) mais frouxos e flexíveis, o que não é visto com bons olhos pela sociedade careta/conservadora/fascista/nazista/machista/homofóbica/elitista/taxista/eletricista etc. Ou seja, pela maioria de nós.

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  2. Denis

    Muitos dos que escrevem aqui, muitos dos que se dizem liberais, muitos dos que se dizem conservadores…muitos que são jornalistas, muitos que são médicos, que são engenheiros ou advogados….consomem maconha….aliás não sei porque uma planta que pode crescer em qualquer vaso de plantas em qualquer lugar do mundo é proibida. Não falo de cocaína, metanfetamina e toda má sorte de produtos químicos. Uma planta que foi consumida durante toda a história e foi proibida por pressões industriais gigantescas…existem vários documentários abordando o tema….vários especialistas falando sobre ele…é hipocrisia bancar ocarola enquanto se permite de vez em quando encher a cara de whisky escocês, champanhe francês ou (agora é moda…) cerveja artesanal. E porque não de cachaça? Então é muita hipocrisia, seja de direita, seja de esquerda, seja de religioso ou ateu….discutir isso de forma tão rasa.

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  3. Genaro Faria

    A esquerda nunca entendeu o mercado. Mas o odeia pelo fato de que no mercado todos somos consumidores. Não há “nós” e “eles”. E a esquerda só gosta do que nos divide. É apóstola dos
    ódios na hora de semear e depois sefaz de vítima inocente na hora de colher o que volta para si
    mesma. Se ninguém usasse nem comprasse diamante, essa pedra valeria menos que cascalho. O usuário de drogas é como o senhor de escravos. Haveria tráfico negreiro e escravatura sem ele?

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  4. André Felix

    Até celebridades que promovem movimentos pacifistas no Rio são usuários de drogas. Esses institutos, ONGs, dizem promover a paz fomentando a guerra. A maioria defende a tese de que a solução para toda essa violência seria liberar geral as drogas ou ao menos parte delas. Na prática para muitos dos seus simpatizantes o negócio já está liberado faz tempo.

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