Caso Santander-Queermuseu: Curador já invadiu prédio público em busca de grandes verbas

Gaudêncio Fidelis é o curador e responsável pela exposição bancada pelo Santander, que custou R$ 800 mil e que recebeu benefícios da Rouanet. Ligado ao PT, em junho de 2016 ele se juntou a invasores que protestaram por todo o país contra a extinção do Ministério da Cultura por Michel Temer – após a pressão do PT, o presidente voltou atrás.

O site “Sul21”, ligado ao PT, fez uma reportagem na época da invasão e entrevistou o próprio Gaudêncio. A chamada para a reportagem era “Não lutamos por pequenas verbas, mas por cultura no seu sentido amplo”.

Os R$ 800 mil do Santander para a exposição que duraria um mês representam quase o dobro dos gastos anuais para manutenção da Orquestra Filarmônica de São Caetano. Vejam o post do maestro Thomaz no Facebook:

O Santander captou R$ 800 mil de dinheiro público para a exposição “Queermuseu”, voltada ao público infantil e que mostrava cenas de zoofilia, pedofilia e vilipêndio religioso.
A Orquestra Filarmônica de São Caetano, segundo informa o link abaixo, tem um orçamento anual de R$ 400 mil (dados de 2014).
Ou seja, a referida exposição, artisticamente irrelevante – além de criminosa – que ficaria em cartaz por pouco mais de um mês, custa simplesmente o dobro do orçamento anual de uma orquestra profissional.
Desenhando: 
Uma exposição irrelevante com obras sem valor algum custa R$ 800 mil por um mês.
Uma orquestra com dezenas de profissionais envolvidos, transporte, seguro, estadias, etc. custa R$ 400 mil POR ANO. E mesmo que custasse atualmente R$ 800 mil/ano, ainda é absolutamente discrepante.
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2 comentários para “Caso Santander-Queermuseu: Curador já invadiu prédio público em busca de grandes verbas

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