Caso Santander-Queermuseu: Banco toma prejuízo por apoiar exposição grotesca promovida pela esquerda

O Banco Santander sediou e promoveu uma amostra cultural chamada de “Queermuseu – Cartografias da diferença na arte brasileira” no Santander Cultural de Porto Alegre. A amostra custou R$ 800 mil de benefícios fiscais da Lei Rouanet e era voltada para crianças e alunos da rede pública. Tudo seguia seu curso normal de gastos nababescos em projetos ditos culturais com gosto duvidoso, não fosse a descoberta do conteúdo por sites como o Terça Livre, que chamaram a atenção para obras que misturavam símbolos cristãos a objetos sexuais (em um deles, hóstias vinham com palavras escritas para serem usadas em um jogo sexual), cenas com crianças que seriam modelos de “viado” (“Criança viada” é o termo empregado) além de cenas de sexo homossexual, grupal e com animais.

O conhecimento do conteúdo e o fato dele ser dirigido a crianças chocou pessoas por todo o país, e chamou a atenção do Movimento Brasil Livre,que também divulgou as críticas. Devido a muitas reclamações de correntistas e potenciais clientes, o banco Santander cancelou a mostra e emitiu uma nota pedindo desculpas “a quem se ofendeu”, ou seja, não assumiu nenhum equívoco, mau gosto ou erro de direcionamento na mostra.

Levantamento feito pelo Terça Livre sobre os benefícios do Queermuseu

O caso chama a atenção pelo fato de, pela primeira vez, a pressão popular de pessoas comuns e não filiadas a grupos de pressão como sindicatos, organizações estudantis, ONGs dependentes do poder público e partidos políticos, fazerem sua voz ser ouvida.

O banco poderia continuar com a exposição, tendo então que suportar a queixa dos cidadãos, mas decidiu sem qualquer interferência do poder público ou das forças da lei cancelá-la. Foi uma dura derrota para a militância organizada e tida por intocável dos meios artísticos, que tanto se esbalda com os recursos de incentivos fiscais. O maior prejudicado, além do caixa público, é o banco, que terá sua imagem para sempre maculada e deve perder muitos clientes.

Loading...

13 comentários para “Caso Santander-Queermuseu: Banco toma prejuízo por apoiar exposição grotesca promovida pela esquerda

  1. Eduardo Meirelles

    Sou cliente SANTANDER infelizmente, nao por opção, mas porque esta instituiçao comprou o Banco Real, que era excelente.
    Estou, amanha, encerrando a minha conta neste PESSIMO BANCO, que trata seus clientes como INIMIGO.

    Responder
    • Ana

      Perfeito seu comentário, eu também adorava o banco real, foi o meu banco de escolha pessoal no inicio de minha vida profissional, mas aí foi comprado por esta pessíma instituição, com tarifas caríssimas e juros estratosféricos e agora mais esta imoralidade, isso não é cultura!!! Também fechei a conta Santander nunca mais!
      Como diz o slongan no comercial: O QUE EU POSSO FAZER POR VOCÊ?
      Segue resposta: Sai do Brasil ninguém te quer mais aqui!!!!

      Responder
  2. Alfredo

    Uma exposição escrota, que não agrega nada a cultura e de péssimo gosto. Tenho certeza que a exposição deve ter sido feita, como as próprias imagens expressam por algum “viado” enrustido
    Existe um ditado que diz ” dá quem quer e come quem tem vontade”. O problema é que eles querem fazer disso uma coisa publica, quando a coisa deveria ser privada. Meus pêsames ao banco e descanse em paz, ele e quem apoiou essa aberração

    Responder
  3. Irlan Sena

    Pouco a pouco esse movimento LGBT vem avançando e impondo suas ideologias aos demais da sociedade, como se aceitar e tolerar esse comportamento já não fosse suficiente, temos também que compactuar com isso? Ainda bem que uma voz das ruas se ergueu contra essa mostra, que de cultural não tem nada, não é nada bonito mostrar o sexo assim, nem mesmo se heterossexual fosse, pois sexo é coisa para se fazer entre quatro paredes e não precisa de divulgação nem de propaganda ou muito menos de exploração como arte, arte uma ova, sexo é fogo e calor, é algo que não deve constranger os amantes entre si, mas deve ser reservado à eles, e só, e nunca usado como um ato de violência contra as crenças e a religiosidade das pessoas, menos ainda para se perverter uma criança. Ainda bem que não sou cliente Santander, se fosse logicamente me desvincularia, como meus amigos estão fazendo…lixo!!!

    Responder
  4. Paulo Sérgio de Souza

    O fato revela uma mudança de comportamento social, sinalizando que há liberdade, mas também há limites. O povo brasileiro sofrido por duros golpes políticos, com a abrangência das mídias sociais sentiu o desconforto, quando as crianças tiveram acesso ao conteúdo.
    No entanto, se a obra fosse exposta de forma menos singela, e censurada, talvez não causasse tanto desconforto. Duro golpe em quem não analisou as consequências de suas decisões.

    Responder
  5. Madalena Menezes da silva fidelis

    E lamentável que tenha acontecido isso logo com o bc Santander. Gosto desse bc não vou cancelar minha relação com ele. Mais q isso sirva de lição para qualquer outra empresa não cair nessa. Afinal o povo tem hj uma arma na mão para se expressar. Cuidado Brasil fique esperto!!

    Responder
  6. Mario

    O povo fez prevalecer sua postura conservadora e obteve uma vitória importante.
    A minha grande decepção foi ouvir o sr. Ricardo Boechat agora no rádio defendendo essa imundície e taxando as pessoas que protestaram como “nazistas”.
    Tá na hora de encher o saco da Band e botar o sr. Boechat no seu lugar.
    Isso porque é pai de duas meninas com menos de dez anos. Sr. Boechat leve suas meninas lá e permita que elas toquem nos genitais de outras crianças como estava sendo feito nessa “mostra artística”. Hipócrita!

    Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *