Água no chopp de Temer 1: o bunker cheio de dinheiro de Geddel

Hoje seria o dia, de acordo com o governismo adepto do genuflexório, de o governo Temer centrar munição em Joesley Batista e no procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Das duas horas de áudio reveladas até agora, não há nada de relevante juridicamente, apenas futricas. Porém, a grande notícia do dia é o bunker cheio de dinheiro de Geddel Vieira Lima, ex-ministro de Lula e Temer e membro do núcleo duro do PMDB da Câmara.

A PF também achou indícios de que o suposto laranja de Temer, Coronel Lima, participou de fraudes que podem chegar a R$ 1 bilhão.

Leia também >>> Água no chopp de Temer 2: suposto laranja de Temer é ligado a fraudes de R$ 1 bilhão

Dinheiro apreendido

“(Estadão) A Polícia federal deflagrou hoje, 5/9, a Operação Tesouro Perdido, com vistas a cumprir mandado de busca e apreensão emitido pela 10ª Vara Federal de Brasília. Após investigações decorrentes de dados coletados nas últimas fases da Operação Cui Bono, a PF chegou a um endereço em Salvador/BA, que seria, supostamente, utilizado por Geddel Vieira Lima como “bunker” para armazenagem de dinheiro em espécie. Durante as buscas foi encontrada grande quantia de dinheiro em espécie. Os valores apreendidos serão transportados a um banco onde será contabilizado e depositado em conta judicial.

Na decisão em que autorizou a busca e apreensão no imóvel que seria o ‘bunker’ do dinheiro de Geddel Vieira Lima, o juiz Vallisney de Souza Oliveira destaca que a Polícia Federal foi informada sobre a existência do local por meio de uma ligação telefônica.

A busca no imóvel foi alvo da nova fase da operação Cui Bonno?, batizada de Tesouro Perdido. Na Cui Bonno? Geddel é investigado em razão de sua atuação enquanto vice-presidente de pessoa jurídica da Caixa Econômica Federal. Na busca foram encontradas caixas e malas contendo grande quantidade de dinheiro vivo.”

Loading...

Um comentário para “Água no chopp de Temer 1: o bunker cheio de dinheiro de Geddel

  1. Pantafernando (@Pantafernando)

    É o dinheiro de uma pessoa que pode ser ligado ao Geddel que pode ser ligado a Dilma, que pode ser ligado a Lula, que pode ser ligado a Temer.

    Independente de sua ideologia ou posição política, uma cambalhota lógica jamais será o caminho mais curto entre dois pontos.

    Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *