A maldição do ministério da Cultura no governo Temer

O ministério da Cultura, que nem mesmo deveria existir, foi o primeiro sinal eloquente do que seria a presidência em exorcismo de Michel Temer: dúbia, fraca, sem convicções e recheada de oportunistas.

Temer havia anunciado a extinção da pasta quando formou seu governo, mas após forte lobby do “Bonde da Rouanet”, voltou atrás e nomeou Marcelo Calero. O ministro durou poucos meses até pedir demissão alegando ter sofrido pressões de Geddel Vieira Lima (relembrem aqui).

Roberto Freire foi imediatamente anunciado como sucessor de Calero, numa tentativa de abafar a má notícia. O experiente político também não durou muito tempo na pasta, decidiu sair após a revelação dos vexaminosos diálogos de Temer com seu amigo e comparsa Joesley Batista (relembrem aqui).

Sem um nome de peso na pasta, começou a caça ao cargo, ainda mais pela crise e necessidade do governo em comprar votos no Congresso. O PMDB fez pressão até tornar impossível de sustentar a condição do ministro interino que ocupava o cargo após a saída de Roberto Freire. E foi então que João Batista de Andrade se antecipou ao fisiologismo e se vingou do governo, gerando mais uma notícia negativa (relembrem aqui).

Agora é a hora e a vez de Sérgio Sá Leitão, entusiasmado militante que foi vendido como alguém a livrar a pasta dos petismos. Resgatamos seu histórico na rede social Twitter para mostrar bem quem é o que pensa esse novo ministro no post “As petistices do novo Ministro da Cultura“. Por quanto tempo ele permanecerá no cargo?

 

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2 comentários para “A maldição do ministério da Cultura no governo Temer

  1. Leonardo

    Pra que o brasil tem ministério da cultura? Além de canal de distribuição de pixulecos não vejo outra função. Mas também é muita ingenuidade, achar que algum ministério existe p fazer algo de útil.

    Responder

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